Translate

sábado, 11 de abril de 2009

Páscoa momento de refletir

Páscoa...É ser capaz de mudar,
É partilhar a vida na esperança,
É lutar para vencer toda sorte de sofrimento.
É ajudar mais gente a ser gente,
É viver em constante libertação,
É crer na vida que vence a morte.
É dizer sim ao amor e à vida,
É investir na fraternidade,
É lutar por um mundo melhor,
É vivenciar a solidariedade.
É renascimento, é recomeço,
É uma nova chance para melhorarmos as coisas que não gostamos em nós,
Para sermos mais felizes por conhecermos a nós mesmos mais um pouquinho.
É vermos que hoje...somos melhores do que fomos ontem.
Enfim é viver um dia por vez...
Paz e luz a todos...

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Feriado nas estradas federais é o mais violento em sete anos

Feriado nas estradas federais é o mais violento em sete anos
PRF registra 123 acidentes, com 46 feridos e dez mortos no Rio.Cerca de oito mil carros foram fiscalizados.
Este feriado de Corpus Christi foi o mais violento nas estradas federais do estado em sete anos, segundo a Polícia Rodoviária Federal. Foram registrados 123 acidentes, com 46 feridos e dez mortos na operação que teve início na quarta-feira (21).
Em 2007, foram 106 acidentes, com 36 feridos e apenas um morto.
saiba mais
Dutra registra 3 km de engarrafamento na volta do feriado
Antes da operação deste ano, o maior número de mortes havia sido registrado em 2002, quando ocorreram seis óbitos decorrentes de acidentes em rodovias federais fluminenses.
Segundo a PRF, apesar do quadro negativo, os números revelam estabilidade em comparação com os demais feriados prolongados de 2008.
Nas operações anteriores, também de quatro dias, foi registrada essa média de vítimas fatais.
“O ano passado é que foi atípico. Se compararmos com o último feriado, que foi do Dia do Trabalho, quando foram registradas nove mortes, os números do feriado de Corpus Christi não aumentaram tanto”, disse o Inspetor André Azevedo, assessor da PRF no Rio.

Causa é imprudência de motoristas

Na Operação Tiradentes ocorreram 167 acidentes, com 62 feridos e dez mortos. Em seguida, na Operação Dia do Trabalhador, ocorreram 125 acidentes, com 58 feridos e nove mortos.
Em março, na Semana Santa, as estatísticas registraram 115 acidentes, com 53 feridos e dez mortos.
A causa para o aumento de acidentes com vítimas fatais, de acordo com a PRF, é o aumento da frota de veículos da ordem de 25% e a imprudência de motoristas.

Cerco aos infratores
Para minimizar o número de acidentes este ano, a Polícia Rodoviária apertou o cerco aos infratores. Neste feriado, 5.700 carros foram multados, sendo 2.060 por excesso de velocidade (registradas nas câmeras dos radares).
Em 2007, somente 810 motoristas foram multados. Cerca de oito mil carros foram fiscalizados.
As vias que registraram maior número de infrações foram a BR-101 Norte (Niterói-Manilha) e a BR-040 (Rio-Petrópolis).
Fonte:O Portal de Notícias da Globo 26/05/08 - 15h36 - Atualizado em 26/05/08 - 15h36

Feriado de Corpus Christi teve 86 mortos nas estradas, diz PRF

Feriado de Corpus Christi teve 86 mortos nas estradas, diz PRF
Foram registrados 1.345 acidentes, com 867 feridos.Minas Gerais foi o estado com maior número de mortos.
PRF registrou 1.345 acidente durante o feriado prolongado (Reprodução/ TV Globo)
saiba mais
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 1.345 acidentes, com 86 mortos e 867 feridos no feriado de Corpus Christi. A operação da PRF aconteceu entre 0h de quinta-feira (22) e meia-noite de domingo (25), nos 61 mil quilômetros de rodovias federais.
Na operação do ano passado, foram computados 1.398 acidentes, 92 mortes e 858 feridos.
Minas Gerais foi o estado com maior número de mortos: 22 no total, três a mais que no Carnaval.
Na maioria dos casos, a imprudência foi a principal causa dos acidentes.
Os estados com mais acidentes foram Minas Gerais (223), Santa Catarina (171), Rio de Janeiro (123), São Paulo (120) e Rio Grande do Sul.
Segundo a PRF, o balanço não conta com os números registrados em Mato Grosso do Sul.


Fonte: O Portal de Notícias da Globo 26/05/08 - 17h59 - Atualizado em 26/05/08 - 18h02

Feriado de Corpus Christi foi o mais violento do ano nas estradas de MG

Feriado de Corpus Christi foi o mais violento do ano nas estradas de MG
Informação é do representante da Polícia Rodoviária Federal no estado.Imprudência e má conservação das estradas estão entre causas dos acidentes.
Imprudência dos motoristas, desrespeito à lei e estradas em mau estado de conservação são algumas das causas dos acidentes registrados em Minas Gerais durante o feriado prolongado de Corpus Christi. Segundo a Polícia Rodoviária, este foi o feriado com o maior número de mortes nas estradas mineiras neste ano.
Foram quatro mortos em um acidente no Sul de Minas Gerais.
O motorista de um carro perdeu o controle, invadiu a contramão e bateu de frente em outro veículo. “São veículos novos, potentes, e a velocidade tem causado tragédias como essa pelo Brasil afora”, disse Amilton Amâncio, da Polícia Rodoviária Federal.
Na Avenida Brasil, uma das principais saídas do Rio de Janeiro, foram dois acidentes.
Um carro capotou. Logo à frente, quatro jovens morreram depois que o carro onde estavam bateu em um poste. Eles tinham menos de 25 anos e voltavam de uma festa.
saiba mais
Na Serra Gaúcha, cinco pessoas morreram, entre elas um bebê, depois que um carro bateu de frente em uma van. Nela, estavam dez pessoas de uma família que ia pagar promessa em Santa Catarina. Em Belo Horizonte, a volta para casa movimentou as estradas.
Com o trânsito lento, alguns motoristas aproveitaram para cortar caminho pelo acostamento. Trata-se de uma imprudência que pode provocar acidentes, já que a área é reservada a ciclistas e a veículos com defeitos.
O Código de Trânsito Brasileiro considera a infração gravíssima.
Tantos abusos ao volante transformaram o feriado de Corpus Christi no mais violento do ano em Minas Gerais.
Foram mais de 20 mortos. Só em um acidente na BR-262, no Centro-Oeste do estado, foram cinco. Um ônibus bateu na carreta.
O carro que vinha logo atrás não conseguiu parar. Trinta pessoas ficaram feridas.
O representante da PRF no estado, Aristides Amaral Júnior, disse que, em quatro dias, o feriado de Corpus Christi superou o registro de mortos do feriado do carnaval, que teve seis dias de operação.
Fonte:O Portal de Notícias da Globo 26/05/08 - 08h09 - Atualizado em 26/05/08 - 12h40

