Mesmo em tempos em que os dois modais de transportes tendem a crescer com a crise econômica, a violência diminui para esse público.
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terça-feira, 22 de março de 2016
sexta-feira, 11 de março de 2016
segunda-feira, 7 de março de 2016
Brasil tem mais vítimas de acidentes de trânsito do que câncer, informa estudo.
O número de vítimas no trânsito brasileiro é o maior do mundo. De acordo com o Levantamento do Observatório Nacional de Segurança Viária, divulgado pela revista Veja desta semana, os acidentes de carro superam homicídios ou câncer, por exemplo. Segundo registro no seguro DPVAT (Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre), o país tem 31,3 vítimas fatais por 100 mil habitantes; mais que o verificado no Catar, El Salvador, Belize e Venezuela.
Só no ano passado foram contabilizadas pelo DPVAT 60,7 mil mortes, número 4% superior em relação a 2011, além de 352 mil casos de invalidez permanente. A maior parte dos acidentes foi registrada entre jovens de 18 e 34 anos – 41% do total -, o equivalente a duas tragédias como a da Boate Kiss por semana.
Ainda de acordo com o estudo, mais de 95% dos desastres viários são resultado de irresponsabilidade e imperícia dos motoristas e 40% das vítimas estavam em motocicletas.
Fonte: Metro1
segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
A IRRACIONALIDADE ANDA SOBRE RODAS
No trânsito, enfrentamos todos os dias as diferenças culturais entre as cidades brasileiras e as outras, mundo afora. Lá fora, existem pessoas e carros, como aqui. Lá fora, os cidadãos são obrigados a cumprir as leis, dirigem com prudência, respeitam os pedestres e os limites de velocidade. Lá fora, os carros foram enquadrados, depois de também terem tomado a paisagem urbana – nada de carros sobre os passeios, praças, canteiros. No Brasil, os acidentes de trânsito matam 50 mil pessoas por ano. Lá fora, um décimo deste número.
A pergunta que me faço todos os dias, a caminho do trabalho, é: qual a origem
da insanidade dessas poucas pessoas, em atitudes absurdas contra a prudência,
contra os limites de velocidade e contra as medidas para, de fato, garantir a velocidade
de segurança nas ruas? É essa minoria que grita sua ira pelas redes, pela
mídia, que ataca a fiscalização necessária, distorcendo-a para fúria
arrecadatória.
A fúria real, a que faz vítimas, é a que está atrás de alguns
volantes. Se a EPTC instala radares ou câmeras para garantir a segurança e
multar os que violam as leis, é apontada por alimentar uma imaginária indústria
da multa. Quando um radar é destruído, comemora-se com alarde. A notícia é
sempre generosa com os infratores.
Que comportamento irracional é esse de motoristas dirigindo a mais de 70 km/h
em ruas locais, onde crianças brincam, correm, onde pessoas convivem? Que
comportamento irracional é esse e quem pode explicar o aumento de acidentes com
feridos em cruzamentos com sinaleiras? São centenas, e aumentando ano após ano.
Quem pode se dar o direito de furar o sinal, colocando em risco a vida de
outros, além da sua própria?
Na verdade, a reflexão tem que ser outra. Ninguém pode ficar cego ao que
acontece ao seu lado, ninguém pode se omitir quando o limite do razoável é
extrapolado. A nossa atitude, na Engenharia de Tráfego, é dar voz e ação aos
milhares de anônimos que nos pedem todos os dias para que as leis sejam
respeitadas, aos que querem uma cidade mais humana, mais amigável, com trânsito
mais seguro e com menos vítimas nas estatísticas.
Ao longo de mais de 15 anos, com o foco maior do nosso trabalho na segurança
viária, temos hoje, em Porto Alegre, 186 faixas monitoradas por radar, 316
lombadas físicas implantadas (quebra-molas) e 56 redutores, todos com estudos
técnicos e protegendo áreas escolares, hospitais e núcleos comerciais de
bairros. Os acidentes fatais já reduziram muito (quase 20% em 10 anos), mas não
no patamar necessário para uma cidade igualitária e que prioriza o bem-estar
coletivo.
