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terça-feira, 22 de março de 2016

Brasil registra redução nas mortes de ciclistas e pedestres

Mesmo em tempos em que os dois modais de transportes tendem a crescer com a crise econômica, a violência diminui para esse público.

Muita gente não imagina, mas mesmo em tempo de alta tecnologia com carros cada vez mais surpreendentes e com a rede de transporte público chegando em mais áreas, é a velha sola do sapato quem tem levado muita gente ao seu destino todos os dias no Brasil. Atualmente, o principal modo de deslocamento é o  não motorizado, ou seja, aquele feito a pé ou por bicicletas. No total de deslocamentos realizados, esse modo de transporte supera as viagens pelo transporte coletivo (trens e ônibus) e bate também os deslocamentos realizados por carros e motos (denominado transporte individual). Esses dados são confirmados por um Relatório do Sistema de Informações da Mobilidade da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), com informações de 2013.

De acordo com a ANTP, são registrados 25,9 bilhões de deslocamentos pelo transporte não motorizado (a pé e por bicicleta), 19,7 bilhões pelo transporte individual (motos e carros) e 18,7 bilhões de deslocamentos pelo transporte coletivo no universo pesquisado (438 municípios que integram o Sistema de Informação da entidade).

E em tempo de grande retração da economia, o modo não motorizado tende a crescer, já que o cenário obriga muitos cidadãos a economizar com o transporte para direcionar recursos para as necessidades mais prementes.

Mais gente e ciclistas nas ruas exigem mais alerta por um lado em relação à segurança, mas os dados apontaram um cenário favorável para esses dois segmentos  em 2014, comparados aos demais (ocupantes de motos, carros, caminhões e transporte coletivo). Pedestres e ciclistas tiveram respectivamente queda no total de óbitos no trânsito em 2014. Para o primeiro grupo (pedestres), a redução foi de 4,5% e para os ciclistas de 2,6%, em relação a 2013.

Quando considerados os modais de transporte, as mortes entre ocupantes de ônibus são as que mais chamaram a atenção, pois subiram 32,4% de 2013 para 2014;  seguidas dos ocupantes de motocicletas, que tiveram aumento de 2,3%;  e dos ocupantes de automóveis também com registro de crescimento nos óbitos de 1,3%. Somente o número de mortes de ocupantes de caminhão permaneceu inalterado. Essas informações são do Banco de Dados do DataSUS, mas com dados ainda preliminares.

De acordo com o Data SUS, foram registradas, em 2014, 43075 óbitos nas vias em todo o Brasil – um aumento de 2% na mortes computadas em 2013. Deste total, 12318 foram ocupantes de motos; 10219 ocupantes de veículos; 7851 pedestres, 1313 ciclistas e 10.327 (outros – inclui trens, tratores, carroças, não informados/desconhecidos). Fonte: OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária.

sexta-feira, 11 de março de 2016

segunda-feira, 7 de março de 2016

Brasil tem mais vítimas de acidentes de trânsito do que câncer, informa estudo.

O número de vítimas no trânsito brasileiro é o maior do mundo. De acordo com o Levantamento do Observatório Nacional de Segurança Viária, divulgado pela revista Veja desta semana, os acidentes de carro superam homicídios ou câncer, por exemplo. Segundo registro no seguro DPVAT (Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre), o país tem 31,3 vítimas fatais por 100 mil habitantes; mais que o verificado no Catar, El Salvador, Belize e Venezuela.
Só no ano passado foram contabilizadas pelo DPVAT 60,7 mil mortes, número 4% superior em relação a 2011, além de 352 mil casos de invalidez permanente. A maior parte dos acidentes foi registrada entre jovens de 18 e 34 anos – 41% do total -, o equivalente a duas tragédias como a da Boate Kiss por semana. 
Ainda de acordo com o estudo, mais de 95% dos desastres viários são resultado de irresponsabilidade e imperícia dos motoristas e 40% das vítimas estavam em motocicletas.
Fonte: Metro1


segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

A IRRACIONALIDADE ANDA SOBRE RODAS

No trânsito, enfrentamos todos os dias as diferenças culturais entre as cidades brasileiras e as outras, mundo afora. Lá fora, existem pessoas e carros, como aqui. Lá fora, os cidadãos são obrigados a cumprir as leis, dirigem com prudência, respeitam os pedestres e os limites de velocidade. Lá fora, os carros foram enquadrados, depois de também terem tomado a paisagem urbana – nada de carros sobre os passeios, praças, canteiros. No Brasil, os acidentes de trânsito matam 50 mil pessoas por ano. Lá fora, um décimo deste número.



