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sábado, 26 de outubro de 2013

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

domingo, 20 de outubro de 2013

Cuidado com a situação das estradas

Fontes: manual da Autoescola Atlântica e Detran-RJ














Cuidado com a situação das estradas

- em caso de problemas na conservação das pistas,
é indicado adequar a velocidade às condições observadas
- recomenda-se atenção a desvios, trechos em meia pista
 ou sem acostamento,
-em vias sem sinalização, atenção redobrada;

- definir o trajeto antecipadamente é uma forma
de evitar conversões bruscas e velocidades abaixo das 
mínimas ao se procurar um endereço,

- em descidas, a indicação é usar o freio rápida e suavemente,
 e manter-se com a marcha engatada (em vez de fazer "banguela").

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Palestra Navegaçáo Guarita

No dia 14 de outubro a Ong teve mais uma oportunidade de palestrar sobre as Armadilhas Existentes no tränsito na empresa Guarita em Porto Alegre. O tránsito mata todo dia e se náo mudarmos nosso comportamento ele se tornará uma guerra diária na vida das pessoas.
A Navegação Guarita, fundada em 1962, dedica-se ao transporte de produtos especiais por hidrovia. Inicialmente trabalhando com combustíveis derivados de petróleo, a empresa expandiu sua atuação para a área de produtos petroquímicos e de cargas unitizadas, que exigem um alto padrão de segurança operacional e qualificação tecnológica.
Devido às características desses produtos, a empresa assume o compromisso de manter-se atualizada tecnologicamente, atendendo aos mais exigentes requisitos de segurança operacional, adotando procedimentos capazes de garantir proteção e segurança aos tripulantes, às cargas, ao meio ambiente e às próprias embarcações.
 
 



terça-feira, 8 de outubro de 2013

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Colisões envolvendo ciclistas representam quase 10% das mortes no trânsito gaúcho nos últimos cinco anos


 02/10/2013 19h12 - Atualizado em 02/10/2013 19h28
site http://gaucha.clicrbs.com.br/

Estudo realizado pelo Detran/RS contabiliza 920 acidentes fatais envolvendo ciclistas em todo o Estado entre 2007 a 2012, cerca de 9% do total de mortes no período. Preocupado em reduzir esse índice, o Detran/RS produziu um material educativo com orientações tanto para quem dirige, quanto para quem pedala. O conteúdo foi desenvolvido em conjunto com ciclistas, que trouxeram para os técnicos da Autarquia os problemas vividos em seu dia a dia. 
O resultado foi um folder com formato de discos articulados. Os dois primeiros discos são direcionados aos ciclistas e os dois últimos aos condutores. A ideia é convidar a pessoa a fazer dois passeios, na carona de uma bicicleta e de um automóvel, se colocando sempre no lugar do outro. 

Além de trazer dicas de segurança os ciclistas, o folder também traz informações para o motorista conviver melhor com eles. Quem dirige deve sempre lembrar que o ciclista tem prioridade no trânsito. Mas quem pedala também pode, com suas ações, melhorar sua segurança e facilitar a vida do motorista, sinalizando com os braços as conversões, por exemplo. 

O material está sendo distribuído por cicloativistas em encontros e também nos Centros de Formação de Condutores (CFC), que também receberam material didático e orientações pedagógicas sobre os ciclistas para as aulas de primeira habilitação e reciclagem de motoristas. 
Ainda segundo o estado do Detran, pelo menos 84% dos acidentes envolvendo ciclistas foram colisões (64% frontais e 20% laterais). O estudo também mostrou que a maioria dos acidentes envolvendo ciclistas acontece nas noites dos fins de semana, e a faixa etária que concentra a maioria das vítimas está entre 40 e 59 anos. 


Com informações da Assessoria de Comunicação DETRAN/RS

Zonas Norte e Sul registram quase 80% das mortes de ciclistas
em Porto Alegre.


O número de mortes de ciclistas em Porto Alegre caiu quase pela metade nos últimos seis anos. Um levantamento feito pela EPTC a pedido da Rádio Gaúcha mostra que em todo ano de 2008 foram nove mortos em acidentes envolvendo ciclistas. Em todo 2012 foram cinco. A ocorrência das mortes se concentra nos extremos da cidade. Dos 42 acidentes fatais envolvendo ciclistas, 33 aconteceram nas zonas norte e sul. O ano de 2013 até agora registra seis acidentes fatais. Todos nos eixos norte e sul. O último deles aconteceu no dia 14 deste mês na avenida Baltazar de Oliveira Garcia, na zona norte da capital. João Laurentino de Oliveira da Rosa, de 55 anos, morreu ao ser atingido por uma caminhonete. A região onde João morreu é uma das mais violentas para os ciclistas. Para o presidente da Associação de Ciclistas de Porto Alegre, Pablo Weiss, o maior número de ocorrências acontece em função da diferença da necessidade de deslocamento dos eixos mais afastados.
- O que acontece é que nessas regiões (norte e sul) as pessoas usam mais a bicicleta para deslocamento, como uma forma mais rápida e mais barata de chegar a região central. O problema é que nesses locais estão as vias de maior movimento e maior velocidade. O que falta é uma campanha massiva de conscientização dos motoristas para que eles entendam que a bicicleta é um meio de transporte e deve ser respeitada - avalia Pablo
O levantamento também traz o horário de maior morte de ciclistas. Quase um quarto das ocorrências acontece entre 12h e 14h. O período da noite, entre 20h e 22h é o segundo mais violento. No site da Rádio Gaúcha há um mapa que mostra o local e o horário de cada uma das mortes nos últimos anos. 
Esse mapa será atualizado por nossa equipe a partir de hoje. 
 Porto Alegre descumpre lei e deixa de investir mais de R$ 3 milhões em ciclovias
O Plano Diretor Cicloviário sancionado pelo então prefeito
de Porto Alegre José Fogaçaem  2009 determina que 20% dos
 recursos arrecadados em multas de trânsito devem ser investidos
 em ciclovias e ações educativas. Em 2009, 2010, 2011 e 2012 a
lei não foi cumprida. No ano passado foram arrecadados R$ 35
milhões com infrações cometidas por motoristas. 3,5 milhões
foram destinados a vias específicas para bicicletas.
 É 10% do arrecadado, metade do que deveria ter sido aplicado.
 O diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Capelari, destaca que
 em 2012 ocorreram alguns problemas.