A engenharia planeja, sinaliza, avalia, impõe limites de velocidade,
mas muitas vezes ainda é derrotada pela imprudência dos motoristas, pelo seu
descaso e comportamento irracional. Este é o jogo que precisamos virar: a
lógica de segurança viária precisa do comprometimento real de nosso 1,52 milhão
de pessoas.
ARTIGO
CARLA MEINECKE*
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
Mortes no trânsito gaúcho caem 35% no feriadão de Carnaval
A exemplo do que ocorreu nas blitz do Ano-Novo, as autoridades de trânsito reduziram a aplicação de bafômetros. Nos últimos cinco dias, agentes submeteram 5,6 mil motoristas ao teste do bafômetro, o que representa uma queda de 18% em comparação com o mesmo período do ano passado. Apesar da diminuição no volume de exames, o número de condutores flagrados sob o efeito de álcool subiu. Foram 389 casos, contra 285 em 2015. Desse total, 92 deles acabaram enquadrados em crime de trânsito e levados à delegacia.
Os números ainda são preliminares e podem subir, porque os policiais ainda mantêm a fiscalização nas ruas e estradas do Estado nesta Quarta-Feira de Cinzas. Além disso, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) inclui as mortes ocorridas até 30 dias depois das ocorrências, seguindo uma metodologia internacional de contabilidade da violência no trânsito. Em 2015, por exemplo, três pessoas morreram na quarta-feira e outras sete em hospitais no mês seguinte, totalizando 30 casos fatais em todo o feriadão.
Como o ano no Brasil só começa após o carnaval, desejo a todos um FELIZ 2016!
fonte Zero Hora
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
Verão para todos - Trânsito Seguro #QueroChegarBem
O feriado chegou! Nada melhor, né? Então relaxa, tira o pé do acelerador e respeite os limites de velocidade :) #QueroChegarBem
#EmDefesaDaVida
Campanha assinada conjuntamente pelo Detran/RS, DAER, EGR e Comando Rodoviário da Brigada Militar sobre os cuidados nas estradas durante o verão no RS.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
A vida é tão Rara!!!!!
A vida é tão rara!!!!!
Viva com a simplicidade do momento exato de cada sorriso
no rosto de uma criança.
Deixe a magia do amor te levar até onde seu coração
suportar!!!!
E assim saberás o verdadeiro significado de estar
vivo!!!!
Lisette Feijó
Lisette Feijó
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
Um Natal de paz para todos!!!!!
"Você pode ter defeitos, ser ansioso, e viver alguma
vez irritado, mas não esqueça que a sua vida é a maior empresa do mundo. Só
você pode impedir que vá em declínio. Muitos lhe apreciam, lhe admiram e o
amam.
Gostaria que lembrasse que ser feliz não é ter um céu sem tempestade, uma
estrada sem acidentes, trabalho sem cansaço, relações sem decepções.
Ser feliz
é achar a força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo,
amor na discórdia.
Ser feliz não é só apreciar o sorriso, mas também refletir
sobre a tristeza. Não é só celebrar os sucessos, mas aprender lições dos
fracassos
.Não é só sentir-se feliz com os aplausos, mas ser feliz no anonimato.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os
desafios, incompreensões, períodos de crise.
Ser feliz não é uma fatalidade do
destino, mas uma conquista para aqueles que conseguem viajar para dentro de si
mesmo.
Ser feliz é parar de sentir-se vítima dos problemas e se tornar autor da
própria história. É atravessar desertos fora de si, mas conseguir achar um oásis
no fundo da nossa alma. É agradecer a Deus por cada manhã, pelo milagre da
vida.
Ser feliz, não é ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si. É
ter coragem de ouvir um "não". É sentir-se seguro ao receber uma
crítica, mesmo que injusta. É beijar os filhos, mimar os pais, viver momentos
poéticos com os amigos, mesmo quando nos magoam.
Ser feliz é deixar viver a
criatura que vive em cada um de nós, livre, alegre e simples. É ter maturidade
para poder dizer: "errei". É ter a coragem de
dizer:"perdão". É ter a sensibilidade para dizer: "eu preciso de
você". É ter a capacidade de dizer: "te amo".