A pergunta que me faço todos os dias, a caminho do trabalho, é: qual a origem da insanidade dessas poucas pessoas, em atitudes absurdas contra a prudência, contra os limites de velocidade e contra as medidas para, de fato, garantir a velocidade de segurança nas ruas? É essa minoria que grita sua ira pelas redes, pela mídia, que ataca a fiscalização necessária, distorcendo-a para fúria arrecadatória. 

A fúria real, a que faz vítimas, é a que está atrás de alguns volantes. Se a EPTC instala radares ou câmeras para garantir a segurança e multar os que violam as leis, é apontada por alimentar uma imaginária indústria da multa. Quando um radar é destruído, comemora-se com alarde. A notícia é sempre generosa com os infratores.

Que comportamento irracional é esse de motoristas dirigindo a mais de 70 km/h em ruas locais, onde crianças brincam, correm, onde pessoas convivem? Que comportamento irracional é esse e quem pode explicar o aumento de acidentes com feridos em cruzamentos com sinaleiras? São centenas, e aumentando ano após ano. Quem pode se dar o direito de furar o sinal, colocando em risco a vida de outros, além da sua própria?

Na verdade, a reflexão tem que ser outra. Ninguém pode ficar cego ao que acontece ao seu lado, ninguém pode se omitir quando o limite do razoável é extrapolado. A nossa atitude, na Engenharia de Tráfego, é dar voz e ação aos milhares de anônimos que nos pedem todos os dias para que as leis sejam respeitadas, aos que querem uma cidade mais humana, mais amigável, com trânsito mais seguro e com menos vítimas nas estatísticas.

Ao longo de mais de 15 anos, com o foco maior do nosso trabalho na segurança viária, temos hoje, em Porto Alegre, 186 faixas monitoradas por radar, 316 lombadas físicas implantadas (quebra-molas) e 56 redutores, todos com estudos técnicos e protegendo áreas escolares, hospitais e núcleos comerciais de bairros. Os acidentes fatais já reduziram muito (quase 20% em 10 anos), mas não no patamar necessário para uma cidade igualitária e que prioriza o bem-estar coletivo. 

A engenharia planeja, sinaliza, avalia, impõe limites de velocidade, mas muitas vezes ainda é derrotada pela imprudência dos motoristas, pelo seu descaso e comportamento irracional. Este é o jogo que precisamos virar: a lógica de segurança viária precisa do comprometimento real de nosso 1,52 milhão de pessoas.


                                                                

ARTIGO

CARLA MEINECKE*

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Mortes no trânsito gaúcho caem 35% no feriadão de Carnaval


O balanço parcial da Operação Viagem Segura de Carnaval mostra uma queda de 35% no número de mortes no trânsito gaúcho no feriadão de 2016. Acidentes mataram pelo menos 13 pessoas entre a 0h de sexta-feira e as 23h59min de terça-feira nas ruas e estradas do Rio Grande do Sul. No mesmo período de 2015, 20 morreram no local das ocorrências. A operação termina no fim da noite desta quarta-feira. 
A exemplo do que ocorreu nas blitz do Ano-Novo, as autoridades de trânsito reduziram a aplicação de bafômetros. Nos últimos cinco dias, agentes submeteram 5,6 mil motoristas ao teste do bafômetro, o que representa uma queda de 18% em comparação com o mesmo período do ano passado. Apesar da diminuição no volume de exames, o número de condutores flagrados sob o efeito de álcool subiu. Foram 389 casos, contra 285 em 2015. Desse total, 92 deles acabaram enquadrados em crime de trânsito e levados à delegacia.
Os números ainda são preliminares e podem subir, porque os policiais ainda mantêm a fiscalização nas ruas e estradas do Estado nesta Quarta-Feira de Cinzas. Além disso, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) inclui as mortes ocorridas até 30 dias depois das ocorrências, seguindo uma metodologia internacional de contabilidade da violência no trânsito. Em 2015, por exemplo, três pessoas morreram na quarta-feira e outras sete em hospitais no mês seguinte, totalizando 30 casos fatais em todo o feriadão.