Número de mortes nas estradas do PR triplica no feriado

Número de mortes nas estradas do PR triplica no feriado
Segundo Polícia Rodoviária Estadual, 21 pessoas morreram neste ano.Ultrapassagens arriscadas e excesso de velocidade estão entre causas de acidentes.
O número de mortes nas estradas estaduais que cortam o Paraná triplicou neste feriado de Corpus Christi, na comparação com o mesmo período do ano passado.
Segundo reportagem da Agência Brasil, a Polícia Rodoviária Estadual (PRE) registrou 21 óbitos, contra sete registrados no ano passado.
Além disso, 219 pessoas se feriram nos 232 acidentes ocorridos nas estradas paranaenses.
A PRE contabilizou ainda seis atropelamentos e 3,8 mil autuações.
No feriado de Corpus Christi do ano passado, foram 198 feridos nas 219 ocorrências de acidentes. O chefe de operações da PRE, tenente Sheldon Vortolin, afirmou que em cada dez acidentes, oito acontecem por conseqüência de ultrapassagens arriscadas, excesso de velocidade, ingestão de bebidas alcoólicas e falta de cuidados com a manutenção do veículo.
“Sem contar o aumento da frota de veículos no estado, que é em média de 9% ao ano, já totalizando 4,1 milhões de motoristas nas estradas”, completou.
Fonte: Do G1, em São Paulo. O Portal de Notícias da Globo 26/05/08 - 12h42 - Atualizado em 26/05/08 - 12h42

Pesquisa revela quem são os selvagens do trânsito

Pesquisa revela quem são os 'selvagens do trânsito'
'Rua, para os motoristas, é uma espécie de campo de batalha', diz antrpólogo.'Ultimamente os motoristas estão muito ignorantes no trânsito', afirma taxista.
Raiva, estresse, desequilíbrio?
O que leva um motorista a perder a cabeça e provocar uma tragédia? Uma pesquisa revela quem é o nosso motorista.
“Eu não sei o porquê, sinceramente. Tem que ter um fundo, alguma explicação, porque não tem explicação uma barbaridade dessas, não tem”, desabafa Maria Alice Pinheiro.
Perplexidade: este é o sentimento de Maria Alice diante da agressão sofrida pelo seu filho, no Rio de Janeiro. André Luís Lima, cuja foto a família não permitiu que fosse divulgada, foi atingido na cabeça por uma barra de ferro de quase dois quilos depois de uma briga de trânsito.
O estado dele é muito grave.
O agressor, o servidor aposentado Itamar Paiva, que está preso e responde por tentativa de homicídio. “O que me sustenta é a minha fé, porque, se eu não tivesse essa fé, eu já tinha sucumbido diante de tudo que já passei”, lamenta a mãe.
Um jovem de 18 anos é assassinado depois de uma briga de trânsito, em São Paulo.
Duas mulheres com transtornos de comportamento dirigem pela contramão, numa trajetória camicase.
Em apenas dez dias, casos de violência e desequilíbrio, como estes, trouxeram à tona uma questão: por que tanto descontrole?
“Ultimamente os motoristas estão muito ignorantes no trânsito. Eles saem para o trânsito parecendo que é uma guerra”, comenta o taxista Rafael Lima. Para alguns, há falta de educação, falta de respeito, falta de civilidade.
“O brasileiro, dentro do veículo, ele se transforma”, opina Luciene Becacici, diretora-geral do Detran no Espírito Santo.
Despreparo, agressividade e desprezo às regras: estas são as principais características apontadas por uma pesquisa inédita com 300 motoristas no Espírito Santo.
“O nosso objetivo é entender o que está por trás desse comportamento, que a gente quer tanto mudar e tem tanta dificuldade”, diz Luciele.
O estudo, coordenado pelo antropólogo Roberto Damatta, mostra que a rua, para os motoristas, é uma espécie de campo de batalha, onde somente os mais fortes e espertos levam vantagem. “Se você não faz, o outro vai fazer. Essa é a lei", disse um dos entrevistados.
De acordo com Luciene, a pessoa que cumpre a lei é vista pelo outro como alguém bobo, alguém ingênuo, alguém que não merece respeito.
“Eu diria que uma das maiores causas de problemas no Brasil relacionados ao trânsito é o fato de o veículo ainda servir como elemento de ascensão”, explica o psiquiatra Júlio César Rosa.
A pessoa se sente superior quando está dentro do veículo e ele não pode ser desafiado.
“Quando você está dirigindo e é fechado, naquele momento você está se sentindo inferiorizado”, fala Júlio César. “O que ele está pensando que é? Ele é superior a mim?", complementa Luciene Becacici.
“Eles estão te degradando naquele momento e você não pode permitir isso”, volta Júlio. Outro comportamento de risco apontado pela pesquisa é a certeza do motorista de que pode controlar os efeitos do álcool. Segundo a diretora-geral do Detran no Espírito Santo, tem até quem diga até que dirige melhor depois de beber.
Essa percepção distorcida é em grande parte responsável pelas 86 mortes nas estradas brasileiras, contabilizadas no último feriado de Corpus Christi.
Em duas operações realizadas pelo Detran de Brasília na semana passada, 30 motoristas foram flagrados dirigindo bêbados.
Muitos reagiram com agressividade: uma mulher, por exemplo, se descontrola e atira os sapatos para o alto. Depois, começa a dar socos e chutes no próprio carro.
Ela chega a arrancar a placa. “Sai daqui! Eu odeio polícia! Eu odeio polícia!”, berra descontrolada. Um outro rapaz desafia o policial. Rapaz: Não vem gritar no meu ouvido, não, merda!.
Policial: Merda o quê, rapaz? Rapaz: Merda. Não vem botar mãozinha não que você apanha na cara, está bom, neném? O rapaz parte para a briga e é algemado.
A partir de agora, a punição para o álcool ao volante pode se tornar bem mais rigorosa. O Congresso aprovou uma lei - ainda não sancionada pelo presidente Lula - que transforma em homicídio doloso, ou seja, intencional, a morte provocada por um motorista bêbado.
“A pena pode ser de seis a 20 anos.
Se o cidadão se embriaga e vai dirigir um veículo, ele tem consciência de que ele pode matar alguém”, explica Cyro Vidal, presidente da Comissão de Assuntos e Estudos sobre o Direito do Trânsito da OAP de São Paulo. Hoje, o código de trânsito brasileiro pune esse tipo de crime com uma pena que geralmente é revertida para o pagamento de cestas básicas.
“A certeza da impunidade é que conduz 35 mil mortes por ano no trânsito”, alerta Cyro Vidal.
“O condutor do veículo, embora fora do carro diga que quer mais leis e maior punição, dentro do carro ele faz a própria lei”, garante Luciene Becacici.
Num trânsito cada vez mais caótico e violento, saber antecipar o erro do motorista ao lado é a melhor maneira de evitar acidentes e brigas que podem ter conseqüências imprevisíveis.
Convidamos o piloto de stock car Luciano Burti para um passeio com nossa equipe.
Ele deu três dicas simples de segurança ao volante.
“A posição de dirigir é fundamental. Se você dirigir com o banco muito distante ou baixo, na hora em que é preciso esterçar, falta curso.
Por isso é importante segurar na posição correta, que é justamente no ponto de apoio no meio do volante, para poder ter curso dos braços e poder virar os 90 graus necessários para qualquer manobra”.
E quando chove, que cuidados extras o motorista tem que tomar?
“As pessoas pecam na hora de desembaciar o pára-brisa, pois passam a mão no vidro.
O nosso corpo tem gordura e essa gordura, quando misturada com a umidade, acaba virando uma borra e você perde muito a visibilidade.
Eu recomendo que a pessoa sempre ande com um paninho limpo dentro do carro”.
Outro ponto fundamental é conseguir manter a distância do carro que vai a sua frente.
“Não adianta focar no carro que vai a sua frente.
Você tem que tentar ter uma visão bem mais ampla, olhando inclusive lá na frente o que está acontecendo, ao redor também”, alerta.
Num rápido passeio, a gente constatou que o que falta ao trânsito brasileiro é, antes de tudo, educação.
“O papel da família é fundamental. Pai e mãe têm que dar testemunho de vida cotidiano do que é certo e o que é errado no trânsito.
Nós estamos travando uma guerra urbana todos os dias”, finaliza Luciene Becacici.
Fonte:Do G1, em São Paulo, com informações do Fantástico