Que a tua vida se
torne um jardim de oportunidades para ser feliz... Que nas suas primaveras seja
amante da alegria.Que nos seus invernos seja amante da sabedoria. E que quando
errar , recomece tudo do início. Pois somente assim será apaixonado pela vida.
Descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita. Mas usar as lágrimas para
irrigar a tolerância. Utilizar as perdas para treinar a paciência. Usar os
erros para esculpir a serenidade.
Utilizar a dor para lapidar a o
prazer.Utilizar os obstáculos para abrir janelas de inteligência. Nunca desista....Nunca renuncie às pessoas
que lhes ama. Nunca renuncie à felicidade, pois a vida é um espetáculo
incrível".
Papa Francisco
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
terça-feira, 17 de novembro de 2015
Brasil reduz em 36% o número de mortes de crianças no trânsito
O dado representa a redução de mais de 560 óbitos de
crianças na faixa etária de 0 a 10 ano
O Brasil reduziu em 36% o
número de mortes de crianças (0 a 10 anos) no trânsito na última década. Entre
os anos de 2003 e 2013, esse número caiu de 1.621 para 1.054 vítimas. Cerca de
560 crianças foram salvas, sejam as ocupantes de veículos motorizados, sejam as
que se deslocam a pé ou de bicicleta. Quinhentas crianças são diariamente
vítimas fatais do trânsito em todo o mundo, segundo estimativa da Organização
Mundial de Saúde (OMS). Como forma de chamar a atenção dos líderes mundiais,
500 crianças de escolas do Distrito Federal realizaram na manhã desta
segunda-feira (16/11) uma mobilização na área externa do Congresso Nacional em
Brasília.
O evento Save Kids Lives é uma campanha mundial e oficial, liderada por
crianças e coordenada pelo grupo Colaboração Global das Nações Unidas para a
Segurança no Trânsito. O objetivo é conclamar autoridades de todo o mundo a
assumir compromissos e adotar medidas pela redução das mortes no trânsito. A Declaração das
Crianças para a Segurança Viária já atingiu a marca de 1 milhão de assinaturas
e será entregue pelos organizadores aos líderes mundiais e demais participantes
da 2ª Conferência Global de Alto Nível sobre Segurança no Trânsito – Tempo de
Resultados, que acontece nos dias 18 e 19 de novembro, em Brasília.
A mobilização Save Kids Lives, em Brasília, foi
organizada pela FIA Foundation em parceria com a Aliança Global de ONGs pela
Segurança no Trânsito, a Criança Segura (coordenadora brasileira da campanha) e
a Policia Rodoviária Federal, com apoio de diversos órgãos do Governo do
Distrito Federal (GDF) e da empresa Michelin.
“Esse é evento importante para chamar a atenção para o problema, e para que os
países reforcem as medidas voltadas para proteger as crianças no trânsito, seja
as ocupantes de veículos motorizados, seja as que se deslocam a pé ou de
bicicleta”, afirmou a coordenadora do projeto Vida no Trânsito no Ministério da
Saúde, Marta Silva, lembrando que o Brasil logrou reduzir as mortes de crianças
no trânsito, na última década e meia, em cerca de 36%. “Campanhas educativas,
aumento da segurança veicular e a lei da cadeirinha contribuíram para a
redução”, destacou.
Lei
da cadeirinha – Um dos mais importantes avanços na
legislação brasileira protetiva a crianças no trânsito é a lei da cadeirinha,
de maio de 2010, que estabeleceu padrões de segurança para transporte de
crianças menores de dez anos. De acordo com a resolução do Conselho Nacional de
Trânsito (Contran), crianças nessa faixa etária devem viajar no banco traseiro
usando cinto de segurança ou sistema de retenção equivalente - bebês de até um
ano de vida têm que estar em bebê conforto ou conversível, de um a quatro anos
em cadeirinhas e de quatro a sete anos em assento de elevação. A não obediência
ao dispositivo legal é considerada infração gravíssima e prevê multa de R$
191,54, perda de sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação e retenção do
veículo até que a irregularidade seja sanada.
ROAD
SAFETY BRAZIL - A 2ª Conferência Global de Alto Nível
sobre Segurança no Trânsito tem entre seus objetivos avaliar o
andamento das iniciativas para redução das mortes e lesões ocorridas no
trânsito em todo o mundo em meio à Década de Ação para a Segurança no Trânsito
2011-2020.
