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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Conteúdo do plano de ação de segurança do trânsito

Para se chegar a uma redução significativa nas estatísticas de acidentes, é preciso agir simultaneamente sobre todos os vetores relevantes:
1. Melhorias da rede.
A primeira providência seria, em muitos trechos, a recuperação de condições normais de conservação das rodovias em todos os seus componentes: pista, acostamentos, sinalização, drenagem, taludes, defensas, obras de arte especiais, interseções.
A priorização dos serviços deve ser feita em função da segurança: a realização de uma pista nova permitindo maiores velocidades é um fator de risco se não estiver acompanhada de todas as medidas complementares de segurança necessárias.
Em seguida, vem a eliminação dos pontos críticos concentradores de acidentes, que surgiram em decorrência da evolução das condições de tráfego e do desenvolvimento das regiões atravessadas.
2. Novas rodovias.
Os progressos da segurança rodoviária em outros paises ou em certas regiões do Brasil foram resultado da construção de novas rodovias: auto-estradas ou vias rápidas, de maior capacidade e com características que permitem uma considerável melhoria nas condições de segurança. Essas rodovias têm características geométricas adaptadas a velocidades de até 130 km/hora e aos modernos veículos de carga.
São cercadas, impossibilitando a presença de pedestres, ciclistas, veículos lentos. Todas as interseções são em desnível e os únicos acessos intermediários, reservados a áreas de serviço, de assistência ou de descanso se fazem através de pistas de aceleração e desaceleração.
Qualquer comparação entre os índices de acidentes entre rodovias brasileiras demonstraria a eficiência daquelas que foram projetadas e mantidas nestes padrões. Nos países onde a rede está mais desenvolvida tecnologicamente, as auto-estradas são geralmente consideradas como cinco vezes mais seguras do que no restante da rede.
3. Comportamento dos usuários.
Fator extremamente importante, presente em quase todos os acidentes, que exige um esforço permanente de educação, controle e repressão. Nesta área, um apoio importante cabe ao Estado, em matéria de regulamentação e de organização. Sem uma mudança radical do comportamento da fiscalização não se resolverá o problema dos acidentes.
4. Condições dos veículos.
Inspeção técnica veicular, com freqüência e de acordo com a categoria do veículo.
5. Regulamentação e controle.
A evolução constante e rápida tanto das condições da segurança como dos atores envolvidos requer uma atualização permanente da regulamentação.
6. Socorros e atendimento médico.
Socorros rápidos e de qualidade aliviam consideravelmente as conseqüências dos acidentes para as vítimas.
Fonte: Por Vias Seguras

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Programa de segurança do trânsito

A situação atual exige uma mudança radical na política de prevenção de acidentes. Isto pressupõe a elaboração e a conseqüente realização de um programa envolvendo todas as atividades necessárias para atingir um objetivo preestabelecido de redução de acidentes.
Este programa inclui:
· Um objetivo quantitativo de redução de acidentes, definido claramente e amplamente divulgado.
· Um plano de ação de prevenção, contendo as ações prioritárias selecionadas para atingir a meta fixada, referentes às seguintes áreas de atuação:
Melhoria da rede
Novas rodovias
Comportamento dos usuários
Características e condições dos veículos
Regulamentação e controle
Socorros e atendimento médico.
· As medidas de gerenciamento e suporte que permitam a realização do plano de ação, principalmente:
Estrutura organizacional
Suporte político e social
Sistema integrado de dados
Financiamento
Competências técnicas e atividades de pesquisa
Monitoramento e avaliação
Dada a extensão do país, sua gama de instituições e sua diversidade, esta sistemática deveria aplicar-se a cada nível, federal, estadual e municipal.
O objetivo quantitativo de redução de acidentes é um elemento-chave do programa. É um desafio a ser lançado pelo governo a sim próprio e a toda a sociedade. Apenas a título de exemplo: “Vamos juntos reduzir de 10.000 o número de vítimas fatais nos próximos cinco anos!”, o que significaria passar de um total atual de 40 a 45.000 a um total em 2012 entre 30 e 35.000. Em seguida, no decorrer da realização do programa, dá-se ampla publicidade às estatísticas e às medidas tomadas para atingir o objetivo. É o foco de motivação da coletividade.
O plano de ação e as medidas de gerenciamento e suporte estão apresentados a seguir.
Fonte: Por Vias Seguras