Como o ano no Brasil só começa após o carnaval, desejo a todos um FELIZ 2016!


                                                                                          fonte Zero Hora 

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Verão para todos - Trânsito Seguro #QueroChegarBem



O feriado chegou! Nada melhor, né? Então relaxa, tira o pé do acelerador e respeite os limites de velocidade :) #QueroChegarBem 
#EmDefesaDaVida

Campanha assinada conjuntamente pelo Detran/RS, DAER, EGR e Comando Rodoviário da Brigada Militar sobre os cuidados nas estradas durante o verão no RS.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

A vida é tão Rara!!!!!






A vida é tão rara!!!!!
Viva com a simplicidade do momento exato de cada sorriso no rosto de uma criança.
Deixe a magia do amor te levar até onde seu coração suportar!!!!
E assim saberás o verdadeiro significado de estar vivo!!!!


Lisette Feijó


segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Um Natal de paz para todos!!!!!



"Você pode ter defeitos, ser ansioso, e viver alguma vez irritado, mas não esqueça que a sua vida é a maior empresa do mundo. Só você pode impedir que vá em declínio. Muitos lhe apreciam, lhe admiram e o amam.
Gostaria que lembrasse que ser feliz não é ter um céu sem tempestade, uma estrada sem acidentes, trabalho sem cansaço, relações sem decepções. 
Ser feliz é achar a força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor na discórdia.
Ser feliz não é só apreciar o sorriso, mas também refletir sobre a tristeza. Não é só celebrar os sucessos, mas aprender lições dos fracassos
.Não é só sentir-se feliz com os aplausos, mas ser feliz no anonimato. 
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões, períodos de crise. 
Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista para aqueles que conseguem viajar para dentro de si mesmo. 
Ser feliz é parar de sentir-se vítima dos problemas e se tornar autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas conseguir achar um oásis no fundo da nossa alma. É agradecer a Deus por cada manhã, pelo milagre da vida. 
Ser feliz, não é ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si. É ter coragem de ouvir um "não". É sentir-se seguro ao receber uma crítica, mesmo que injusta. É beijar os filhos, mimar os pais, viver momentos poéticos com os amigos, mesmo quando nos magoam.
 Ser feliz é deixar viver a criatura que vive em cada um de nós, livre, alegre e simples. É ter maturidade para poder dizer: "errei". É ter a coragem de dizer:"perdão". É ter a sensibilidade para dizer: "eu preciso de você". É ter a capacidade de dizer: "te amo". 
Que a tua vida se torne um jardim de oportunidades para ser feliz... Que nas suas primaveras seja amante da alegria.Que nos seus invernos seja amante da sabedoria. E que quando errar , recomece tudo do início. Pois somente assim será apaixonado pela vida. 
Descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita. Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância. Utilizar as perdas para treinar a paciência. Usar os erros para esculpir a serenidade. 
Utilizar a dor para lapidar a o prazer.Utilizar os obstáculos para abrir janelas de inteligência.  Nunca desista....Nunca renuncie às pessoas que lhes ama. Nunca renuncie à felicidade, pois a vida é um espetáculo incrível".

Papa Francisco



terça-feira, 8 de dezembro de 2015

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Brasil reduz em 36% o número de mortes de crianças no trânsito

O dado representa a redução de mais de 560 óbitos de crianças na faixa etária de 0 a 10 ano
O Brasil reduziu em 36% o número de mortes de crianças (0 a 10 anos) no trânsito na última década. Entre os anos de 2003 e 2013, esse número caiu de 1.621 para 1.054 vítimas. Cerca de 560 crianças foram salvas, sejam as ocupantes de veículos motorizados, sejam as que se deslocam a pé ou de bicicleta. Quinhentas crianças são diariamente vítimas fatais do trânsito em todo o mundo, segundo estimativa da Organização Mundial de Saúde (OMS). Como forma de chamar a atenção dos líderes mundiais, 500 crianças de escolas do Distrito Federal realizaram na manhã desta segunda-feira (16/11) uma mobilização na área externa do Congresso Nacional em Brasília.

