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sábado, 22 de fevereiro de 2014

Rio Grande do Sul tem queda de 9% em mortes no trânsito entre 2010 e 2013


Dados divulgados pelo Detran mostram que 1.984 pessoas morreram em acidentes no ano passado

Rio Grande do Sul tem queda de 9% em mortes no trânsito entre 2010 e 2013 Divulgação/Caroline Bicocchi/Palácio Piratini
O governador Tarso Genro entregou 16 viaturas à Brigada Militar, que serão usadas em operações da Balada Segura no interior do EstadoFoto: Divulgação / Caroline Bicocchi/Palácio Piratini
O número de mortes em acidentes no Rio Grande do Sul está em queda. Na manhã desta terça-feira (18), o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) divulgou que, nos últimos três anos, houve uma redução de 9,4% nas estatísticas. Em 2010, morreram 2.191 pessoas no trânsito; em 2011, 2.037; em 2012, 2.091; e no passado, 1.984.
Em comparação com 2012, a diminuição de vidas perdidas em ruas e estradas gaúchas no ano passado foi de 5%. Na Capital, de 2010 a 2013, a queda no número de mortes foi de 11,7% — passou de 137 para 121. Para o governador do Estado, Tarso Genro, há espaço para avanços:
— Mais de 90% dos acidentes ocorrem por imperícia, imprudência e negligência. Isso significa que podemos avançar com políticas públicas eficientes e conscientização. Isso está sendo feito aqui com a colaboração das polícias e do Detran.
Na comparação com o aumento da frota de veículos, hoje de quase 7% ao ano, a redução de acidentes fatais foi de 25,7% para cada 10 mil veículos, passando de 4,7 para 3,5. O diretor-presidente do Detran, Leonardo Kauer, entende que "há muito trabalho a fazer":
— É uma chaga da sociedade o trânsito, e o álcool contribui muito para os dados negativos. Devemos ser mais perseverantes e progressivos. Caso contrário, há um descrédito da população com as políticas públicas.
Ampliação do Balada Segura 
Em fevereiro de 2014, a Balada Segura completou três anos e tornou-se o principal instrumento do governo Tarso para a queda das mortes no trânsito. Desde a primeira blitz, em 4 de fevereiro de 2011, foram abordados mais de 88 mil veículos e realizados 70,8 mil testes do bafômetro. Quase 8 mil condutores acabaram autuados por embriaguez.
Presente em 20 municípios gaúchos, a Balada Segura deve ser estendida para mais 24 cidades neste ano. Nesta manhã, Tarso Genro fez a entrega simbólica de 16 viaturas à Brigada Militar, que serão utilizadas para o programa no interior do Estado. 
Conforme o Detran, a média de infrações por uso de álcool ou entorpecentes ao volante era de 8,6 mil ao ano em 2009 em todo o Estado. Após a implantação da Balada Segura e aumento da fiscalização, o número saltou para 24 mil em 2012. Em 2013, foram 20,8 mil autuações.
Veja números do aumento da frota de veículos no Estado
Dados da Operação Balada Segura (desde fevereiro de 2011):
— 88 mil veículos abordados
— 70,8 mil testes do bafômetro realizados
— 8 mil motoristas autuados por embriaguez
— 8 mil habilitações recolhidas
— 6 mil veículos recolhidos

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Flagrantes mostram desrespeito às leis de trânsito pelo Brasil; veja casos


O bom dia Brasil mostrou uma série de casos de desrespeito às leis de trânsito pelo país. Algumas delas, inclusive, podem ser fatais, como um caso ocorrido no Rio de Janeiro.

Um caminhão trafegava em uma importante via expressa da cidade, em horário proibido, com a caçamba levantada. A caçamba bateu e derrubou uma passarela, deixando cinco mortos – entre pessoas que estavam dentro de carros atingidos pela estrutura e que passavam sobre ela no momento da batida.

Veja abaixo reportagens desta semana do Bom Dia Brasil que mostram que os brasileiros estão desrespeitando cada vez mais as leis de trânsito e colocando, além da própria vida, a vida de outros motoristas e pedestres em risco. E o desrespeito não é só no asfalto; chega também ao mar, onde vem crescendo o número de acidentes com lanchas e motoaquáticas.