domingo, 30 de agosto de 2009

Ong Alerta na Prefeitura de Porto Alegre


Sexta feira dia 28 de agosto O prefeito José Fogaça convida várias entidades de Porto Alegre para um painel onde apresenta uma campanha de respeito a faixa de segurança, que será lançada em setembr de 2009, pois nem motoristas nem pedestres utilizam e respeitam a faixa.
Na saida da prefeitura já se pode observar que os pedestres atravessam onde bem entendem. Por acaso uma brigadiana estava atravessando fora da faixa, para um bom trabalho precisamos do apoio de todos, onde a Ong Alerta se colca a disposição da prefeitura para dar certo este novo desafio.


quarta-feira, 13 de maio de 2009

CET Companhia de Engenharia de Tráfego

As grandes metrópoles do mundo vivem e enfrentam problemas sociais e econômicos alarmantes. Dentre os reflexos deles decorrentes, que estão diretamente relacionados com a qualidade de vida de suas populações, estão os de transporte e trânsito.
A administração do trânsito tornou-se um imenso desafio, uma vez que a disputa pelos espaços do sistema viário transformou-se em conflito constante entre motoristas e pedestres.
Nesse contexto foi que, em 1976, criou-se a Companhia de Engenharia de Tráfego - CET com o objetivo de planejar e implantar, nas vias e logradouros do município, a operação do sistema viário, com o fim de assegurar maior segurança e fluidez do trânsito.
Essa missão certamente é cada dia mais difícil e complexa considerando o resultado da aceleração da demanda por veículos automotores, pronta e eficientemente respondida pela indústria automobilística, que introduz nas ruas paulistanas cerca de 500 novos carros por dia. Atualmente a cidade de São Paulo, uma das quatro maiores metrópoles do mundo, conta com aproximadamente 14.600 Km de vias, uma frota de veículos cadastrados de 4.900.000 e uma população de 10 milhões de habitantes, tem uma saturação quase permanente do sistema viário, tornando estratégicas as atividades de operação de campo, realizadas 24 horas por dia por engenheiros e técnicos operacionais.
Múltiplos objetivos passaram a ser simultaneamente prioritários, como a necessidade de fluidez, o aperfeiçoamento da segurança e a modernização dos equipamentos.
O investimento da Prefeitura do Município de São Paulo desde a criação da CET tem sido fator primordial para melhoria das condições do sistema viário e segurança de seus usuários nos diversos deslocamentos realizados diariamente.
Esses investimentos foram fundamentais para implantação de 5 modernas centrais de tráfego, permitindo a substituição de semáforos obsoletos em 40% dos quatro mil cruzamentos sinalizados, mudando o padrão de sinalização da cidade e diminuindo sensivelmente as horas de espera socialmente perdidas em extensas lentidões.
O programa de implantação de 163 câmeras de televisão nas principais interseções vem permitindo um melhor monitoramento operacional, tornando mais rápidas as providências para remoção de interferências que dão origem aos congestionamentos.
O uso obrigatório de cinto de segurança nos veículos foi uma ousada e consistente medida, pioneira no País, rapidamente absorvida pela população e seguida por muitas outras cidades brasileiras.
A segurança no trânsito aumentou com a introdução de registradores fotográficos de infração aos semáforos, tecnologia inteiramente desenvolvida pela CET.
Colocados nos cruzamentos mais movimentados, registrando fotograficamente as transgressões, vem mostrando alto poder de inibição da prática de infrações.
As numerosas melhorias implantadas no sistema viário - novas vias de ligação, túneis, pontes, viadutos, passarelas, alargamento do viário, etc. - exigiram estudos detalhados para integra-las ao sistema viário em operação, de forma a dar mais eficiência ao desempenho do trânsito.
Outra estratégia adotada, está direcionada à Educação para o Trânsito para se alcançar, a médio prazo, maior fluidez e segurança nos deslocamentos realizados, configurando-se em fator determinante para o desenvolvimento de atividades dirigidas a diversas faixas etária da população.
Para isso, temos atividades que são desenvolvidas nas escolas e locais públicos e outras que são desenvolvidas em nossos dois centros de treinamento.
A Secretaria Municipal de Transportes, responsável pela estratégia de atuação da CET dentro do Governo Municipal, apoia, de forma preponderante, os projetos que necessitam de maior investimento e de desenvolvimento de tecnologia de ponta.
Dessa forma a atuação da prefeitura nos investimentos realizados trouxe como resultado a diminuição do número de vítimas fatais nos acidentes de trânsito, cujo índice por 10.000 veículos passou de 11,0 em 1987 para 3,3 em 1998, o que demonstra os esforços que vem sendo realizados para a melhoria das condições de segurança no trânsito da cidade.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