O evento Save Kids Lives é uma campanha mundial e oficial, liderada por crianças e coordenada pelo grupo Colaboração Global das Nações Unidas para a Segurança no Trânsito. O objetivo é conclamar autoridades de todo o mundo a assumir compromissos e adotar medidas pela redução das mortes no trânsito. A Declaração das Crianças para a Segurança Viária já atingiu a marca de 1 milhão de assinaturas e será entregue pelos organizadores aos líderes mundiais e demais participantes da 2ª Conferência Global de Alto Nível sobre Segurança no Trânsito – Tempo de Resultados, que acontece nos dias 18 e 19 de novembro, em Brasília.

A mobilização Save Kids Lives, em Brasília, foi organizada pela FIA Foundation em parceria com a Aliança Global de ONGs pela Segurança no Trânsito, a Criança Segura (coordenadora brasileira da campanha) e a Policia Rodoviária Federal, com apoio de diversos órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) e da empresa Michelin.

“Esse é evento importante para chamar a atenção para o problema, e para que os países reforcem as medidas voltadas para proteger as crianças no trânsito, seja as ocupantes de veículos motorizados, seja as que se deslocam a pé ou de bicicleta”, afirmou a coordenadora do projeto Vida no Trânsito no Ministério da Saúde, Marta Silva, lembrando que o Brasil logrou reduzir as mortes de crianças no trânsito, na última década e meia, em cerca de 36%. “Campanhas educativas, aumento da segurança veicular e a lei da cadeirinha contribuíram para a redução”, destacou.

Lei da cadeirinha – Um dos mais importantes avanços na legislação brasileira protetiva a crianças no trânsito é a lei da cadeirinha, de maio de 2010, que estabeleceu padrões de segurança para transporte de crianças menores de dez anos. De acordo com a resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), crianças nessa faixa etária devem viajar no banco traseiro usando cinto de segurança ou sistema de retenção equivalente - bebês de até um ano de vida têm que estar em bebê conforto ou conversível, de um a quatro anos em cadeirinhas e de quatro a sete anos em assento de elevação. A não obediência ao dispositivo legal é considerada infração gravíssima e prevê multa de R$ 191,54, perda de sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação e retenção do veículo até que a irregularidade seja sanada.

ROAD SAFETY BRAZIL - A 2ª Conferência Global de Alto Nível sobre Segurança no Trânsito tem entre seus objetivos avaliar o andamento das iniciativas para redução das mortes e lesões ocorridas no trânsito em todo o mundo em meio à Década de Ação para a Segurança no Trânsito 2011-2020.

O Brasil, que se voluntariou a sediar o evento, é um dos Amigos da Década - grupo informal comprometido com o sucesso do plano global. A meta do grupo é salvar 5 milhões de vidas no planeta até 2020 por meio da adoção, pelos países comprometidos, de políticas, programas, ações e legislações que aumentem a segurança nas vias, especialmente para pedestres, ciclistas e motociclistas, que correspondem à metade das estatísticas de mortes no trânsito, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Também integram o grupo Rússia, Estados Unidos, Espanha, França, Austrália, Argentina, Costa Rica, Índia, México, Marrocos, Nigéria, Omã, Filipinas, África do Sul, Suécia, Tailândia, Turquia, Uruguai, Organização Mundial de Saúde, Banco Mundial, Comissão Econômica para a Europa, Comissão Global pela Segurança no Trânsito (vinculada à Federação Internacional de Automobilismo) e Parceria Global pela Segurança no Trânsito (Vinculada à Federação Internacional da Cruz Vermelha).

A Conferência é organizada por um comitê interministerial composto por nove ministérios, sob a coordenação do Ministério da Saúde, em parceria com Organização Mundial de Saúde (OMS), Organização Panamericana de Saúde (Opas) e o grupo Amigos da Década.

VIDA NO TRÂNSITO – O Projeto Vida no Trânsito é uma iniciativa brasileira voltada para a vigilância e prevenção de lesões e mortes no trânsito e promoção da saúde, em resposta aos desafios da Organização das Nações Unidas (ONU) para a Década de Ações pela Segurança no Trânsito 2011-2020. O foco do projeto são ações que incidam sobre fatores de risco, como a mistura de álcool e direção e a velocidade excessiva, além de outros fatores ou grupos de vítimas identificados localmente a partir de análises dos dados, especialmente relacionados a acidentes de transporte terrestre envolvendo motociclistas.