O Brasil, que se voluntariou a sediar o evento, é um dos
Amigos da Década - grupo informal comprometido com o sucesso do plano global. A
meta do grupo é salvar 5 milhões de vidas no planeta até 2020 por meio da
adoção, pelos países comprometidos, de políticas, programas, ações e
legislações que aumentem a segurança nas vias, especialmente para pedestres,
ciclistas e motociclistas, que correspondem à metade das estatísticas de mortes
no trânsito, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).
Também integram o grupo Rússia, Estados Unidos, Espanha, França, Austrália,
Argentina, Costa Rica, Índia, México, Marrocos, Nigéria, Omã, Filipinas, África
do Sul, Suécia, Tailândia, Turquia, Uruguai, Organização Mundial de Saúde,
Banco Mundial, Comissão Econômica para a Europa, Comissão Global pela Segurança
no Trânsito (vinculada à Federação Internacional de Automobilismo) e Parceria
Global pela Segurança no Trânsito (Vinculada à Federação Internacional da Cruz
Vermelha).
A Conferência é organizada por um comitê interministerial composto por nove
ministérios, sob a coordenação do Ministério da Saúde, em parceria com
Organização Mundial de Saúde (OMS), Organização Panamericana de Saúde
(Opas) e o grupo Amigos da Década.
VIDA
NO TRÂNSITO – O Projeto Vida no Trânsito é uma iniciativa
brasileira voltada para a vigilância e prevenção de lesões e mortes no trânsito
e promoção da saúde, em resposta aos desafios da Organização das Nações Unidas
(ONU) para a Década de Ações pela Segurança no Trânsito 2011-2020. O foco do
projeto são ações que incidam sobre fatores de risco, como a mistura de álcool
e direção e a velocidade excessiva, além de outros fatores ou grupos de vítimas
identificados localmente a partir de análises dos dados, especialmente
relacionados a acidentes de transporte terrestre envolvendo motociclistas.
O programa é coordenado pelo Ministério da Saúde, tem articulação
interministerial e parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).
Foi lançado em 2010, como parte da iniciativa internacional denominada Road
Safety in Ten Countries (RS 10), sob a coordenação da
Organização Mundial da Saúde (OMS), incluindo a participação das entidades Association
for Safe Internacional Road Travel (ASIRT); Centers
for Sustainable Transport (EMBARQ); Global Road Safety Partnership (GRSP); Johns
Hopkins Bloomberg School of Public Health (JHU) e World
Bank Global Road Safety Facility (GRSF).
Fonte:
Ministério da Saúde, 16/11/15
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
Sensação de proteção no banco de trás, sem cinto, é falsa, diz especialista
IBGE aponta que apenas 50,2% sempre usam cinto nos assentos de trás.
Airbag é equipamento de segurança auxiliar.
Só airbag não basta
Especialistas ouvidos pelo G1 dizem que todos esses sistemas não se sobrepõem ao uso do cinto de segurança, inclusive no banco de trás. "O airbag é um equipamento de segurança suplementar", alerta Alessandro Rubio, coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi). "Inclusive, ele também é conhecido pela sigla SRS, que significa, em inglês, 'Supplemental Restraint System", lembra ele.
Especialistas ouvidos pelo G1 dizem que todos esses sistemas não se sobrepõem ao uso do cinto de segurança, inclusive no banco de trás. "O airbag é um equipamento de segurança suplementar", alerta Alessandro Rubio, coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi). "Inclusive, ele também é conhecido pela sigla SRS, que significa, em inglês, 'Supplemental Restraint System", lembra ele.
Cabe ao cinto evitar que uma pessoa seja arremessada do carro ou bata em partes do veículo ou mesmo o choque de um passageiro contra o outro. Mas, segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2013, apenas 50,2% das pessoas dizem usar sempre o cinto de segurança no banco de trás.
Peso de um elefante
Por que, afinal, as pessoas resistem a usar o cinto no banco traseiro? Para Rubio, existe uma falsa segurança de que elas estariam protegidas, em caso de colisão, pelos bancos da frente. "Mas o o banco (da frente) é projetado para a força do cinto e do ocupante", afirma Marcus Vinicius Aguiar, diretor de Segurança e Qualidade do Produto da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA). "Numa colisão, o peso da pessoa do banco de trás pode causar graves ferimentos nos ocupantes do banco da frente."