Motorista de caminhão que derrubou passarela diz que estava no celular

Luís Fernando Costa reconheceu ainda que estava a 85 km/h, acima do limite permitido, e que sabia que a circulação de caminhões era proibida naquele horário. Ele disse que não percebeu que a caçamba estava levanta.

Caminhões são flagrados em via expressa em horário proibido


Um flagrante do Globocop mostrou dois caminhões que passavam pela Linha Amarela fora do horário permitido e foram parados pela polícia em um dos sentidos. No outro sentido, caminhões passavam e até pagavam o pedágio livremente.

Verão tem aumento de acidentes com lanchas e motoaquáticas

Crescimento tem relação com dois fatores: a facilidade de compra e a queda no preço. Com tanta embarcação na água, a Capitania dos Portos admite que é difícil fiscalizar.

Vagas para deficientes físicos são ocupadas irregularmente no Rio.

É uma infração de trânsito, mas também uma falta de educação. A fiscalização não dá conta de multar todos que desobedecem a lei. Segundo a prefeitura, no ano passado, apenas 9,2 mil veículos foram multados.

Após flagrantes, motoristas serão multados por infrações filmadas

Agente de trânsito poderá multar, ao vivo, assistindo na central de monitoramento às imagens das câmeras instaladas nas estradas. Multas só podem começar quando houver sinalização nas rodovias.

Fonte:g102/02/2014

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Balanço da PRF aponta queda nos acidentes nas rodovias no fim de ano

02/01/2014 09h12 - Atualizado em 02/01/2014 20h52

Foram 756 acidentes a menos que em 2012, segundo dados da PRF.
Número de mortes também foi menor do que o registrado ano passado.

Do G1, em Brasília




O número de acidentes nas rodovias federais nos feriados de fim de ano foi 10% menor que o registrado no mesmo período do ano passado, segundo dados da Polícia Rodoviária Federal. A PRF comparou as ocorrências registradas de 20 de dezembro de 2013 a 1º de janeiro de 2014 com as registradas em 20 de dezembro de 2012 a 1º de janeiro de 2013. De acordo com os dados, antecipados pelo Bom Dia Brasil, a quantidade de acidentes diminuiu de 7.407 para 6.651.
Balanço de ocorrências nas rodovias federais
2012
2013
Acidentes
7.407
6.651
Mortes
420
379
Feridos
4.642
4.352
Fonte: Polícia Rodoviária Federal
O número de mortes registradas também foi menor. No Natal e réveillon do ano passado, 420 pessoas morreram nas rodovias federais. Neste ano, foram 379 mortes. A maior causa de mortes foram as colisões frontais, que resultaram em 83 vítimas fatais.
Para Stênio Pires, coordenador-geral de operações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), a redução das mortes foi um resultado do aumento das fiscalização, do planejamento, e da Lei Seca.
"Não existe um único fator que contribuiu para a redução de acidentes. O trânsito é sempre complexo", justificou.
Em 2013, a Polícia Rodoviária Federal identificou os 100 trechos com mais acidentes fatais e intensificou a fiscalização nesses pontos, coordenando esforços federais, estaduais e municipais. Essa operação recebeu o nome de Operação Rodovida.
Lei Seca
No período da operação de final de ano nas estradas, a Polícia Rodoviária Federal multou 1.697 motoristas que beberam antes de dirigir. Desses, 461 foram presos por conduzirem com mais de 6 decigramas de álcool por litro de sangue ou por terem se recusado a soprar o bafômetro, apesar de apresentar sinais de embriaguez.