sábado, 4 de abril de 2009

Para refletir

Perante um obstáculo, a linha mais curta entre dois pontos pode ser a curva.

Bertold Brecht

quinta-feira, 2 de abril de 2009

A necessidade da educação no trânsito

A necessidade da educação no trânsito
Em uma escola, crianças já aprendem as regras de circulação em ruas e avenidas antes mesmo de saber ler e escrever. E conheça os “anjos da nigth”.
O pátio da escola é um local de recreação. Mas também é o lugar faz parte de uma estratégia para tratar de um assunto muito importante: a segurança no trânsito.
Os alunos deixaram a sala para simular no pátio o trânsito de uma cidade e todas as situações que podem acontecer.
No pátio, os alunos são divididos em motoristas, pedestres, guardas de trânsito.
“Nós trabalhamos de forma lúdica uma coisa extremamente importante, que é a segurança no trânsito.
Nós incentivamos as crianças a, desde cedo, respeitar as regras e leis de trânsito”, ressalta a professora Marilene da Silva.
Na minicidade montada no pátio do colégio, quase todos os quarteirões têm sinais que organizam o tráfego. Placas alertam os pequenos motoristas e pedestres.
“Temos a placa de ‘pare’, ‘vá em frente’, ‘não ultrapasse a velocidade de 80 quilômetros por hora’ e ‘é proibido virar à direita’”, enumera o pequeno Luca Silveira Santos, de apenas 6 anos. Quem comete infração é punido com multa.
Exatamente como no trânsito de uma cidade de verdade. Os alunos têm entre 5 e 6 anos de idade.
Com os exercícios aprenderam as regras da boa convivência no trânsito, o que muitos adultos, já experientes, muitas vezes parecem ter esquecido. O esforço destes pequenos cidadãos é para mudar uma estatística que assusta muito.
O trânsito no Brasil mata mais do que muitas guerras. Só no estado do Rio de Janeiro, segundo o Detran-RJ, morrem, por dia, sete pessoas. Em 2007, mais de 37 mil motoristas, passageiros e pedestres foram vítimas de acidentes.
Muitos deles são jovens. Pelos números do Detran-RJ, em 2006, duas pessoas em média com idade entre 20 e 24 anos morreram em acidentes a cada dia. Outras 24, na mesma faixa etária, ficaram feridas. As estatísticas motivaram a escolha do tema da campanha da Semana Nacional de Trânsito de 2007, que pede aos jovens paz e amor no trânsito.
“O jovem tem uma certa característica de querer impressionar, seja uma garota ou os amigos, e acaba cometendo o excesso de velocidade. O jovem tem uma sensação de poder sobre a máquina, e acaba abusando.
Além disso, ainda tem o problema do uso de drogas e bebidas alcoólicas”, explica Alda Araújo, diretora do Detran-RJ.
O perigo no trânsito sempre foi tema constante nas conversas entre Sérgio e André, muito antes de o filho ter idade para dirigir.
“Eu sempre falo com meu filho sobre o aspecto da cidadania no trânsito.
É extremamente importante dirigir preocupado em não atrapalhar, em não atropelar”, ressalta o administrador Sérgio Bispo.
O assunto, agora, é ainda mais freqüente. Há dois meses, o estudante André Bispo tirou a primeira carteira de habilitação. Ele ganhou um carro, assumiu mais responsabilidades, mas continua com o acompanhamento do pai.
“Ele vai me dando as dicas, vai passando as coisas e eu vou executando”, conta André. “Uma preocupação muito grande é em relação a álcool e direção.
A gente cansa de ver acidentes por causa dessa combinação perigosa”, alerta Sérgio. Além da preocupação com a bebida, a velocidade também faz parte da discussão em família. Sérgio escolheu um carro menos potente para presentear o filho.
“Não é necessário ter mais do que um carro 1.0 para andar na cidade, ou até para viajar. Se você considerar os limites de velocidade praticados no país, o carro 1.0 cumpre isso perfeitamente”, observa Sérgio.
Anjos da Night: conscientizando que bebida e direção é uma mistura perigosa O início da noite é o horário que este grupo de jovens começa a se preparar para entrar em ação. O figurino é sugestivo: eles se transformam em anjos da noite, no projeto Anjos da Night.
A missão: percorrer bares e boates do Rio para conversar com os freqüentadores, todos na mesma faixa etária deles.
E convencer que a mistura bebida e direção pode ser muito perigosa. A tarefa nem sempre é fácil. Eles competem com o barulho das músicas, da conversa alta e a sedução da bebida, que está ao alcance dos olhos e das mãos dos clientes do bar.
“Tem que ter jogo de cintura, até porque, às vezes, a pessoa está em uma conversa particular, ou já está meio calibrada.
Você tem que chegar com calma e saber até que ponto você pode ir e tentar conscientizar a pessoa da melhor forma possível, sem ser chato”, explica Luiz Carlos Figueiredo Júnior, um dos anjos da night. O projeto começou há dois meses.
Nos fim de semana, a equipe, vestida de anjo, circula em vários pontos da cidade do Rio com a mensagem da prevenção.
A iniciativa foi do Sindicato dos Hotéis, Bares e Restaurantes do Município do Rio do Rio de Janeiro, que percebeu entre os clientes a falta de conscientização.
“Nossa função, assim como a dos órgãos públicos, é chamar a atenção para esse fato. Não se deve exagerar na bebida para pegar o carro depois.
Essa combinação é, realmente, muito perigosa. Se você exagerar no álcool, pegue um táxi ou passe o carro para um amigo.
Além de botar a sua vida em risco, você também pode tirar a vida de outras pessoas”, alerta Leonardo Feijó, diretor do sindicato.
Fonte: G1