Por que, afinal, as pessoas resistem a usar o cinto no banco traseiro? Para Rubio, existe uma falsa segurança de que elas estariam protegidas, em caso de colisão, pelos bancos da frente. "Mas o o banco (da frente) é projetado para a força do cinto e do ocupante", afirma Marcus Vinicius Aguiar, diretor de Segurança e Qualidade do Produto da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA). "Numa colisão, o peso da pessoa do banco de trás pode causar graves ferimentos nos ocupantes do banco da frente."
O Cesvi explica que, na colisão, o passageiro do banco de trás, sem cinto, pode ser arremessado sobre o motorista e o carona com uma força 50 vezes maior do que o seu peso, chegando a ser comparável ao de um elefante ou um hipopótamo.
Além disso, ressalta Aguiar, sem o cinto, o ocupante é como um objeto solto dentro do carro. "Ela vai bater em tudo quando é parte. Mesmo o choque de um passageiro com outro já pode levar a óbito", explica.
Falta de fiscalização
"Infelizmente, são dezenas de pessoas que morrem pelo Brasil todo dia pela falta do uso do cinto de segurança, especialmente nos assentos traseiros afirma José Aurélio Ramalho, diretor-presidente do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV).O não uso do cinto no banco de trás também é passível de multa e pontuação na carteira de habilitação, mas, segundo o especialista em segurança no trânsito, existe maior dificuldade das autoridades de fiscalizar o uso do cinto nos assentos traseiros, fazendo as pessoas não se preocuparem. “As pessoas acreditam que o carro é uma armadura e existe a falta da percepção de risco, provocando a negligência”, explica.
"Infelizmente, são dezenas de pessoas que morrem pelo Brasil todo dia pela falta do uso do cinto de segurança, especialmente nos assentos traseiros afirma José Aurélio Ramalho, diretor-presidente do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV).O não uso do cinto no banco de trás também é passível de multa e pontuação na carteira de habilitação, mas, segundo o especialista em segurança no trânsito, existe maior dificuldade das autoridades de fiscalizar o uso do cinto nos assentos traseiros, fazendo as pessoas não se preocuparem. “As pessoas acreditam que o carro é uma armadura e existe a falta da percepção de risco, provocando a negligência”, explica.
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
RODOVIAS DO FUTURO PODERÃO SUBSTITUIR ASFALTO POR PAINÉIS SOLARES
Projeto desenvolvido por casal norte-americano está sendo testado e promete aumentar a segurança e a sustentabilidade no trânsito
Um casal norte-americano desenvolveu um projeto que promete tornar as ruas, avenidas e rodovias mais sustentáveis, além de tecnológicas e seguras. Julie e Scott Brusaw são os responsáveis pela tecnologia Solar Roadways, que prevê a substituição do atual asfalto que pavimenta as vias por painéis solares.
Além de captar energia para alimentar à própria via, os painéis solares poderão ser conectados às casas e construções próximas para fornecer eletricidade. As novas rodovias também poderiam substituir as tradicionais placas que orientam os motoristas, já que qualquer mensagem pode ser inserida diretamente na faixa de rolamento. Além disso, é possível alterar, inserir ou remover um alerta sempre que preciso.
Também será possível reduzir o número de atropelamentos, já que as placas alertam os motoristas sempre que há pessoas ou animais na via. Outro ponto positivo é que os painéis podem ser aquecidos automaticamente para evitar que seja formada uma camada de gelo perigosa ao tráfego de carros.
Além do objetivo óbvio de fazer com que o tráfego de veículos seja mais sustentável, já que as vias serão responsáveis por gerar a própria energia, o projeto prevê que carros elétricos possam ser recarregados automaticamente ao estacionarem em vagas feitas com a nova tecnologia. Outro ponto positivo é que o processo de construção elimina a necessidade de utilizar petróleo, presente durante a produção de asfalto.