A GUERRA SILENCIOSA NO TRÂNSITO DO BRASIL

CARTA ABERTA
A GUERRA SILENCIOSA NO TRÂNSITO DO BRASIL
O que dizer de um trânsito que mata 35 mil pessoas todos os anos, deixa 70 mil pessoas inválidas e 210 mil com seqüelas? Números apurados em 2007, informam que em 8 anos, 254 mil pessoas perderam suas vidas nas estradas, ruas e avenidas do país (g1.com.br).
O Brasil gasta 28 bilhões por ano com acidentes de trânsito, sendo a terceira causa de morte, ficando atrás apenas das doenças do coração e do câncer e o segundo maior problema de saúde pública, perdendo apenas para a desnutrição.
Aproximadamente 50% dos leitos em hospitais são ocupados por vitimas de acidentes de trânsito. Morrem em média 100 pessoas por dia ou 1 (uma) a cada 4 minutos. Estes números são maiores que muitas guerras.
GENOCÍDIO – TRAGÉDIA
Alguns destes números poderiam mudar, pois segundo a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego, das 35 mil que morrem anualmente, aproximadamente 8 mil se salvariam se estivessem usando o CINTO DE SEGURANÇA. Dados da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, somente 3% (três por cento) dos adultos e 20% (vinte por cento) das crianças usam o cinto no banco traseiro e em geral, tanto nos bancos da frente como nos traseiros, segundo o Centro de Defesa das Vítimas de Trânsito, 71% (setenta e um por cento) de motoristas e passageiros não usam o cinto.
Para mudar este quadro trágico colocam sensores nos cintos, mas como fiscalizar o uso se o cinto com sensor fica no interior do veículo?
Agora é obrigatório por lei os veículos saírem das fábricas com airbags. Segundo dados do Hospital Sarah Kubitschek referência em atendimento de pacientes com politraumatismo e problemas locomotores, a obrigatoriedade de instalação de airbags deverá contribuir de maneira importante para a redução do número de mortes e para a prevenção de lesões gravemente incapacitantes, especialmente traumatismo crânio encefálicos.
Acarreta, entretanto segundo o mesmo hospital, riscos à integridade dos ocupantes de veículos que devem ser considerados cuidadosamente, PRINCIPALMENTE SE CONSIDERARMOS A GRANDE DISCREPÂNCIA DAS TAXAS DE USO DO CINTO DE SEGURANÇA POR MOTORISTAS E PASSAGEIROS. Ainda segundo a rede Sarah, airbags são denominados MECANISMOS DE RETENÇÃO “SUPLEMENTARES” (como fala a própria lei), PORQUE ELES FORAM DESENVOLVIDOS PARA FUNCIONAREM COMBINADOS AO CINTO DE SEGURANÇA, formando um sistema integrado de proteção dos ocupantes.
É preciso considerar que a eficácia dos airbags apenas suplementa aquela proporcionada pelo cinto de segurança.
O cinto ajuda a posicionar apropriadamente os ocupantes para maximizar o benefício do airbag e eles ajudam a reter os ocupantes durante uma colisão inicial e em colisões subseqüentes – quando, então, o airbag já terá perdido utilidade, uma vez que o airbag é acionado uma única vez e desinfla rapidamente depois do impacto inicial.