O programa é coordenado pelo Ministério da Saúde, tem articulação interministerial e parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Foi lançado em 2010, como parte da iniciativa internacional denominada Road Safety in Ten Countries (RS 10), sob a coordenação da Organização Mundial da Saúde (OMS), incluindo a participação das entidades Association for Safe Internacional Road Travel (ASIRT); Centers for Sustainable Transport (EMBARQ); Global Road Safety Partnership (GRSP); Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health (JHU) e World Bank Global Road Safety Facility (GRSF).

Fonte: Ministério da Saúde,       16/11/15

           

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Sensação de proteção no banco de trás, sem cinto, é falsa, diz especialista

IBGE aponta que apenas 50,2% sempre usam cinto nos assentos de trás.
Airbag é equipamento de segurança auxiliar.



Andar no banco de trás de um carro sem cinto de segurança é um hábito de mais da metade dos brasileiros, segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada no início do mês. Para especialistas, a culpa é da falsa sensação que as pessoas têm de que, estando no banco traseiro, serão protegidas pelos bancos da frente e não correm risco de serem arremessadas do carro, no caso de uma batida.
Só airbag não basta
Especialistas ouvidos pelo G1 dizem que todos esses sistemas não se sobrepõem ao uso do cinto de segurança, inclusive no banco de trás. "O airbag é um equipamento de segurança suplementar", alerta Alessandro Rubio, coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi). "Inclusive, ele também é conhecido pela sigla SRS, que significa, em inglês, 'Supplemental Restraint System", lembra ele.
Cabe ao cinto evitar que uma pessoa seja arremessada do carro ou bata em partes do veículo ou mesmo o choque de um passageiro contra o outro. Mas, segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2013, apenas 50,2% das pessoas dizem usar sempre o cinto de segurança no banco de trás.
Peso de um elefante
Por que, afinal, as pessoas resistem a usar o cinto no banco traseiro? Para Rubio, existe uma falsa segurança de que elas estariam protegidas, em caso de colisão, pelos bancos da frente. "Mas o o banco (da frente) é projetado para a força do cinto e do ocupante", afirma Marcus Vinicius Aguiar, diretor de Segurança e Qualidade do Produto da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA). "Numa colisão, o peso da pessoa do banco de trás pode causar graves ferimentos nos ocupantes do banco da frente."
O Cesvi explica que, na colisão, o passageiro do banco de trás, sem cinto, pode ser arremessado sobre o motorista e o carona com uma força 50 vezes maior do que o seu peso, chegando a ser comparável ao de um elefante ou um hipopótamo.
Além disso, ressalta Aguiar, sem o cinto, o ocupante é como um objeto solto dentro do carro. "Ela vai bater em tudo quando é parte. Mesmo o choque de um passageiro com outro já pode levar a óbito", explica.
Falta de fiscalização
"Infelizmente, são dezenas de pessoas que morrem pelo Brasil todo dia pela falta do uso do cinto de segurança, especialmente nos assentos traseiros afirma José Aurélio Ramalho, diretor-presidente do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV).O não uso do cinto no banco de trás também é passível de multa e pontuação na carteira de habilitação, mas, segundo o especialista em segurança no trânsito, existe maior dificuldade das autoridades de fiscalizar o uso do cinto nos assentos traseiros, fazendo as pessoas não se preocuparem. “As pessoas acreditam que o carro é uma armadura e existe a falta da percepção de risco, provocando a negligência”, explica.






segunda-feira, 26 de outubro de 2015

RODOVIAS DO FUTURO PODERÃO SUBSTITUIR ASFALTO POR PAINÉIS SOLARES


Projeto desenvolvido por casal norte-americano está sendo testado e promete aumentar a segurança e a sustentabilidade no trânsito