Imprudência causa muitos acidentes no trânsito

Imprudência causa muitos acidentes no trânsito
Em média, são 20 acidentes com motos por dia no Rio de Janeiro.
Em São Paulo, mais que o dobro: 42. Motociclista fala sobre os cuidados necessários para se dirigir em cidade com trânsito complicado.
O Jornal Nacional abriu a edição de segunda mostrando que o número de acidentes de trânsito no Brasil cresceu proporcionalmente ao aumento da frota de carros e motos. Nesta terça, a repórter Elaine Bast vai além e acrescenta um dado importante às estatísticas: a imprudência. A moto avançou o sinal vermelho, na Zona Sul do Rio, e o motorista do ônibus não conseguiu parar. O motociclista levava a mulher e o filho de seis anos na garupa.
Ela morreu na hora, o menino teve ferimentos leves e o estado do pai é gravíssimo. Em média, são 20 acidentes com motos por dia no Rio de Janeiro.
Em São Paulo, mais que o dobro: 42. Na manhã desta terça, um caminhão bateu na moto dirigida por um homem de 50 anos, que morreu.
A imprudência é a causa de muitos acidentes no trânsito. Imagens foram gravadas na tarde desta terça em São Paulo.
Eles se espremem entre os carros no meio do trânsito, andam pela faixa dos ônibus, aceleram nos corredores, conversam pelo telefone e, se erram o caminho, dão um jeito para não perder ainda mais tempo.
Quem usa moto para fazer entregas tenta justificar a correria. “Tem que correr para entregar em menos de duas horas”, disse um motoboy. Os abusos acontecem também nas estradas. Numa das rodovias que ligam São Paulo ao interior do estado, os policias usam radar móvel para flagrar os motociclistas que correm demais, acima de 120 km/h.
Um motociclista passou pela fiscalização a 166 km/h. “Ele marcou 166 km/h, mas eu passei a 130 km/h”, defendeu-se o motociclista.
A prudência no trânsito começa com algumas regras. Por exemplo, desligar o celular antes de subir numa moto, já que não dá para falar ao telefone e dirigir ao mesmo tempo, e colocar o capacete.
Nós vamos pegar uma carona com Anderson Canheta, que é motociclista há 10 anos e nunca sofreu um acidente. Ele vai falar sobre os cuidados necessários para se dirigir numa cidade que tem um trânsito complicado como São Paulo, ainda mais num dia de chuva.
Com pista molhada, tem que reduzir a velocidade para poder frear com segurança.
“Qualquer toque no freio é chão na certa, é muito escorregadio, não tem como segurar”.
“Agora a chuva passou e a pista está mais seca e isso traz mais segurança.
Mas tem que ficar alerta, qualquer descuido a gente é muito prejudicado”. Um pouco mais a frente, um susto.
“O que essa pessoa fez foi um absurdo.
Ele cortou entre o carro e a moto pela direita, sem sinalizar, e foi um movimento muito rápido, não consegue brecar, e ele sofre o acidente”.
Acidente que pode ser provocado também até por um inseto, se a viseira do capacete estiver aberta. “Se tem agente de trânsito, abaixa a viseira; se não tem, anda com ela aberta. É assim que funciona”.
Para diminuir o perigo, é preciso seguir regras de segurança e também de comportamento. “Tendo cautela por ambas as partes acho que evitaria bastante acidentes. Se a pessoa tiver educação no trânsito, isso consegue transformar muitas coisas”.
Fonte: G1, 03/03/09 - 20h51 - Atualizado em 04/03/09 - 19h23