Portanto, é extremamente importante que os cintos de segurança sejam utilizados, mesmo em veículos equipados com airbag, sendo que os airbags não foram projetados para serem acionados em freadas bruscas, capotagem e não impedem que a pessoa seja projetada para fora do veículo, conclui em sua análise a Rede de Hospitais Sarah Kubitschek.
Segundo a ABETRAN, em uma colisão a 60 km/h, o peso é multiplicado por 50. Uma mala de 7 kg atinge 350 kg, um cachorro de 10 kg atinge 500 kg, uma criança de 20 kg atinge 1.000 kg, uma mulher de 50 kg atinge 2.500 kg e um homem de 70 kg atinge 3.500 kg. Conclui-se então que O CINTO DE SEGURANÇA É O ACESSÓRIO MAIS IMPORTANTE DE UM VEÍCULO QUANDO SE TRATA DE SALVAR VIDAS e que a falta de conscientização dos motoristas e passageiros, somados a DIFICULDADE QUE OS AGENTES PÚBLICOS TEM EM FISCALIZAR O SEU USO É A GRANDE QUESTÃO, pois é impossível parar todos os veículos nas rodovias e cidades, para verificar quem está utilizando o cinto ou não.
Tendo em vista todos os dados e problemas citados acima e no propósito de superá-los, foi desenvolvido o sistema elétrico para indicar o uso do CINTO DE SEGURANÇA , através de lanternas de sinalização externas e no painel de automóveis, camionetas, utilitários, caminhões, ônibus, microônibus, reboques e semi-reboques nacionais e importados saídos de fábrica, bem como na frota já em circulação (sistema interligado com o cinto de segurança).
Este dispositivo (material anexo) além de ser de fácil fabricação ou adaptação, trará inúmeros benefícios tanto para motoristas e passageiros, bem como será de EXTREMA IMPORTÂNCIA para quem tem o poder de fiscalizar o uso do cinto de segurança. Motoristas e passageiros se verão OBRIGADOS a usarem o cinto, pois o dispositivo que indica o uso, É VISÍVEL DO LADO EXTERNO DO VEÍCULO. Ou seja: frente, traseira e painel, sendo possível desta forma visualizar a distância e sem parar o veículo, quem e quantos estão utilizando o cinto de segurança (ver desenhos anexo).
Um dispositivo simples, mas que poderá salvar inúmeras vidas, pois como foi citado no início, das 35 mil pessoas que morrem ao ano no Brasil, 8 mil se salvariam se estivessem usando o cinto de segurança.
Outro fato de extrema importância: motoristas que dirigem alcoolizados, nem pensam em colocar o cinto e com o sistema ora apresentado, poderão ser barrados antes de provocarem uma tragédia.
Desnecessário se faz maiores considerações, pois o material que acompanha este projeto (dados a cima e desenhos), justificam a implantação imediata do dispositivo hora proposto.
* MORRE 1 (uma) PESSOA A CADA 4 MINUTOS NO TRÂNSITO *
CINTO – NÃO DÁ PARA ESPERAR!