 02/10/2013 19h12 - Atualizado em 02/10/2013 19h28
 02/10/2013 19h12 - Atualizado em 02/10/2013 19h28


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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

sábado, 21 de setembro de 2013

Beber e Dirigir: Treinamento de policiais para obter provas














O Brasil ainda está em uma fase anterior em relação aos países mais desenvolvidos na legislação de trânsito e sua aplicação, lembra Pechansky. Ainda se discute a validade e a legalidade de se implantar determinados mecanismos de controle e punição dos motoristas alcoolizados.

A questão do depoimento policial como prova da embriaguez do condutor, por exemplo, é um dos aspectos mais discutidos. Quanto aos alcoólatras, a vantagem nos países de legislação mais avançada é que muitas vezes se oferece a opção do tratamento, que pode também ser compulsório.

O Centro de Pesquisa em Álcool e Drogas (Cpad), localizado no Hospital de Clínicas de Porto Alegre e sob a direção de Pechansky, já treinou 3 mil policiais rodoviários brasileiros para capacitá-los na identificação e no registro mais apurado de casos de embriaguez ao volante, possibilitando a obtenção de provas mais robustas.

Outros 2 mil deverão passar pelo curso, em uma parceria com o governo federal. Em 10 e 11 de outubro, o Simpósio Internacional sobre Drogas, Álcool e Trânsito (Sidat) debaterá esse mesmo assunto, reunindo especialistas do Brasil e Exterior na capital gaúcha.
QUANDO É DEPENDÊNCIA
A medicina trabalha com critérios para diagnosticar casos de dependência de qualquer tipo de droga
- Essa inovação no diagnóstico ocorreu na década de 1980 e pode ser aplicada em qualquer indivíduo. Alguns desses critérios são:
PERDA DE CONTROLE
- Desejo incontrolável de consumo.
TOLERÂNCIA
- Necessidade de consumir doses maiores para obter o mesmo efeito de quando se bebia doses menores.
SÍNDROME DE ABSTINÊNCIA
- Surgimento de sintomas físicos e psíquicos quando o consumo é reduzido ou interrompido.
TENTATIVA DE EVITAR A SÍNDROME DE ABSTINÊNCIA
- Busca pela bebida para não sentir os sintomas da abstinência.
CONSUMO DE BAIXO RISCO
- Consumo de baixo risco é aquele cuja ingestão de determinadas quantidades de álcool que não causa dependência. Para os homens, essa quantidade significa 14 doses por semana e não mais que quatro doses por ocasião. Já para as mulheres, 12 doses por semana e apenas duas por evento. Uma dose corresponde a 10 gramas de álcool, o equivalente a uma latinha de cerveja ou uma taça de vinho bem servida.
Fonte: Fonte: Hospital Albert Einstein (SP)


COMO É LÁ FORA
O controle e a punição a motoristas embriagados em outros lugares do mundo AUSTRÁLIA
Na saída das boates, é possível assoprar em um tubo na parede para identificar o grau de álcool no sangue em um aparelho. Beber e dirigir é considerado uma vergonha tamanha que deixar alguém sair de casa embriagado para pegar a direção é muito malvisto. A folha de registro de infração da polícia australiana é mais completa do que a brasileira, já que o nível de treinamento do policial de rua ou rodoviário permite maior detalhamento na notificação do acidente, na identificação do que ocorreu.
CANADÁ
Policiais cobram a multa de trânsito na hora. Não é aberto um processo com possibilidade de recurso, como no Brasil. Além da cobrança, o motorista canadense é penalizado no seguro do carro, que no ano seguinte sobe de preço por causa da infração.
SUÉCIA
Em lugares como Suécia, Dinamarca e Noruega, toda viatura tem bafômetro, e qualquer policial rodoviário é treinado para identificar provas que não dependem do aparelho. Um policial que suspeita que o motorista está sob efeito de alguma substância pode solicitar ao condutor que caminhe em linha reta, levante uma perna etc. As provas clínicas são suficientes, pela lei, para notificar o motorista como intoxicado, mesmo que sequer se saiba qual foi a droga utilizada.
ESTADOS UNIDOS
O país conta com as Drug Curts – as Cortes de Drogas. Elas funcionam da seguinte maneira: uma pessoa pega embriagada depois de um acidente é identificada como alcoólatra. Ela recebe duas opções: fazer tratamento ou ir para a cadeia. Para aumentar a pressão sobre o infrator, a cadeia fica ao lado da corte. Durante o tratamento, a pessoa é submetida a exames de urina que apontam se está “limpo” ou recaiu.
Além disso, em alguns Estados americanos pessoas com problemas com álcool são obrigadas a ter um bafômetro no carro. Antes de ligar o carro, o motorista deve soprar o bafômetro, senão a ignição não se completa. Durante o percurso, o condutor é solicitado a soprar outras vezes, sob pena de o motor desligar.
JAPÃO
Um motorista embriagado que atropela uma pessoa, causando sua morte, pode ser condenado, de cara, à pena de prisão perpétua. Depois, recursos podem reduzir a condenação, mas o impacto da pena costuma inibir esse tipo de ocorrência por deixar claro que a margem para escapar da punição é mínima.
Fonte: Fonte: Flavio Pechansky, diretor do Centro de Pesquisa em Álcool e Drogas (Cpad)
Zero Hora 21/9/13


quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Pai de vítima do trânsito no ES relata dor em semana de conscientização

Semana Nacional do Trânsito começa nesta quarta-feira (18).

Nesta data, Aníbal José lembra aniversário de filho morto em acidente
 Carro em que estava o filho de Aníbal. (Foto: Reprodução/TV Gazeta)

Carro em que estava o filho de Aníbal.

(Foto: Reprodução/TV Gazeta)
 
 

Há quase um ano, o servidor público Aníbal José de Souza não tem mais o convívio diário do filho Vinícius de Souza, que faria 24 anos nesta quarta-feira (18). O jovem morreu em um acidente no final de 2012, na GrandeVitória, após pegar carona com um amigo que havia bebido, voltando de uma festa. No Espírito Santo, são muitas as famílias que compartilham da dor de terem perdido filhos, pais, mães em situações parecidas, e que poderiam ser evitadas. Coincidentemente, nesta data que traz lembranças para a família de Vinícius, também é iniciada uma campanha de conscientização, mais uma tentativa de conter esse tipo de violência: a Semana Nacional do Trânsito, que acontece em todo o Brasil.

O pai lembra com saudades do filho e contou que ele não tomava bebidas alcoólicas, mas na noite do acidente, cometeu os erros de pegar carona com um amigo alcoolizado e de não usar o cinto de segurança. "Meu filho ia na balada com os amigos porque ele sempre trazia o carro, mas naquele noite, o amigo bebeu e falou para ele que estava bom. Não deu o carro. Na volta, meu filho estava sem cinto, o que foi outro erro, e morreu. O outro rapaz morreu uma semana depois”, disse.
Quase um ano após o acidente, família de Vinícius não se conforma (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)
Quase um ano após o acidente, família de Vinícius não se conforma (Foto: Reprodução/ TV Gazeta

Ele acredita que a falta de fiscalização também contribui para a grande quantidade de acidentes envolvendo motoristas embriagados. “A fiscalização é muito mal feita. Na noite que meu filho morreu, se tivesse uma blitz, talvez tinham parado eles e meu filho ainda estaria comigo, comemorando o aniversário dele. Hoje, basta você sair na rua para ver que muita gente não segue as normas de trânsito", falou o pai.

A Semana Nacional do Trânsito é uma campanha do Departamento Nacional de Trânsito (Detran), que neste ano tem como tema "Álcool, drogas e direção: Mantenha distância". De acordo com o diretor geral do Detran-ES, Carlos Lopes, os casos envolvendo ingestão de bebidas e entorpecentes são os que mais provocam acidentes no Espírito Santo.

"Nosso objetivo é trabalhar a conscientização dos motoristas. A questão da segurança no trânsito no Brasil hoje é cultural, deve ser trabalhada com todos os condutores, com ações educativas e preventivas. Temos boas expectativas no Espírito Santo, a ideia é que contribuamos para promover essa mudança cultural na mentalidade das pessoas, para que possamos tem um trânsito cada vez mais humano e seguro", disse. A abertura da campanha acontece nesta quarta-feira, em Vitória.

É lamentável, pois os únicos condenados em crimes de trânsito são as famílias das vítimas"

Fabiano Contarato, delegado de Trânsito

Atropeladas ainda se recuperam;

Relacionado ao tema da campanha, outro acidente envolvendo motorista embriagado, que ganhou grande repercussão, foi o atropelamento de mãe e filha na Reta da Penha, em Vitória, em outubro de 2012. O condutor era um médico psiquiatra, que após atingir as vítimas e bater em uma farmácia, foi flagrado por uma câmera de videomonitoramento tentando esconder uma garrafa de cerveja que estava dentro do carro. A mulher, Elisângela Pereira, chegou a ficar internada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O médico ficou preso durante três dias, mas foi solto após pagamento de fiança.