Independência do petróleo
O projeto até parece ser simples, mas prevê tecnologias que não existiam há alguns anos e tiveram que ser desenvolvidas especialmente para tornar a inovação viável. Apesar de já existirem painéis solares, o casal Brusaw teve que encontrar uma maneira de tornar possível a passagem de carros sobre as placas eletrônicas. Além disso, foi necessário adaptar a camada de vidro que protege os painéis dos pneus dos veículos para que ofereça atrito e resistência similares aos do asfalto atual. O casal explica que buscou inspiração na resistência encontrada em caixas pretas de aviões. “Nós não sabíamos de que material são feitas as caixas pretas de aviões, mas elas nos davam uma pista sobre como é possível proteger equipamentos eletrônicos dos piores acidentes aéreos”, afirmam.
A tecnologia que torna possível o projeto Solar Roadways foi testada pela primeira vez em 2009, quando o casal foi convidado pelo Federal Highway Administration (órgão responsável por administrar o tráfego nos Estados Unidos) para desenvolver um protótipo de testes. Depois de algumas melhorias, o projeto foi premiado com um contrato de dois anos no valor de R$ 1,5 milhão para realizar novas avaliações. Como resultado, foi construído o primeiro estacionamento cujo piso é revestido de painéis solares em Sandpoint (EUA).
O casal Brusaw acredita que o projeto Solar Roadways poderia eliminar a emissão de gases causadores do efeito estufa em até 50%, o que contribui, também, com a qualidade do ar que respiramos. Eles tem projetos ambiciosos e acreditam ser possível integrar todos os países por meio da tecnologia para que nenhuma região fique sem energia. “Imagine um sistema global em que a metade do planeta que recebe energia solar alimenta a parte que está na escuridão. Nossa dependência por petróleo chegaria a um fim abrupto”, afirmam.
por REDAÇÃO AUTOESPORTE
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
Acidente com caminhão mata uma criança e duas adolescentes no Vale do Taquari
Um acidente com um caminhão matou uma criança e duas adolescentes de uma comunidade indígena às margens da BR-386, em Estrela, no Vale do Taquari. Uma quarta vítima foi encaminhada para o Hospital Estrela — ela está em estado grave, segundo a instituição.
Conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o veículo teria perdido o rodado do semirreboque enquanto trafegava na rodovia. As rodas atingiram as quatro vítimas, com idades entre 11 e 15 anos. Elas estavam aguardando o ônibus escolar em uma parada às margens da rodovia, que fica em frente à aldeia. Três delas são irmãs, e a quarta é prima.
Morreram as irmãs Chaiane Soares Lemes, 15 anos, e Thaís Soares Lemes, 11, e a prima Franciele Santos Soares, 14. Anelise Soares, 13, foi levada ao hospital.
O acidente aconteceu às 6h40min, no sentido Capital-Interior, em um trecho não duplicado da rodovia. Oito crianças e adolescentes da Aldeia do Coqueiro, comunidade que vive há cerca de 60 anos na região, pegavam o transporte escolar todas as manhãs até a Escola Estadual de Ensino Fundamental Pedro Braun, em Estrela. Quatro deles não estavam junto às vítimas porque não iriam à aula nesta segunda-feira.
Leia as últimas notícias
O acidente causou revolta entre os indígenas da aldeia, da tribo caingangue. O cacique Carlos Soares disse que havia solicitado que o ônibus escolar buscasse os estudantes dentro da aldeia, a cerca de 300 metros da rodovia, para que não tivessem de caminhar pelo acostamento.
O acidente causou revolta entre os indígenas da aldeia, da tribo caingangue. O cacique Carlos Soares disse que havia solicitado que o ônibus escolar buscasse os estudantes dentro da aldeia, a cerca de 300 metros da rodovia, para que não tivessem de caminhar pelo acostamento.
A prefeitura de Estrela informou, por meio de nota (confira a íntegra abaixo), que não há pedidos de que o transporte entrasse na aldeia na prefeitura e na 3ª Coordenadoria Regional de Educação. A administração munincipal ainda disse que o ônibus escolar obecede um roteiro estabelecido há mais de 10 anos e que é de responsabilidade dos pais acompanhar e embarcar os filhos com segurança.