IMPORTANTE: Não precisa passar pelo congresso, basta uma resolução do CONTRAN.
PEDIDO DE APOIO
É preciso ficar claro que a obrigatoriedade do airbag, não evitará acidentes. Que obrigar os veículos a saírem de fábrica com freios ABS será importante, mas também não evitará acidentes. O que estas medidas do Governo estão tentando na verdade, é reduzir o número de mortes e feridos.
Ora, todas as entidades que reúnem ou defendem vitimas de acidentes, órgãos do próprio governo e todos os especialistas em trânsito deixam claro, “QUE O USO DO CINTO DE SEGURANÇA é a forma mais eficaz e A ÚNICA que poderá diminuir consideravelmente esta tragédia silenciosa nas estradas, ruas e avenidas do país, mesmo tendo airbag ou freios ABS”.
Então, você que é uma vitima viva, você que perdeu alguém de sua família ou um amigo e a você que não consegue ficar calado diante desta tragédia diária, pedimos o apoio para vermos implantado este sistema simples mas eficaz, inédito no mundo e 100 vezes mais barato que um airbag (nada contra o airbag quando usado o cinto).
Este Projeto já está com o Dep. Federal Afonso Hamm, membro da Frente Parlamentar em Defesa do Trânsito Seguro que abraçou esta idéia. Mande seu e-mail para o gabinete do Deputado manifestando seu apoio.
Mande e-mail para o seu Dep. Federal, para o seu Senador e também para o Exmº. Sr. Ministro Márcio Fortes a quem está subordinado o CONTRAN.
Em fim, mande e-mail para quem você acredita que possa ajudar a implantar este projeto e assim diminuirmos as mortes, os feridos e os que ficam paraplégicos ou tetraplégicos.
O Bispo Diocesano de Bagé-RS. e membro da CNBB Dom Gílio Felicio, ficou extremamente entusiasmado com o Projeto e disse: "Se depender de mim já está em todos os carros, isto é o ovo de colombo.
Vou apresentar na Assembléia Geral da CNBB em Itaici (SP) na próxima quarta dia 22, onde estarão mais de 300 Bispos do país, entregar ao Presidente da Conferência e ao Secretário Geral Dom Dimas Lara, que com certeza serão defensores desta brilhante idéia".
Se você tem ou sabe como, vá para a mídia ou faça virar notícia, pois assim conseguiremos atingir nosso objetivo.
UNIDOS E CADA UM FAZENDO SUA PARTE, SERÁ IMPLANTADO RAPIDAMENTE.
Pedimos a gentileza de enviarem os e-mails com cópia para cinto.salvavidas@hotmail.com ou leilaolle@yahoo.com.br e desta forma poderemos manter uma comunicação permanente e troca de informações.

- e-mails do Dep. Afonso Hamm: dep.afonsohamm@camara.gov.br
dep.afonsohamm@alternet.com.brimprensamarciamarinho@gmail.com
Telefones do Gabinete do Deputado: (61) 3215 5467 e FAX (61) 3215 2467
O CINTO É TIDO COMO ADEREÇO PARA EVITAR MULTAS - ISTO NÓS PODEMOS MUDAR.
Renato Azevedo
RG 1008295618
Cel. (51) 8173 5354
e-mail: re..gaucho@yahoo.com.br
Leila Ollé
RG 154326
Cel.(21) 83415922
Tel.(21)25412716
email: leilaolle@yahoo.com.br
SEGUEM ANEXOS COM OS DESENHOS DO SISTEMA EM FUNCIONAMENTO.
IMPORTANTE
Um estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que cada morte causa um impacto de R$ 467 mil, e uma pessoa ferida em um acidente gera um custo de R$ 96 mil.
Foram analisados e contabilizados pelo Ipea custos hospitalares, manutenção da polícia rodoviária, remoção das vítimas, veículos do resgate e os danos materiais. Conforme a Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) o governo gasta por ano R$ 28 bilhões com acidentes de trânsito no Brasil.
Gastos que vão desde o atendimento a vítima, a entrada no hospital até o afastamento do trabalho. Uma vítima de acidente que chega ao hospital em situação grave requer uma equipe de, no mínimo, sete profissionais.
Bagé 15/04/2009.-