Dirigindo com segurança
Pneu careca, palheta do limpador vencida e falta de água no reservatório do limpador são coisas que não combinam nem com o tempo seco quanto mais nesta época de fortes chuvas, principalmente nas férias, quando o carro enfrenta as estradas. Para não correr riscos, o motorista deve ter em mente que o veículo precisa estar com a manutenção em dia, pois as chuvas mudam as condições de segurança, reduzindo a visibilidade e deixando a pista escorregadia.
As lâminas de água que cruzam a pista podem causar o fenômeno chamado aquaplanagem, que faz com que os pneus percam contato com o solo, e o carro passe a deslizar, completamente sem controle, transformando o motorista em mero espectador. Trata-se de um situação extremamente perigosa, pois existem grandes chances de o carro sair da pista, ir de encontro a outro veículo, árvore, poste ou cair em uma ribanceira. Quando ele "desliza" sobre a água, não resta muita coisa a fazer, além tirar o pé do acelerador e manter (segurar firme) o volante em linha reta.
Mas alguns cuidados podem ajudar a evitar que isso aconteça: manter os pneus em bom estado, com sulco acima de 1,6mm, pois são responsáveis por drenar a água; e reduzir a velocidade (abaixo dos 80km/h). É importante dizer que a aquaplanagem acontece principalmente em estradas planas e bem pavimentadas. O problema mais grave é que nem sempre as duas rodas dianteiras saem ao mesmo tempo da lâmina d' água, ou seja, uma das rodas recupera o atrito com o solo antes da outra. Isso acaba puxando o carro para um dos lados, provocando acidente.
A mistura chuva e pneus carecas é um convite à morte, ou a um acidente grave, pois os sulcos do pneu são os responsáveis pela drenagem da água, garantindo a aderência. Com o pneu liso, o veículo fica com a estabilidade reduzida e pode derrapar facilmente, até mesmo em curvas feitas em baixa velocidade. Rodar com pneus desgastados pode implicar em multa.
Vidros
Não espere ser surpreendido pela chuva forte para perceber que as palhetas do limpador do para-brisa e do vidro traseiro estão em péssimo estado e não dão conta de remover corretamente a água. Sol, vento, poluição e outras ações destrutivas ressecam as lâminas de borracha, que perdem a capacidade de limpeza do vidro e provocam ruídos indesejáveis. Geralmente, as palhetas costumam durar cerca de um ou, no máximo, dois anos, e devem ser substituídas aos pares, mesmo que uma esteja em melhor estado que a outra.
Para aumentar a durabilidade, é aconselhável manter as lâminas de borracha sempre limpas, retirando principalmente o óleo que vem de outros carros e que, quando exposto ao sol, acaba ressecando as borrachas. Para a limpeza, use somente sabão neutro diluído em água. Não ligue os limpadores do para-brisa e do vidro traseiro sobre o vidro seco. O acionamento somente deve ser feito com o vidro molhado e sem a presença de sujeiras, tais como terra, barro, areia, etc., pois isso danifica a borracha e o próprio vidro.
Na hora da compra, o motorista deve ter o cuidado de ler com atenção a embalagem, verificando o código e a lista de veículos a que se destina o jogo, pois as palhetas costumam mudar de ano para ano, mesmo sem alterações no vidro. A substituição é simples e pode ser feita por qualquer motorista, com uma chave de fenda pequena.
É fundamental abastecer o reservatório do limpador do para-brisa e do vidro traseiro, que geralmente fica no compartimento do motor. Ainda tem motorista que insiste em abastecê-lo com uma mistura de água e detergente comum. Isso ataca a pintura e a própria borracha da palheta. Existem produtos específicos para essa função, que removem com eficiência toda a sujeira que vem da pista (óleo, areia, barro etc.).
Completando o pacote, os faróis devem estar sempre regulados, com chuva ou sol. Quando começar a chover, o motorista deve acender os faróis baixos, mesmo durante o dia. Ao parar em um posto, ele deve limpá-los, pois a sujeira reduz de forma significativa a sua capacidade de iluminação, além de alterar a trajetória dos fachos.