Vistoria do Inmetro em cadeirinha de bebê é obrigatória

Vistoria do Inmetro em cadeirinha de bebê é obrigatória
A partir de hoje, as cadeiras para transportar crianças em carro só podem ser vendidas com selo do Inmetro.
As que já estão nos carros ainda vão ser aceitas até maio do ano que vem.
Nas prateleiras, até então, o difícil para as futuras mães como Lara era a escolha da estampa, do tamanho e do preço.
Mas na hora da compra, os pais vão ter que ficar atentos a mais um detalhe.
A partir de hoje, as cadeirinhas para carros só vão poder ser vendidas com o certificado do Inmetro. Existem 27 modelos.
As lojas que descumprirem a regra poderão ser multadas. Para os pais, a obrigatoriedade do uso da cadeirinha com o selo só passa a valer a partir de maio do ano que vem. Mas isso não quer dizer que eles podem relaxar.
O Detran está de olho e essa infração é considerada gravíssima, com multa de R$ 191.
“Criança hoje tem que ser transportada com cinto de segurança ou sistema equivalente.
A orientação é que já se faça a adequação por faixa etária das cadeirinhas que estão no mercado e são aferidas pelo Inmetro.
Criança menor de sete anos não pode ser transportada na frente ou no meio entre os bancos”, explica o gerente de fiscalização, Silvaim Fonseca.
Neste ano 81 motoristas foram multados por transportar crianças soltas ou no banco da frente. Entre eles, o pai de uma criança de cinco anos que morreu num acidente há dez dias em Sobradinho.
Ela estava sentada no banco da frente e sem o cinto de segurança.“Deus me livre perder a minha filha por causa de um acidente.
É mais a vida dela, porque pagar R$ 100 ou R$ 900 você paga”, diz o motorista Carlos Damião.
As cadeiras sem selo do Inmetro vão ser apreendidas e as lojas podem ser multadas em até a R$ 1,5 milhão.
Fonte: G1, Sonia Campos / Emerson Soares

segunda-feira, 30 de março de 2009

Flagrantes de acidentes revelam imprudência de motoristas e motoqueiros

Flagrantes de acidentes revelam imprudência de motoristas e motoqueiros
Imagens foram feitas em avenida movimentada em Ribeirão Preto.Para especialistas em trânsito, falta preparo dos condutores.
Imagens impressionantes de acidentes envolvendo motos em uma avenida movimentada de Ribeirão Preto, a 314 km de São Paulo, foram mostradas neste sábado (28) pelo Jornal Hoje.
O que chama atenção na sequência de flagrantes é que em quase todos os casos houve imprudência ou do motorista ou do motoqueiro.
Para os especialistas em trânsito, falta preparo dos condutores para circular pelas ruas do Brasil. Veja o site do Jornal Hoje Em uma das imagens, o motociclista passa em alta velocidade e é fechado pelo carro.
Em outra, o caminhão de entulho entra à esquerda e a moto vai parar sob o caminhão. Um dos flagrantes mostra quando uma grávida de 5 meses, que leva a mãe na garupa, tenta desviar de uma picape, mas não consegue. Nunca se vendeu tantas motos no Brasil como nos últimos cinco anos: mais de um milhão de unidades.
Para os especialistas em trânsito, muita gente que dirige moto, apesar de ter habilitação, não tem vivência necessária para se lvirar dos perigos do veículo. Segundo o último levantamento do Ministério da Saúde, o número de mortes em acidentes com moto deu um salto em 16 anos. Em 1990 foram 299 e, em 2006, 6.734.
O prejuízo é para toda a sociedade, já que os médicos calculam que o tratamento de cada acidentado chega a custar R$ 50 mil. Além disso, os acidentes atingem na maioria das vezes jovens, em idade produtiva, que muitas vezes perdem parte da capacidade física ou até mesmo a vida.
O Portal de Notícias da Globo 28/02/09 - 13h38 - Atualizado em 28/02/09 - 13h38

Motorista dirige na contramão e bate em cinco carros no interior de SP

Motorista dirige na contramão e bate em cinco carros no interior de SP
Uma moto também foi atingida pelo veículo. Carro era conduzido por uma mulher de 40 anos.
Testemunhas afirmam que mulher que provocou o acidente estava em alta velocidade (Foto: Epitácio Pessoa/Agência Rede Bom Dia)

Uma motorista de 40 anos que dirigia pela contramão bateu em cinco carros e em uma moto na manhã desta segunda-feira (30) em Sorocaba, a 99 km de São Paulo. Segundo testemunhas, ela estava a mais de 100 km/h e havia passado em frente a uma escola minutos antes da abertura dos portões. A frente do carro na contramão ficou destruída, os outros quatro veículos foram danificados. Segundo a Guarda Municipal, a motorista subiu a rua na contramão e tentou fugir depois de provocar o acidente.De acordo com a delegada Elizabete Molina, a motorista não tinha condições de prestar depoimento. Ela foi encaminhada para o Hospital Regional. Apenas o motoqueiro atingido ficou ferido na acidente, ele também foi levado ao Hospital Regional.
O Portal de Notícias da Globo 30/03/09 - 16h38 - Atualizado em 30/03/09 - 17h40

sexta-feira, 27 de março de 2009

Porque as crianças estão em risco

Porque as Crianças estão em Risco

A maneira como seu filho viaja no carro pode ser tão importante quanto fatores externos tais como velocidade do veículo e condições da estrada.
Viajar sem proteção é o grande fator de risco para morte e lesões entre crianças ocupantes de veículos. Se o seu passageirinho tem até 04 anos de idade e está viajando sem proteção, ele corre duas vezes maior risco de morrer ou se machucar do que se estivesse viajando com proteção.
A melhor proteção para as crianças é o uso de cadeiras e assentos de segurança para carros. Entretanto vale salientar que não basta comprar um desses artigos para garantir a segurança do seu filho.
A forma como são usados interfere diretamente na eficácia deles. A maioria das crianças que estão em cadeiras de segurança e assentos de segurança são colocadas incorretamente.
Os erros mais comuns são:
Usar uma cadeira inapropriada para a idade e tamanho da criança;
Colocar uma criança menor de 1 ano de idade ou com menos de 09 kg em uma cadeira de segurança voltada para o vidro da frente;
Não instalar a cadeirinha bem presa ao banco do carro, e não colocar a criança corretamente na cadeira de segurança.
Instalar a cadeirinha no banco da frente.
Muitas colisões acontecem perto de casa quando o uso das proteções é esquecido ou subestimado. A maioria também ocorre em ruas com baixos limites de velocidade.
Muitas crianças que estão sentadas em cadeirinhas de segurança ou sem proteção no banco dianteiro do veículo, são seriamente machucadas pelo air bag de passageiro que é ativado no momento do acidente.
A bebida alcoólica é responsável pela maioria das colisões. De acordo com um estudo americano, aproximadamente 65% das crianças mortas em acidentes relacionados com álcool eram passageiras de motoristas bêbados.
Áreas rurais têm maior taxa de acidentes e mortes por veículos. Colisões nessas áreas tendem a ser mais graves.
Prevenção na volta às aulas
Segundo dados do Ministério da Saúde, o trânsito é a maior causa de morte de crianças, entre as lesões não intencionais, de 1 a 14 anos no Brasil. E segundo estudos da ONG Criança Segura a maior parte destes acidentes acontece perto de casa e na volta da escola.
Mais de 1200 crianças morreram como ocupantes de veículos e 1176 atropeladas no ano de 2000, enquanto uma perde a vida, três ficam com seqüelas permanentes.
A boa notícia é que estas mortes e lesões podem ser evitadas.
O transporte escolar
Na hora de escolher o transporte escolar, é preciso observar alguns itens: É obrigatório que exista cinto de segurança para todos os passageiros do veículo; A Van deve ter uma liberação do órgão de trânsito responsável;
Deve haver uma assistente para auxiliar as crianças a descerem do veículo e atravessar a rua.