Dez meses após o acidente, o pai e marido das vítima contou que elas estão bem, mas ainda em processo de recuperação e dependendo de remédios. "O médico liberou minha esposa para trabalhar há pouco tempo, mas mesmo assim não pode ficar muito, se desgastar muito. Ela ainda trabalha na mesma casa de família de antes do acidente. Tomar remédios ainda faz parte do processo de recuperação. A minha filha também está se recuperando bem, já foi liberada para ir à escola", disse Alexandre Pereira. Uma irmã de Elisângela tem está a ajudando no trabalho.
Câmera flagrou momento que médico joga fora uma garrafa de cerveja, após atropelar mãe e filha, no Espírito Santo (Foto: Reprodução/TV Gazeta)

Câmera flagrou momento que médico joga fora uma garrafa de cerveja, após atropelar mãe e filha, no Espírito Santo (Foto: Reprodução/TV Gazeta)

Fiscalização

Apenas neste ano, em todo o Espírito Santo, três mil motoristas já foram multados por embriaguez ao volante. Dessa forma, o Batalhão de Trânsito da Polícia Militar garantiu que há fiscalização, e até um novo projeto que entrou em prática recentemente, com intuito de prevenir acidentes provocados por motoristas alcoolizados.

A ideia é que um policial a paisana esteja sempre em locais de muito movimento de bares, principalmente à noite, observando se algum motorista vai dirigir após ter bebido. "O policial fica em um veículo descaracterizado, vigiando pelo tempo que for necessário, principalmente no horário da noite e da madrugada, e assim que algum cidadão embriagado tentar assumir a direção do veículo, o policial vai passar essas informações para a viatura", disse o tenente coronel Marcelo.

Delegado aponta falhas na legislação

O delegado de Trânsito, Fabiano Contarato, acredita que os acidentes desse tipo só vão diminuir quando a legislação mudar. Para ele, a lei atual colabora com a impunidade desses motoristas. "Prova disso é que nos temos flagrantes de motoristas dirigindo sob influência do álcool ou qualquer outra substância de efeito psicoativo, que causaram acidentes há cinco, seis anos, e não tiveram sua carteira suspensa. É lamentável, pois os únicos condenados em crimes de trânsito são as famílias das vítimas", disse.

Fonte :G1

sábado, 14 de setembro de 2013

Os valores da gentileza e da cordialidade no trânsito

Você sabia que em países mega populosos (como a Índia) os carros têm que dividir as ruas com ciclistas, pedestres, cachorros, cavalos e até elefantes? Pois saiba que é verdade! E isso acontece devido à falta de calçadas, guias e escassa sinalização de trânsito. Quem acompanha os nossos canais nas redes sociais pôde assistir, há algumas semanas, este vídeo onde se pode ver claramente a situação caoticamente organizada do trânsito em um dia normal na cidade de Vadodara: http://gentil.vc/6r Por outro lado, contrastando completamente com a situação dos países asiáticos, na Suíça, o trânsito é tão bem organizado que os condutores chegam a parar diante de faixas de pedestre vazias – tudo pelo respeito à sinalização. Enquanto isso, São Paulo tem o 6º trânsito mais desgastante do mundo (de acordo com estudos internacionais divulgados na Conferência Internacional de Trânsito da Europa), seguido de perto por Nova Déli. Muitas vezes, uma discussão mais acalorada entre condutores termina em violência. “Em cidades grandes, muitos motoristas já saem de casa prontos para atacar ou se defender.” – trecho do livro “Por Que Dirigimos Assim?”, do jornalista americano Tom Vanderbilt. Fiscalizações e multas, muitas vezes, não são suficientes para reeducar quem já tem os seus vícios de direção. Não há leis que ensinem às pessoas os valores da gentileza, do respeito e da cordialidade. É com a família que aprendemos a ser educados – e nosso comportamento como motoristas reflete o que aprendemos ao longo da vida. E você, faz a sua parte? Como repassa os valores de gentileza na vida e no trânsito para os seus filhos? Comente e compartilhe suas experiências com a gente!
Fonte: tränsito gentil

domingo, 8 de setembro de 2013

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Crime foi em Uberlândia e a família deve manifestar pedindo justiça. Rapazes quebraram garrafa e chutaram o rosto da vítima.