Um casal norte-americano desenvolveu um projeto que promete tornar as ruas, avenidas e rodovias mais sustentáveis, além de tecnológicas e seguras. Julie e Scott Brusaw são os responsáveis pela tecnologia Solar Roadways, que prevê a substituição do atual asfalto que pavimenta as vias por painéis solares.
Além de captar energia para alimentar à própria via, os painéis solares poderão ser conectados às casas e construções próximas para fornecer eletricidade. As novas rodovias também poderiam substituir as tradicionais placas que orientam os motoristas, já que qualquer mensagem pode ser inserida diretamente na faixa de rolamento. Além disso, é possível alterar, inserir ou remover um alerta sempre que preciso.
Também será possível reduzir o número de atropelamentos, já que as placas alertam os motoristas sempre que há pessoas ou animais na via. Outro ponto positivo é que os painéis podem ser aquecidos automaticamente para evitar que seja formada uma camada de gelo perigosa ao tráfego de carros.
Além do objetivo óbvio de fazer com que o tráfego de veículos seja mais sustentável, já que as vias serão responsáveis por gerar a própria energia, o projeto prevê que carros elétricos possam ser recarregados automaticamente ao estacionarem em vagas feitas com a nova tecnologia. Outro ponto positivo é que o processo de construção elimina a necessidade de utilizar petróleo, presente durante a produção de asfalto.

Independência do petróleo
O projeto até parece ser simples, mas prevê tecnologias que não existiam há alguns anos e tiveram que ser desenvolvidas especialmente para tornar a inovação viável. Apesar de já existirem painéis solares, o casal Brusaw teve que encontrar uma maneira de tornar possível a passagem de carros sobre as placas eletrônicas. Além disso, foi necessário adaptar a camada de vidro que protege os painéis dos pneus dos veículos para que ofereça atrito e resistência similares aos do asfalto atual. O casal explica que buscou inspiração na resistência encontrada em caixas pretas de aviões. “Nós não sabíamos de que material são feitas as caixas pretas de aviões, mas elas nos davam uma pista sobre como é possível proteger equipamentos eletrônicos dos piores acidentes aéreos”, afirmam.
A tecnologia que torna possível o projeto Solar Roadways foi testada pela primeira vez em 2009, quando o casal foi convidado pelo Federal Highway Administration (órgão responsável por administrar o tráfego nos Estados Unidos) para desenvolver um protótipo de testes. Depois de algumas melhorias, o projeto foi premiado com um contrato de dois anos no valor de R$ 1,5 milhão para realizar novas avaliações. Como resultado, foi construído o primeiro estacionamento cujo piso é revestido de painéis solares em Sandpoint (EUA).
O casal Brusaw acredita que o projeto Solar Roadways poderia eliminar a emissão de gases causadores do efeito estufa em até 50%, o que contribui, também, com a qualidade do ar que respiramos. Eles tem projetos ambiciosos e acreditam ser possível integrar todos os países por meio da tecnologia para que nenhuma região fique sem energia. “Imagine um sistema global em que a metade do planeta que recebe energia solar alimenta a parte que está na escuridão. Nossa dependência por petróleo chegaria a um fim abrupto”, afirmam.

                                                                                                            por REDAÇÃO AUTOESPORTE

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Acidente com caminhão mata uma criança e duas adolescentes no Vale do Taquari




Um acidente com um caminhão matou uma criança e duas adolescentes de uma comunidade indígena às margens da BR-386, em Estrela, no Vale do Taquari. Uma quarta vítima foi encaminhada para o Hospital Estrela — ela está em estado grave, segundo a instituição.
Conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o veículo teria perdido o rodado do semirreboque enquanto trafegava na rodovia. As rodas atingiram as quatro vítimas, com idades entre 11 e 15 anos. Elas estavam aguardando o ônibus escolar em uma parada às margens da rodovia, que fica em frente à aldeia. Três delas são irmãs, e a quarta é prima.
Morreram as irmãs Chaiane Soares Lemes, 15 anos, e Thaís Soares Lemes, 11, e a prima Franciele Santos Soares, 14. Anelise Soares, 13, foi levada ao hospital.
O acidente aconteceu às 6h40min, no sentido Capital-Interior, em um trecho não duplicado da rodovia. Oito crianças e adolescentes da Aldeia do Coqueiro, comunidade que vive há cerca de 60 anos na região, pegavam o transporte escolar todas as manhãs até a Escola Estadual de Ensino Fundamental Pedro Braun, em Estrela. Quatro deles não estavam junto às vítimas porque não iriam à aula nesta segunda-feira.