Fonte: Site orientaçoesmedicas.com.br

quinta-feira, 26 de março de 2009

Trânsito maluco

Trânsito maluco, por Ronald Pagnoncelli de Souza *

Durante alguns meses, fiquei impedido de dirigir. Ao voltar, parecia que o mundo havia mudado, tais as maluquices do trânsito.
Os carros correm a mais de 60 km/h .
Costuram, ultrapassam pela direita, em seguida freiam bruscamente porque a sinaleira fechou, ou aceleram para aproveitar o sinal amarelo, dizendo que, se não o fazem, o carro que vem logo atrás pode bater no seu. Subitamente surge uma moto, a toda a velocidade, não se sabe de onde.
Trata-se de um estresse incomum.
Os porto-alegrenses eram educados, hoje em dia é o caos. Os pedestres, se não se cuidam, são atropelados em plena faixa de segurança. Muitos atravessam fora das respectivas faixas porque não servem de segurança.
Incorrem, entretanto, numa conduta de maior risco.Nas estradas, ultrapassam pelo acostamento ou pela esquerda quando a faixa amarela é contínua e correm a 120 km/h ou mais porque sabem onde estão localizados os pardais. Passam como “anjos” nesses locais e onde estão os controles eletrônicos. Basta circular pouco tempo nas estradas e qualquer um observa essas irregularidades.
Em geral, são os motoristas mais habilidosos os que cometem tais desatinos.Os carros estão cada vez mais potentes e com maior estabilidade e conforto.
É realmente difícil não dar uma “experimentadinha”.O número de veículos é demasiado e nossas estradas, ruas e avenidas são, realmente, de má qualidade.
Não se pode dizer, entretanto, que em países mais avançados a situação seja diferente, porque as estradas e pavimentações são perfeitas e os limites de velocidade são rigorosamente observados, somente nas freeways são permitidas velocidades até 140 km/h, noutra faixa até 180 km/h e noutra até 200 km/h, onde não há nenhuma falha no piso, e não há travessias de forma alguma.Nas ruas e avenidas, entretanto, as velocidades são mais baixas e rigorosamente controladas.
Os pedestres, podem, inclusive, ser multados, mas “ai, daquele motorista que atropela uma pessoa”.
Ele vai direto para a Corte.Em nosso meio, o que existe é a impunidade. Só vejo, pois, um caminho: a educação para o trânsito; os cursos estão sendo dados, mas, como qualquer outro processo educativo, não pode ser decretado.
Precisa ser promovido até que se torne prestigiado e não só os governos devem participar. A comunidade precisa participar. Uma ONG pode ser uma alternativa; outdoors e logotipos com frases de efeito e imagens de acidentes. A mídia bem orientada seria muito útil...* Médico e escritor
Fonte: Jornal Zero Hora, 25 de março de 2009

À prova de acidentes

À prova De acidentes
Carros alemães avisarão se uma colisão vai acontecerEnquanto o Brasil apenas agora começa a tornar obrigatório um item elementar de segurança como o air bag, na Alemanha logo os automóveis poderão prever uma colisão ou atropelamento iminente e avisar o motorista com tempo suficiente para uma ação evasiva.
Que poderá ser feita pelo carro.Scanners, radares, sensores ópticos e câmeras 3D e de infravermelho estão tornando os veículos alemães cada vez menos dependentes dos motoristas. E os números de vítimas no trânsito não param de cair.Em 1970, 21.332 pessoas morreram em acidentes automobilísticos na Alemanha.
O uso de recursos de direção assistida começou no país naquela década com o advento do ABS, que evita o travamento das rodas em freadas. Nos anos seguintes, sistemas como o Adaptive Cruise Control (ACC), que ajusta a velocidade para manter sempre a mesma distância do veículo da frente, tornaram os carros ainda mais seguros.Hoje, as marcas alemãs exibem dispositivos como o Night Vision, da BMW, que usa câmeras infravermelhas para identificar, à noite, obstáculos potenciais, como pedestres em movimento.
A câmera pode detectar formas a mais de 300 metros de distância.
Se o computador do carro perceber alguém atravessando a rua e concluir que a situação é perigosa, exibe um alerta (projetado no pára-brisa) pedindo que o motorista desacelere. Mesmo a 100 km/h, ele terá até sete segundos para tomar uma ação evasiva, se for necessário.
O resultado do uso de tanta tecnologia reflete-se nas estatísticas.
Em 2008, 4.467 pessoas morreram em acidentes na Alemanha, 80% menos do que em 1970, e o índice mais baixo desde que os levantamentos começaram a ser feitos nos anos 50.
Mas os engenheiros não estão satisfeitos e projetam um futuro em que talvez nenhuma intervenção humana seja necessária para conduzir um automóvel.
– Não queremos tirar o prazer das pessoas de dirigir, apenas fornecer informações mais precisas para os motoristas tomarem suas decisões – desconversa o engenheiro Raymond Freymann, da BMW.Mas a própria BMW já testa um protótipo que dispensa totalmente o motorista.
O carro acelera, freia e faz curvas sozinho. Quando chegar ao mercado, talvez os alemães não tenham mais mortes no trânsito para chorar.