A família do corretor de imóvies Guilherme Raniery Garces Ferreira, de 23 anos, pede justiça em Uberlândia. O rapaz teve a mandíbula fraturada e perdeu vários dentes após ter sido agredido por três homens em uma discussão de trânsito. A vítima está internada e ainda aguarda novas cirurgias para reconstituição do maxilar. Em protesto, a família planeja uma manifestação pacífica nesta semana contra a violência e em pedido de paz. O crime ocorreu na madrugada de sábado (31), no Bairro Fundinho. Segundo o empresário e irmão da vítima, Márcio Ferreira, o jovem estava com a esposa e o filho de quatro anos dentro do carro, por volta de meia-noite, voltando de uma festa de criança. “Eles viram um veículo modelo HB 20 fazendo zigue-zague na frente deles e chamaram atenção do motorista. Mais na frente os rapazes cercaram o carro e desceram. Meu irmão também desceu e um dos suspeitos quebrou uma garrafa de whisky no rosto dele”, disse. Neste momento Guilherme caiu desacordado no chão e os três homens o agrediram com pontapé. Ainda segundo o irmão da vítima, os rapazes fugiram quando outros veículos se aproximaram do local. “Minha cunhada e meu sobrinho ficaram em estado de choque, acreditando que meu irmão estava morto. Ele foi levado por testemunhas para o hospital, desacordado”, disse. Segundo Márcio, o irmão passou por uma cirurgia e teve várias fraturas na mandíbula. Nesta terça-feira (3) ele deve passar por mais um procedimento para reconstituir o maxilar e repor cerca de nove dentes que foram quebrados. Márcio afirmou que uma testemunha anotou a placa e reconheceu os envolvidos. “São jovens universitários, de classe média e aparentavam estar embriagados. A mãe de um deles ligou para minha família pedindo desculpas, mas meus pais não quiseram falar, estão abalados. Meu sobrinho nem dorme por lembrar do pai cheio de sangue”, disse o empresário. Um boletim de ocorrências foi registrado e segundo o delegado Bernardo Pena Salles, os suspeitos já foram identificados e o caso está em andamento. “À princípio o boletim era de lesão corporal. Mas devido às circunstâncias agora vamos instaurar um inquérito como tentativa de homicídio. O próximo passo será ouvir testemunhas e colher provas do crime”, disse. Márcio afirmou, ainda, que a família e os amigos estão em choque e querem Justiça, por isso decidiram levar o caso para o conhecimento da imprensa. “Nada justifica esta violência, ele podia ter morrido. Estamos revoltados, mas temos confiança nas autoridades e na punição destes covardes”, disse. Como forma de protesto, a família de Guilherme Raniery organiza uma manifestação que deve acontecer ainda nesta semana. A divulgação é feita por meio das redes sociais. FONTE:g1: 02/09/2013 16h27 - Atualizado em 02/09/2013 17h22http://g1.globo.com/minas-gerais

terça-feira, 27 de agosto de 2013

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Desabafo de um pai: Indignação