Fonte: CORREIO BRAZILIENSE - DF,Editoria: VEÍCULOS,Jornalista(s): Eduardo Aquino
Pneu careca, palheta do limpador vencida e falta de água no reservatório do limpador são coisas que não combinam nem com o tempo seco quanto mais nesta época de fortes chuvas, principalmente nas férias, quando o carro enfrenta as estradas. Para não correr riscos, o motorista deve ter em mente que o veículo precisa estar com a manutenção em dia, pois as chuvas mudam as condições de segurança, reduzindo a visibilidade e deixando a pista escorregadia.
As lâminas de água que cruzam a pista podem causar o fenômeno chamado aquaplanagem, que faz com que os pneus percam contato com o solo, e o carro passe a deslizar, completamente sem controle, transformando o motorista em mero espectador. Trata-se de um situação extremamente perigosa, pois existem grandes chances de o carro sair da pista, ir de encontro a outro veículo, árvore, poste ou cair em uma ribanceira. Quando ele "desliza" sobre a água, não resta muita coisa a fazer, além tirar o pé do acelerador e manter (segurar firme) o volante em linha reta.
Mas alguns cuidados podem ajudar a evitar que isso aconteça: manter os pneus em bom estado, com sulco acima de 1,6mm, pois são responsáveis por drenar a água; e reduzir a velocidade (abaixo dos 80km/h). É importante dizer que a aquaplanagem acontece principalmente em estradas planas e bem pavimentadas. O problema mais grave é que nem sempre as duas rodas dianteiras saem ao mesmo tempo da lâmina d' água, ou seja, uma das rodas recupera o atrito com o solo antes da outra. Isso acaba puxando o carro para um dos lados, provocando acidente.
A mistura chuva e pneus carecas é um convite à morte, ou a um acidente grave, pois os sulcos do pneu são os responsáveis pela drenagem da água, garantindo a aderência. Com o pneu liso, o veículo fica com a estabilidade reduzida e pode derrapar facilmente, até mesmo em curvas feitas em baixa velocidade. Rodar com pneus desgastados pode implicar em multa.
Vidros
Não espere ser surpreendido pela chuva forte para perceber que as palhetas do limpador do para-brisa e do vidro traseiro estão em péssimo estado e não dão conta de remover corretamente a água. Sol, vento, poluição e outras ações destrutivas ressecam as lâminas de borracha, que perdem a capacidade de limpeza do vidro e provocam ruídos indesejáveis. Geralmente, as palhetas costumam durar cerca de um ou, no máximo, dois anos, e devem ser substituídas aos pares, mesmo que uma esteja em melhor estado que a outra.
Para aumentar a durabilidade, é aconselhável manter as lâminas de borracha sempre limpas, retirando principalmente o óleo que vem de outros carros e que, quando exposto ao sol, acaba ressecando as borrachas. Para a limpeza, use somente sabão neutro diluído em água. Não ligue os limpadores do para-brisa e do vidro traseiro sobre o vidro seco. O acionamento somente deve ser feito com o vidro molhado e sem a presença de sujeiras, tais como terra, barro, areia, etc., pois isso danifica a borracha e o próprio vidro.
Na hora da compra, o motorista deve ter o cuidado de ler com atenção a embalagem, verificando o código e a lista de veículos a que se destina o jogo, pois as palhetas costumam mudar de ano para ano, mesmo sem alterações no vidro. A substituição é simples e pode ser feita por qualquer motorista, com uma chave de fenda pequena.
É fundamental abastecer o reservatório do limpador do para-brisa e do vidro traseiro, que geralmente fica no compartimento do motor. Ainda tem motorista que insiste em abastecê-lo com uma mistura de água e detergente comum. Isso ataca a pintura e a própria borracha da palheta. Existem produtos específicos para essa função, que removem com eficiência toda a sujeira que vem da pista (óleo, areia, barro etc.).
Completando o pacote, os faróis devem estar sempre regulados, com chuva ou sol. Quando começar a chover, o motorista deve acender os faróis baixos, mesmo durante o dia. Ao parar em um posto, ele deve limpá-los, pois a sujeira reduz de forma significativa a sua capacidade de iluminação, além de alterar a trajetória dos fachos.
Fonte: CORREIO BRAZILIENSE - DF,Editoria: VEÍCULOS,Jornalista(s): Eduardo Aquino