Os carros serão capazes de se comunicar uns com os outros e terão câmeras panorâmicas que permitirão detectar obstáculos dentro e além das curvas.
100% conectados
- Até os painéis dos carros alemães estão sendo projetados para aumentar a segurança. O ponto central é a internet móvel, que por um lado manterá o motorista informado sobre as condições de tráfego (como pontos de engarrafamento, pista escorregadia) e as cotações do mercado financeiro, os hotéis e restaurantes e cinemas mais próximos ou as vagas para estacionar.
Mas a web também conectará o carro a centrais de atendimento. Em caso de pane ou acidente, o veículo automaticamente enviará um sinal informando sua localização e fornecendo detalhes básicos sobre a situação para as equipes de socorro, que assim poderão chegar com mais rapidez ao local.
Manobrista eletrônico
- Um assistente de estacionamento, atualmente sendo testado em um protótipo do BMW X5, pode manobrar um carro sem qualquer interferência do motorista.
Ele só precisa acionar um dispositivo do tamanho de um controle remoto. Sensores como radares e scanners avaliarão o espaço em volta e levarão o carro até uma vaga.
Sem rota de colisão
- Com seu carro monitorado por sensores, conectado a outros carros e aos sinais de tráfego e orientado por sistemas de navegação em tempo real, o motorista receberá por sinais sonoros e no painel se um veículo que aparece no campo do radar está na mesma pista ou se um pedestre vai atravessar a rua. Mesmo a 100 km/h, ele terá até sete segundos para evitar um acidente.
Evitando o perigo
- O Active Cruise Control (ACC) mantém a velocidade e a distância constantes em relação aos veículos à frente. Radares escaneiam permanentemente a rodovia.
Quando o carro se aproxima de um veículo mais lento, o ACC reduz a aceleração e aplica os freios, mantendo a distância predefinida. A distância é ajustada em segundos, e não em metros, o que dá mais tempo de reação ao motorista.
O ACC também detecta pedestres a mais de cem metros de distância e antecipa a direção em que eles estão indo.
Fonte:Jornal Zero Hora, 23 de março de 2009

domingo, 22 de março de 2009

TCE fiscalizará destino de recursos de multas

TCE fiscalizará destino de recursos de multas

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) passará a fiscalizar com rigor o destino dos recursos obtidos pelos municípios através da aplicação das multas de trânsito.
O anúncio foi feito durante a realização do encontro Educação Para o Trânsito - O TCE e a Fiscalização dos Recursos Destinados pela Legislação, realizado na tarde de ontem, na sede da corte, em Porto Alegre.
"Este encontro tem como mote principal alertar para que os recursos obtidos com as multas sejam aplicados em educação, como manda a lei", afirma o presidente do TCE, conselheiro João Luiz Vargas.Além disso, o tema mais discutido e abordado durante os painéis foi a necessidade urgente do cumprimento do artigo 24 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), em vigor desde 1998, que responsabiliza os municípios pela gestão do trânsito nas cidades. No Rio Grande do Sul, dos 496 municípios, apenas 145 (29,2%) estão cadastrados no sistema nacional de trânsito e já assumiram suas funções definidas pela legislação.
"O Rio Grande do Sul é o segundo estado do País no número de cidades com o trânsito municipalizado, perdendo apenas para São Paulo. Falta muito ainda a ser feito, mas estamos no caminho correto", afirma o coordenador da área de trânsito da Federação das Associações dos Municípios do Estado (Famurs), Sérgio Perotto.
De acordo com o assessor do TCE, Lieverson Perin, o órgão irá fiscalizar com rigor para que os municípios cumpram a lei. "Ao final do ano, todos os municípios devem estar integrados no sistema de trânsito nacional.
Do contrário, arcarão com as punições previstas na legislação", ressalta.Para a especialista no tema e psicóloga social da PUC do Paraná Adriane Picchetto Machado, é urgente que se transfira para as administrações municipais a responsabilidade pela gestão do trânsito.
"O processo de municipalização é irreversível. Ninguém conhece mais e melhor o trânsito de uma cidade do que a prefeitura e a comunidade. Faz 11 anos que o destino dos recursos é lei no País e tem de ser colocado em prática com urgência", diz.
Outro ponto abordado foi o destino dos recursos obtidos pelos municípios através da aplicação de multas. A legislação diz que todo o dinheiro arrecadado com a aplicação das multas deve ser utilizado em projetos de educação.
"O TCE está dando um aviso: nós passaremos a auditar os recursos de trânsito.
Chegou o momento de o tribunal fazer cumprir a lei", enfatiza Perin.As multas podem até diminuir o número de acidentes, mas, para a especialista paranaense, para que as tragédias que ocorrem todos os dias nas ruas e estradas do País diminuam, é necessário que seja instituída uma política séria de educação para o trânsito.
"Existe uma série de ações que podem ser colocadas em prática. Programas específicos para cada público, com linguagens próprias, que objetivem mudanças de comportamento.
No Brasil se pensa muito no trânsito sob o ponto de vista da engenharia, e muito pouco em processos de educação", destaca. "Após 11 anos do CTB não temos uma proposta efetiva, com bases curriculares sólidas, de uma educação para o trânsito.
Nossas cidades foram construídas para automóveis e não para pedestres e ciclistas.
Existe um grande paradoxo: ao mesmo tempo em que se incentiva a compra de veículos, para aquecer a economia, se fala em rodízio de carros nas ruas.
Ou seja, incentivam-se as pessoas a comprarem carros para que elas os deixem em casa. Isso é um contrassenso", afirma Perotto.
17/3/2009 por Juliano Tatsch

Freios ABS dão segurança ao motorista


Sistema de freios ABS permite frear e desviar o carro em uma aquaplanagem. Com freios tradicionais os pneus travam e o veículo derrapa (Foto: Divulgação) Um dos novos compontentes de segurança que ajudam o motorista principalmente nos dias de chuva é o sistema de freios ABS. Conhecido como Sistema Antibloqueio de Frenagem, o ABS evita o travamento das rodas em uma freada brusca.
Freios ABS dão segurança ao motorista
Sistema evita bloqueio das rodas e a derrapagem.Apenas 3% dos carros populares do Brasil têm freios ABS.
Rafael Corassa Especial para o G1