EU RECOMENDO
Em meio às milhares de mensagens que chegam à minha caixa de e-mail, recebi uma que quero compartilhar com vocês. Terminei de ler com um nó na garganta. É o desabafo de um pai que acompanhou o drama do filho preso às ferragens depois de um acidente de trânsito. Um texto comovente, revoltante e que nos faz pensar sobre os riscos que corremos nas estradas do Rio Grande do Sul. Por favor, leiam até o fim: 
Rosane de Oliveira- Jornalista - Zero Hora
"Indignação
Através deste texto busco manifestar minha indignação em relação ao acidente ocorrido em 28 de julho de 2013, entre Almirante Tamandaré e Chapada, que envolveu  meu filho Roberto Piva Paim e sua namorada Natália Farinon.
Por volta das 12.20 horas começou o nosso filme de horror. Ao chegar ao local do acidente já presenciamos os dois veículos totalmente destruídos; o condutor do gol teve morte instantânea e meu filho ficou preso nas ferragens do Peugeout, estando consciente o tempo todo.
Em seguida foi acionado o SAMU de Chapada e BM. Em 15 minutos aproximadamente chegou a brigada, e logo depois a SAMU com sua equipe de Anjos da Guarda. Feito os levantamentos preliminares, a equipe constatou o óbito do condutor do gol, e começaram a estabilizar os sinais de meu filho.
Neste momento é indescritível a dor, o desespero, a impotência de um pai e uma mãe vendo e assistindo todo este quadro, nada podendo fazer!
Dado a violência do choque, a equipe constatou que as pernas do nosso filho estavam presas nas ferragens, e, portanto, teríamos que acionar os bombeiros de Carazinho. Nesse momento começou o nosso maior martírio: Carazinho fica a 40 Km de distância, os bombeiros teriam que se deslocar de caminhão , o que levaria mais tempo... Novo martírio!
Nosso filho estava perdendo muito sangue e começou a desestabilizar. A frequência  cardíaca, a pressão arterial estavam descompassadas. A enfermeira do SAMU ia fazendo o que podia. Nestas alturas já tínhamos acionado o SAMU de Carazinho que orientavam, através do rádio, a enfermeira nos procedimentos a tomar. O  médico da SAMU de Carazinho, Dr. Vinicius Basegio, fez-se presente nestas orientações e assumiu os cuidados de socorro ao chegar no local do acidente.
Pois sim, passados uns 40 minutos do acidente, chegou a SAMU de Carazinho,  e junto a noticia aterrorizadora que o caminhão dos bombeiros tinha quebrado no pedágio de Carazinho, sem condições de prosseguir.
Desnecessário expressar o  desespero que Ana e eu passamos.
Para nossa surpresa, alegria, esperança, meu cunhado Fioravante A. Piva que estava no hospital nos aguardando, dada a demora em chegarmos, resolveu se locomover até o local, e ao chegar ao pedágio se deparou com carro de bombeiros quebrado. Imediatamente colocaram o equipamento dos bombeiros em seu veículo e com os  três valorosos bombeiros, saíram em disparada para o local do acidente.
Já se passavam 1hr e 20 minutos aproximadamente.  Tínhamos tentado arrancar a porta esquerda do carro para ter acesso ao meu filho. Nas ambulâncias da SAMU existe um equipamento desmesuradamente poderoso,  de última geração e tecnologia avançada para acidentes de transito: “um pé de cabra”. Esta era a única ferramenta existente  que dispúnhamos no local para desvencilhar meu filho das ferragens.
Chegaram os bombeiros, aproximadamente duas horas depois do acidente.
Aí, começou uma luta heroica de três bombeiros. Pessimamente equipados, com ferramentas obsoletas e sucateadas, iniciaram uma luta que eu jamais havia visto. Com coragem, audácia e extrema vontade.  Parecia que o filho era deles.
Escrevendo agora me ocorre: Pedro Bial chama os patéticos participantes do BBB, de “meus heróis”. Isto me enoja, envergonha, pois, o que dizer destes verdadeiros super-homens? Bombeiros, enfermeiros, médico.
Como  escolher um adjetivo para nominar estas pessoas, quase sempre mal remuneradas, mal equipadas, e que se superam pela vontade única de “salvar vidas”?
Pois bem, após duas horas e meia, finalmente nosso filho pode ser retirado das ferragens, já com hipotermia, tendo perdido muito sangue, mas rumo ao hospital para os primeiros socorros.
Lições que ficam:
1) As instituições públicas do nosso País estão totalmente falidas e sucateadas, e nós nada fazemos.
2) Temos que fazer algo, chega de calar e resignar-se com pouco ou quase nada. Hoje foi o nosso filho e amanhã?
3) O governo fala em importar médicos, isto deve ser brincadeira, vamos sim, importar caminhões de bombeiros, equipamentos para acidentes de última geração, ferramentas, para o bom desempenho destes anjos do asfalto. (Gente boa nós temos. Necessitamos dar condições para qualificar o trabalho destes bons profissionais.)
4) Chega, basta de corrupção! Tanta safadeza, o dinheiro que nos roubam, e nestas horas quer precisamos faz tanta falta. Quando a dor cala,  o desespero nos consome.
5) Precisamos de Leis mais severas : Como pode um condutor de veículos trafegar mais de dois anos sem C N H? Como pode um veículo ser emplacado por uma pessoa sem a devida habilitação?
6) São perguntas sem respostas. Chega de inercia! Vamos reagir, pois se nos rebelarmos algo terá que mudar.
Agradecimentos:
1) Primeiro aos nossos anjos do asfalto: BM, SAMU, Bombeiros. Sem eles não sei o que seria de nosso filho. Aos médicos: Vinicius Baségio, Werner Schambach, Paulo Catapan, Macedo, que ofereceram os primeiros socorros, e o primeiro apoio. Também aos inúmeros seres humanos que na madrugada fria auxiliaram com telefonemas, força e carinho.
2) O apoio incondicional de meus irmãos da maçonaria mediante solidariedade, aos doadores de sangue, na maioria anônimos. Nossa gratidão ao amigo Luciano, ao nominá-lo faço-o a todos, que de uma maneira ou outra estiveram nos apoiando. Não tem como agradecer a todos nominalmente.
3) O HCC de Carazinho pelo pronto atendimento, e ao HSVP pelo ótimo atendimento e  aos médicos de Passo Fundo que com muito esforço, profissionalismo e  dedicação estão atendendo nosso filho.
Por fim, deste acidente resultou:
Fraturas exposta do fêmur, Fratura na cabeça do fêmur,
Fratura no cóccix, Fraturas de coluna,
Fraturas de diversas costelas, Lesão na cervical, Edema pulmonar.
É com meus irmãos que quero compartilhar esta dor que sinto. Esta revolta que não passa.
É grande a impotência que sinto. Sozinho, nada vou mudar neste país. Nossas autoridades estão pouco ligando para nossos anseios, e nossas necessidades são prementes de mudanças já.
Finalmente, em meio a este filme de horror nos momentos mais difíceis, relembro meu filho Roberto, ainda preso nas ferragens me pedindo: PAI ME ABRAÇA FORTE” .Prontamente o fiz, e ao meu ouvido ele sussurrava: ”PAI EU TE AMO TANTO, TANTO, TANTO...”
Eu também amo muito meu filho. Como todos os pais devem amar seus filhos.
E por isto mesmo, precisamos lutar pelo futuro destes pais.
Porque nossos filhos merecem!
Roberto Paim"
06/08/13 