Leia as últimas notícias

O acidente causou revolta entre os indígenas da aldeia, da tribo caingangue. O cacique Carlos Soares disse que havia solicitado que o ônibus escolar buscasse os estudantes dentro da aldeia, a cerca de 300 metros da rodovia, para que não tivessem de caminhar pelo acostamento.
A prefeitura de Estrela informou, por meio de nota (confira a íntegra abaixo), que não há pedidos de que o transporte entrasse na aldeia na prefeitura e na 3ª Coordenadoria Regional de Educação. A administração munincipal ainda disse que o ônibus escolar obecede um roteiro estabelecido há mais de 10 anos e que é de responsabilidade dos pais acompanhar e embarcar os filhos com segurança.
Em protesto pelas mortes e pela falta de segurança no trecho, indígenas depredaram um caminhão — sem relação com o acidente — com pedaços de madeira e atiraram pedras contra veículos que estavam na área — inclusive, contra uma viatura da PRF. O tumulto foi controlado, mas o grupo manteve o bloqueio total da rodovia por quase sete horas.

O caminhão que teve o rodado desprendido não permaneceu no local do acidente. Um motorista suspeito de dirigir o veículo foi preso em flagrante na BR-386, em Tio Hugo, cerca de três horas após o ocorrido. Ele disse não ter percebido que o rodado havia se soltado do veículo.
Do outro lado da rodovia onde aconteceu o acidente, uma cruz sinaliza a morte de outra menina da aldeia. Há um ano, a criança, de 2 anos, foi atingida por uma roda de um veículo que se soltou.
Com o trânsito bloqueado nos dois sentidos, há congestionamento na rodovia. Para o motorista que se desloca em direção a Porto Alegre, o desvio deve ser feito no km 258 até o acesso a Bom Retiro. Quem dirige para o Interior, a alternativa é entrar no km 366, após Fazenda Vila Nova, e seguir em direção a Teutônia.
Confira a nota divulgada pela prefeitura de Estrela sobre o transporte escolar:
"O governo de Estrela consterna-se com o trágico acidente ocorrido na BR-386 e se solidariza com as famílias das vítimas. Em relação ao transporte das crianças, o mesmo segue o padrão de todo o transporte escolar feito no município, onde o ônibus da Secretaria de Educação obedece um roteiro estabelecido há mais de 10 anos, passando pelas principais vias e recolhendo seus pequenos passageiros nas paradas de ônibus existentes. É responsabilidade dos pais acompanhar e embarcar seus filhos com segurança no transporte, ficando sob a tutela do município do embarque à ida para escola até sua volta e desembarque. Em relação a pedido para que o transporte entrasse na aldeia, não encontram-se nem na Prefeitura de Estrela e nem na 3ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE) nada a esse respeito. Mais uma vez, o governo de Estrela ressalta a importância da completa duplicação da BR-386 que tantas pessoas já vitimou".

* Zero Hora

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Usar o celular enquanto anda na rua ou dirige pode reduzir 80% da atenção.


Cérebro concentra a atenção em apenas uma das atividades.

Para dirigir com segurança, atenção deve ser 100% no volante.




Grande parte das pessoas tem dificuldade para fazer duas coisas ao mesmo tempo e, por isso, ter atenção é importante, principalmente na hora de dirigir ou atravessar a rua. O celular é um dos principais vilões e pode reduzir em até 80% a atenção. Quando a pessoa pega o telefone e disca o número, ela pode se distrair por alguns segundos, reduzindo o tempo de reação, assim como acontece com pessoas que dirigem alcoolizadas.
Um cálculo feito pela Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) concluiu que a pessoa demora até quatro segundos para pegar o telefone e mais cinco segundos para discar o número, o que equivale a 125 metros de distância de distração em uma velocidade de 50 quilômetros por hora.
 A falta de atenção e a pressa são grandes inimigas no volante e podem causar acidentes graves, por isso, é importante manter a atenção 100% na direção.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Ong faz palestra na semana SIPAT da CORAG.

CORAG – Companhia Rio-grandense de Artes Gráficas – é uma sociedade de economia mista, órgão da Administração Indireta, vinculada à Secretaria da Administração e dos Recursos Humanos. A Assembleia Geral é o seu órgão deliberativo. A administração da Companhia está ao encargo do Conselho de Administração e a direção executiva é composta de um Diretor Presidente e dois Diretores - Industrial e Administrativo, Financeiro e Comercial.  
MISSÃO:
Ser referência de gestão pública na execução de serviços de forma eficiente e sustentável, para atender as necessidades do mercado e possibilitar a satisfação e aconfiança do Cliente.
Palestrante: Lisette Feijó.