Em protesto pelas mortes e pela falta de segurança no trecho, indígenas depredaram um caminhão — sem relação com o acidente — com pedaços de madeira e atiraram pedras contra veículos que estavam na área — inclusive, contra uma viatura da PRF. O tumulto foi controlado, mas o grupo manteve o bloqueio total da rodovia por quase sete horas.
O caminhão que teve o rodado desprendido não permaneceu no local do acidente. Um motorista suspeito de dirigir o veículo foi preso em flagrante na BR-386, em Tio Hugo, cerca de três horas após o ocorrido. Ele disse não ter percebido que o rodado havia se soltado do veículo.
O caminhão que teve o rodado desprendido não permaneceu no local do acidente. Um motorista suspeito de dirigir o veículo foi preso em flagrante na BR-386, em Tio Hugo, cerca de três horas após o ocorrido. Ele disse não ter percebido que o rodado havia se soltado do veículo.
Do outro lado da rodovia onde aconteceu o acidente, uma cruz sinaliza a morte de outra menina da aldeia. Há um ano, a criança, de 2 anos, foi atingida por uma roda de um veículo que se soltou.
Com o trânsito bloqueado nos dois sentidos, há congestionamento na rodovia. Para o motorista que se desloca em direção a Porto Alegre, o desvio deve ser feito no km 258 até o acesso a Bom Retiro. Quem dirige para o Interior, a alternativa é entrar no km 366, após Fazenda Vila Nova, e seguir em direção a Teutônia.
Confira a nota divulgada pela prefeitura de Estrela sobre o transporte escolar:
"O governo de Estrela consterna-se com o trágico acidente ocorrido na BR-386 e se solidariza com as famílias das vítimas. Em relação ao transporte das crianças, o mesmo segue o padrão de todo o transporte escolar feito no município, onde o ônibus da Secretaria de Educação obedece um roteiro estabelecido há mais de 10 anos, passando pelas principais vias e recolhendo seus pequenos passageiros nas paradas de ônibus existentes. É responsabilidade dos pais acompanhar e embarcar seus filhos com segurança no transporte, ficando sob a tutela do município do embarque à ida para escola até sua volta e desembarque. Em relação a pedido para que o transporte entrasse na aldeia, não encontram-se nem na Prefeitura de Estrela e nem na 3ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE) nada a esse respeito. Mais uma vez, o governo de Estrela ressalta a importância da completa duplicação da BR-386 que tantas pessoas já vitimou".
* Zero Hora
terça-feira, 13 de outubro de 2015
Usar o celular enquanto anda na rua ou dirige pode reduzir 80% da atenção.
Cérebro concentra a atenção em apenas uma das atividades.
Para dirigir com segurança, atenção deve ser 100% no volante.
Grande parte das pessoas tem dificuldade para fazer duas coisas ao mesmo tempo e, por isso, ter atenção é importante, principalmente na hora de dirigir ou atravessar a rua. O celular é um dos principais vilões e pode reduzir em até 80% a atenção. Quando a pessoa pega o telefone e disca o número, ela pode se distrair por alguns segundos, reduzindo o tempo de reação, assim como acontece com pessoas que dirigem alcoolizadas.
Um cálculo feito pela Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) concluiu que a pessoa demora até quatro segundos para pegar o telefone e mais cinco segundos para discar o número, o que equivale a 125 metros de distância de distração em uma velocidade de 50 quilômetros por hora.
A falta de atenção e a pressa são grandes inimigas no volante e podem causar acidentes graves, por isso, é importante manter a atenção 100% na direção.
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Ong faz palestra na semana SIPAT da CORAG.
CORAG – Companhia Rio-grandense de Artes Gráficas – é uma sociedade de economia mista, órgão da Administração Indireta, vinculada à Secretaria da Administração e dos Recursos Humanos. A Assembleia Geral é o seu órgão deliberativo. A administração da Companhia está ao encargo do Conselho de Administração e a direção executiva é composta de um Diretor Presidente e dois Diretores - Industrial e Administrativo, Financeiro e Comercial.
MISSÃO:
Ser referência de gestão pública na execução de serviços de forma eficiente e sustentável, para atender as necessidades do mercado e possibilitar a satisfação e aconfiança do Cliente.
Palestrante: Lisette Feijó.
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