sábado, 17 de agosto de 2013

Artigo: Cada vez mais burros

Minha esperança de um trânsito melhor não está na nossa geração. 
Está em quem hoje ocupa os bancos escolares. Diariamente subo a Ramiro Barcelos no caminho da Rádio Gaúcha para minha casa. No trecho entre a Protásio Alves e a Independência há três faixas de segurança exatamente como aquelas onde devemos dar prioridade ao pedestre. 
Daquelas que a fracassada campanha da "mãozinha" preconizava que respeitássemos. Não há sinaleira em nenhuma delas. Quando freio para a travessia de um pedestre vem junto o medo. Seja de uma colisão traseira, seja de uma ultrapassagem na lateral que venha a atropelar quem atravessa a rua. Seria apenas uma parte a resolver se o problema fosse apenas este. 
Há também os casos de pedestres que insistem em atravessar fora da faixa de segurança. Na maioria das vezes a poucos metros dela. Muitas vezes, idosos. Não é por nada que as mortes por atropelamento cresceram quase 82% nos sete primeiros meses do ano em Porto Alegre. Junto com esta estatística há outra que aponta o mês de julho como o mais mortífero do trânsito da capital. Estamos cada vez mais estúpidos e com menos paciência. 
Mas quando cada um de nós for buscar uma razão para a violência sem freio do trânsito dificilmente um de nós assumirá a sua culpa. A responsabilidade será sempre da EPTC que só quer arrecadar, do pavimento irregular de muitas ruas ou avenidas ou então do motorista do outro veículo que é imprudente. São as nossas desculpas corriqueiras. 
Num rápido exame de consciência você pode dizer que respeita as regras de trânsito? Para na faixa quando alguém quer atravessar? Nossa cultura é tão absurda que há poucos dias recebi no Twitter uma mensagem dizendo que "só faltava eu querer dizer que andava a 80 km/h". O Joãozinho-Passo-Certo não é bem-vindo na nossa sociedade. 
Quem respeita a lei é "trouxa". Quem segue a regra de trânsito é "mala". Minha esperança de um trânsito melhor não está na nossa geração. Está em quem hoje ocupa os bancos escolares (mesmo com o estado dramático da nossa Educação). A verdade é que estamos cada vez mais burros. Talvez sempre tenhamos sido. 
Construímos uma cidade que privilegia o transporte individual em detrimento do público. Não temos metrô, desistimos dos bondes e transformamos o nosso aeromóvel em uma linha minúscula décadas depois de ter sido criado por um gaúcho. Montamos um sistema viário de ruas apertadas e excessos de sinaleiras. 
A combinação de cada vez mais carros nas ruas em meio a um estoque assustador de semáforos é um convite ao trânsito lento e ao stress. E este certamente contribui para que o motorista seja mais estúpido pela sua impaciência. Por mais que esta premissa seja verdadeira há outra maior que não pode ser esquecida. O homem vem sempre antes da máquina. Nas ruas também. André Machado. Jornalista 
  Fonte: Zero Hora 07/08/12

terça-feira, 13 de agosto de 2013

A vida náo se recicla....

A lata depois de arruinada pode ser reciclada, e sua vida? Pense bem, faça um ‎PactoPelaVida‬. Nada fica como antes. Um trauma sempre tras seguelas deixando marcas. Fonte:(Via Abramet)

sábado, 10 de agosto de 2013

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Atitude é tudo na vida!

Imprudência e falta de educação não importa idade, respeito a vida!

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Daer projeta 45 novos pardais no verão Data da publicação do edital de licitação ainda está indefinida

Ao finalizar o termo de referência para a nova licitação que pretende ativar 45 pardais em 14 rodovias estaduais até o próximo verão, o Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) adiantou que não irá sinalizar o trecho monitorado. As placas indicarão apenas o limite de velocidade. A medida é justificada pelo viés educativo, já que o excesso de velocidade é considerado um dos fatores mais relevantes para acidentes graves de trânsito, mas gera controvérsia pelo potencial de arrecadação em multas.
 - A legislação permite fazer isso. É uma forma de evitar que os motoristas reduzam a velocidade em determinados pontos e, logo em seguida, voltem a circular acima do permitido - justifica o diretor de Operação Rodoviária do Daer, Cleber Domingues.
Estatísticas do Comando Rodoviário da Brigada Militar apontam para um aumento de 119% no número de acidentes nas rodovias estaduais gaúchas em 2012, na comparação com 2011: saltou de 294 para 644. É um contraste com a estimativa de redução de 5,1% no número total de acidentes de trânsito no Estado entre 2010 e 2012, conforme dados do Departamento Estadual de Trânsito (Detran).
 O engenheiro de trânsito Walter Kauffmann Neto, consultor da ONG Alerta, concorda que os radares podem ser úteis, desde que estejam em trechos perigosos das rodovias. Do contrário, acredita, o uso do equipamento tem caráter "meramente arrecadatório".
Os controladores multavam 345 motoristas por dia. Mantendo essa média, cerca de 334 mil multas por excesso de velocidade teriam sido aplicadas de novembro de 2010 para cá, se os pardais estivessem funcionando. As multas por excesso de velocidade lideram o ranking do Detran: responderam por 38% do total de autuações no ano passado.
 - Muitas vezes, o condutor excede o limite sem perceber, porque está prestando atenção na pista e não olha para o velocímetro. O objetivo de não sinalizar é multar ou coibir o excesso de velocidade? - questiona Kauffmann. Nesse sentido, o engenheiro defende que, mesmo sem a indicação exata do local onde está o controlador, o motorista precisa ser informado que a via está sendo monitorada por pardais. Já o coordenador das operações Viagem Segura e Balada Segura do Detran, Adelto Rohr, considera positiva a opção por não informar os trechos monitorados.
 - A sinalização "aqui tem pardal" era o que mais deseducava, porque indicava cuidado somente naquele local. O que tem que valer é a placa da velocidade máxima permitida.
Aí, sim, vai afetar numa mudança de comportamento - avalia Rohr. Conforme o estudo técnico apresentado pelo Daer à Subsecretaria da Administração - Central de Licitações (Celic), serão instalados 45 pardais em locais indicados pelo Daer, distribuídos em 14 rodovias. Antes, eram 60 equipamentos em 18 estradas.
O contrato será de dois anos, renovável por mais dois anos, no valor de R$ 7 milhões. Cleber Domingues explica que a redução tem a ver com resultados de um estudo técnico, que levou em conta nível de acidentalidade, volume de veículos e excesso de velocidade. As medições de velocidade indicaram que a permanência dos equipamentos anteriores nas rodovias - ainda que desligados - faz com que os condutores controlem a velocidade em alguns trechos que acabaram sendo descartados da nova licitação.
A elaboração dessa análise, segundo Domingues, foi a principal razão para a morosidade do processo licitatório (leia abaixo), que chegou a ser iniciado em 2011, mas parou porque a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) mudou requisitos do edital. Em concorrências anteriores, o estudo era feito somente após a escolha do vencedor. O Daer tentou reverter a exigência, mas acabou cedendo e deu início à elaboração do estudo em março deste ano.
Quanto à sequência do processo, o Daer pretende, mas não garante que tudo estará pronto para funcionar no próximo veraneio, pois as etapas seguintes não dependem mais da autarquia. A partir de agora, seguem os trâmites normais da licitação. A data de publicação do edital está indefinida.