"O item mais seguro para um motorista em dias de chuva e menos usado no Brasil são os freios ABS", quem comenta é o piloto e instrutor de pilotagem Ricardo Dilser. Para se ter uma idéia do poderio dos freios, Clauset garante que "com um ABS o carro nunca irá rodar numa aquaplanagem, por que as rodas não travam", analisa.
Em um asfalto molhado, o automóvel, com esse sistema de freios, tem sua distância de parada reduzida em até 30% em relação aos carros com freios convencionais.
Além disso, o motorista tem a opção de mudar a trajetória do carro, impossível para os sistemas tradicionais, que travam as rodas e o volante.
"Se estiver numa velocidade de 40 km/h e brecar bruscamente, o carro vai patinar em linha reta por uns quatro metros. Se frear com ABS, ele não vai patinar e ainda terá a opção de desviar do veículo da frente", conta Visconti.
No Brasil, o índice de instalação de ABS em carros pequenos ou populares, que representam mais de 70% da venda no país, é de apenas 3%.
No mercado nacional total, não supera os 13%. Estados Unidos lidera o segmento com 91% dos automóveis com o sistema, contra 85% do Japão e 57% da China.
Segundo pesquisa realizada pelo Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), na melhor das hipóteses, o freio ABS custa 5% do valor do carro.
Atualmente algumas montadoras comercializam o kit com ABS e Air Bag por R$ 2.500. A instalação em uma oficina autorizada também não sai por menos que esse valor.
"O problema é que as montadores demoraram para colocar o utensílio como item básico. Antes, para comprar um carro com ABS, era necessário optar também pelo kit com banco de couro, teto solar, etc.", comenta o instrutor Dilser.
Mas a culpa não é só das empresas, já que muitos brasileiros se preocupam mais com a aparência e o conforto, e na hora de escolher um carro novo dá prefência ao chamado "kit conforto", com vidro e travas elétricas, pintura metálica, som e tapete, do que os kits de segurança, como os que incluem o ABS.
A engenheira paulista Micaela Muramoto, por exemplo, gosta de ter o carro sempre impecável. "Ter meu carro limpinho, arrumado, bonito, isso é o que vale, que me faz bem", garante.
O programador Ednilson Silva, por sua vez, considera que "o air bag e o ABS são melhores e mais baratos quando vem de fabrica.
O resto se instala por fora e se paga em várias prestações", comenta. A publicitária Graziela Graviola, que mora em Miami, nos Estados Unidos, afirma que nem precisa pensar na segurança. "Aqui, isso é o kit básico", diz.
O Portal de Notícias da Globo 01/11/07 - 07h30 - Atualizado em 01/11/07 - 09h48

Um ano depois

UM ANO DEPOIS
Mãe tenta superar a dor

O túmulo de Isabella Nardoni, no cemitério Parque dos Pinheiros, zona norte de São Paulo, virou uma espécie de santuário. A cada dia, pessoas depositam ali flores e bilhetes de pesar pela morte da criança. Tanta assiduidade à sepultura comove a mãe da menina, a bancária Ana Carolina de Oliveira, que faz visitas mensais ao túmulo.
A próxima será dia 29, quando a tragédia completa um ano.A mãe de Isabella mergulha no trabalho para esquecer a dor. Logo após a morte da filha, ela suspendeu o serviço, porque não conseguia se concentrar. Passava horas em frente à TV, vendo tudo sobre a morte da menina. Sofrendo. Chorando.
Na tentativa de consolá-la, parentes e amigos lhe deram mais de 20 livros com temas espíritas e religiosos. Entre as leituras, ela chora.No dia do seu aniversário de 24 anos, em 4 de abril do ano passado, Ana Carolina escreveu no Orkut um recado para a filha, em tom de consolo: “A morte não é tudo. Não é o final. Nada aconteceu.
Tudo permanece exatamente como foi. Eu sou eu, você é você, e a antiga vida que vivemos tão maravilhosamente juntas permanece intocada, imutável”.Carolina mora com os pais, o que ajuda a preencher o vazio noturno provocado pela ausência da filha.
No quarto, a mãe de Isabella guarda uma coleção de sapatos da filha, que arruma a cada fim de semana. Como num relicário, cada objeto da menina – brinquedos e ursos de pelúcia – permanece intocado, como se ela fosse voltar.
Carolina evita receber pessoalmente jornalistas, mas concordou em atender Zero Hora por telefone e por e-mail. Impôs uma condição: não falar sobre os Nardoni. Admite apenas que nunca mais foi procurada pela família do pai da menina.
A entrevista foi intermediada pela advogada de Carolina, Cristina Christo Leite, que vai atuar na acusação contra Alexandre Nardoni e Anna Jatobá.
Fonte: Jornal Zero Hora, 22/03/2009

Acidente com estudantes na volta para casa


Acidente com estudantes na volta para casa

Dois acidentes em um trecho de pouco mais de 40 quilômetros da rodovia Vale do Sinos-Serra (RS-122) deixaram pelo menos seis pessoas feridas.No km 3, em Portão, um ônibus universitário tombou ao meio-dia em um acidente que envolveu dois caminhões, uma carreta e um automóvel.
No veículo da empresa Santa Luiza, 15 alunos do Centro Universitário Feevale, de Novo Hamburgo, retornavam da aula para Carlos Barbosa, Garibaldi e Bento Gonçalves, na Serra. Duas universitárias e o motorista do ônibus, Fabio Trevisan, 34 anos, sofreram ferimentos leves e precisaram receber socorro no Hospital de Portão.
O segundo acidente ocorreu na Curva da Morte, em Farroupilha, à tarde.
Além de deixar três feridos, a colisão entre dois caminhões e um Corolla provocou mais de quatro quilômetros de congestionamento até o início da noite.

Fonte: Jornal Zero hora

Estresse no trânsito

Estresse no trânsito

Pergunta: Geralmente fico muito estressado quando enfrento congestionamentos, e a minha pressão arterial sobe.
O que posso fazer para amenizar esses sintomas?Resposta: O estresse pode levar o ser humano a ficar hostil e impaciente, gerando prejuízo a sua capacidade de concentração e atenção, o que pode provocar aumento da pressão arterial e taquicardia.
Chamamos isso de estresse móvel, que é aquele que carregamos enquanto dirigimos.Sugere-se que, antes de sair, você leve uma revista ou um livro e também uma garrafa de água.
Leia o jornal ou ligue o rádio para se informar sobre as vias congestionadas ou com acidentes. Observe os pneus e o tanque de combustível e saia sempre com uma certa antecedência de casa.Com essas medidas, você estará se educando para futuros e sempre prováveis congestionamentos.
NELSON ANTONIO TOMBINI Médico perito e especialista em medicina de tráfego (Cremers 7151)
Fonte: Jornal Zero Hora