 As rodovias ERS-030 ERS-040 ERS-122 ERS-135 ERS-223 ERS-239 ERS-240 ERS-324 ERS-342 ERS-389 RSC-153 RSC-287 RSC-453 RSC-470
O que diz a lei: Publicada em 2011, a resolução 396, do Contran, acaba com a obrigatoriedade de avisar ao motorista onde há fiscalização eletrônica. Não é obrigatório nem mesmo informar a velocidade máxima permitida. Nos locais onde não existe sinalização regulamentando a velocidade, os limites máximos deverão ser os fixados no artigo 61 do Código de Trânsito Brasileiro. A norma estabelece, no entanto, que o radar deve ser colocado em local visível. A resolução 214, de 2006, obrigava os órgãos de trânsito a instalar sinalização vertical, informando a existência de fiscalização ao longo da via. Histórico de lentidão 2010 - Março: fim do contrato de locação de pardais, que vigorava no Estado desde 2006. - Novembro: os controladores eletrônicos de velocidade foram desligados devido ao fim do contrato emergencial de 180 dias assinado entre o governo e a empresa Eliseu Kopp. O governo Yeda Crusius já havia desencadeado dois processos licitatórios: um para nova contratação emergencial e outro para instalação efetiva dos pardais. 2011 - 10 de março: o edital para a contratação emergencial foi revogado, já que tinha o mesmo objeto do outro procedimento. - 13 de março: reportagem da RBS TV exibida no programa Fantástico revelou suspeita da existência de um suposto esquema fraudulento nas licitações de pardais. - 16 de março: o edital da concorrência para instalação dos pardais foi extinto por suspeita de irregularidades. - 29 de março: o governo anunciou criação de força-tarefa para apurar irregularidades no Daer. - 19 de maio: ao apresentar os resultados preliminares da investigação, o governo anunciou abertura de concorrência internacional para aquisição de pardais. - 14 de julho: a força-tarefa apresentou a conclusão dos trabalhos, anunciando 60 medidas e sugestões para evitar fraudes no órgão, entre elas, a da licitação internacional. 2012 - 9 de maio: o Daer recebeu da Controladoria e Auditoria-Geral do Estado (Cage) e da Procuradoria-geral do Estado (PGE) solicitação de alterações no texto do edital. As exigências foram solucionadas, ficando pendente apenas concluir levantamento sobre onde os pardais devem ser instalados. - 3 de setembro: o Daer enviou ofício ao Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM) pedindo que fosse refeito um levantamento em cinco pontos de estradas. - 14 de novembro: o Daer fez nova solicitação ao CRBM, pedindo que os locais em que já foram feitas as medições de velocidade sejam identificados conforme padrão registrado no ofício. 2013 - 30 de julho: o Daer entregou à Central de Licitações da Subsecretaria da Administração os estudos técnicos necessários à licitação para ativar os pardais nas rodovias estaduais. Fonte: Zero Hora 01/2013

domingo, 28 de julho de 2013

Milhares de brasileiros compraram carros inseguros em 2012


Afirmação do Latin NCAP revela que 450 mil veículos mal avaliados em seus testes foram vendidos na América Latina

Thiago Vinholes | 15/7/2013 16:29
Ford Ka
A segurança veicular passou a ser um assunto mais sério na América Latina desde que o Latin NCAP começou a pôr à prova os veículos à venda nessa região, em 2012. A instituição é o braço latino-americano do Euro NCAP, o mais importante e respeitado órgão de avaliação sobre segurança em automóveis no mundo.
Segundo pesquisa da instituição, a América Latina consumiu em 2012 mais de 450 mil carros que oferecem risco de morte no caso de acidentes, a maior parte no Brasil, maior mercado da região. “Esses carros conquistaram um ou nenhuma estrela nos crash-tests. São na maioria o primeiro veículo de muitas famílias”, explicou Alejandro Furas, diretor técnico do Global NCAP, no comunicado.
Na nota que avisa sobre a próxima bateria de testes, cujos resultados serão divulgados dia 24 de julho no México, o Latin NCAP também divulgou que vai aumentar os critérios de avaliação para os carros à venda em países na América Latina a partir deste ano até 2015.
Na classificação do Latin NCAP, os carros que oferecem riscos são modelos como o Chevrolet Celta,Fiat PalioFord KaJAC J3Peugeot 207VW GolRenault Sandero, entre outros. Todos esses carros, com exceção do J3 importado da China, são produzidos no Brasil.