(OBS.: No momento da publicação desta reportagem, foi informado que 996 motoristas haviam sido multados por embriaguez, com base em balanço divulgado pela PRF. No início da noite, o órgão atualizou o dado, informando que foram 1.697 os motoristas flagrados por beberem antes de dirigir. A informação foi corrigida às 20h51).
Segundo a PRF,  42% das prisões foram feitas por recusa do motorista em soprar o bafômetro.
A maioria das multas aplicadas pela PRF foram por ultrapassagem  em locais proibidos. Foram 7.007 autuações, que representaram 20,66% do total.
“O tipo de acidente que mais mata nas estradas é a colisão frontal, causada por ultrapassagens em locais proibidos, por isso orientamos os nossos efetivos a fiscalizar com bastante rigor essa infração”, afirmou Pires.
O segundo tipo de infração que mais gerou multas foi dirigir carro não licenciado. Foram  2493 autuações desse tipo, 7,35% do total. As multas para motoristas não habilitados foram 1921 casos, 5,67% do total.
Acidentes por estado
Minas Gerais, estado com a maior malha rodoviária do país, registrou o maior número de acidentes, 1.102 acidentes. Em segundo lugar aparece Santa Catarina, com 751 acidentes, e depois o Paraná, com 750.
Minas Gerais foi o estado também com o maior número de mortos, com 64 vítimas fatais. Apesar de não ser um estado com a maior concentração de acidentes, a Bahia foi o segundo com o maior número de mortos, 43.
“A Bahia tem apenas pouco mais de 200 quilômetros de rodovias duplicadas, o que resulta em um percentual maior de colisões frontais", disse Pires.
No Distrito Federal aumentou em 114% a quantidade de mortos nesse período. No final de 2012 haviam sido 7. Já em 2013, foram 15. De acordo com Pires, a causa foi o aumento no fluxo de veículos saindo de Brasília, combinado com a chuva.
Outro estado que teve aumento no número de mortos foi São Paulo. Apesar de ter havido redução no número de acidentes (caiu de 540 para 446) e de feridos (reduziu de 258 para 194), o acidente na Régis Bittencourt com um ônibus que ia de Curitiba para o Rio de Janeiro contribuiu para o aumento na estatística.
O acidente aconteceu próximo à cidade de São Lourenço da Serra, na Grande São Paulo e deixou 16 mortos.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Como se caísse um avião com 379 pessoas a bordo



De tanto contar mortos em acidentes — ou em crimes de trânsito —, os brasileiros parecem anestesiados. Entre o dia 20 de dezembro e a manhã desta quinta-feira (02/01), morreram 379 pessoas nas estradas federais — e nós temos que nos dar por satisfeitos, porque esse número é 9,7% inferior ao do mesmo período do ano passado. A ele somam-se os acidentes nas estradas estaduais e nas vias urbanas. Só nas rodovias estaduais gaúchas foram 11 mortos no mesmo período.
Fiquemos, pois, com os 379 mortos nas rodovias federais. É como se caísse um dos maiores aviões em operação no mundo e quase ninguém desse atenção. Porque o avião é um dos meios de transporte mais seguros, um acidente choca, comove e desencadeia uma investigação profunda para identificar as causas e impedir que o problema se repita. Os mortos no trânsito não resultam em uma foto de caixões enfileirados _ exceto quando o acidente envolve ônibus _ e acabam sendo tratados com a frieza das estatísticas: são 6.651 acidentes com 379 mortos, o que dá 41 vítimas fatais a menos do que em 2012.
Somos induzidos a achar que o número é bom, porque, afinal, a curva é decrescente. Além da redução em números absolutos, houve queda proporcional em relação aos veículos emplacados. Em 2012, foram 97,13 acidentes por milhão de veículos. Em 2013, baixou para 81,4 por milhão. Poderia ter sido pior, é verdade, mas os números são péssimos. Só nas estradas federais, 4.352 pessoas ficaram feridas. Isso é coisa que se comemore?
Desse batalhão de feridos, parte ainda corre o risco de morrer em consequência das lesões, outros ficarão incapacitados para o trabalho ou terão projetos interrompidos.
Quando se abrem os dados, fica claro que boa parte das mortes ocorreu por imperícia ou imprudência. Foram 83 em colisões frontais, 30 em saídas de pista, 24 por atropelamento, 17 em colisão transversal e 14 em capotamentos. O número de motoristas flagrados alcoolizados ou sem habilitação sugere que o caminho para reduzir os acidentes passa pela fiscalização e pela aplicação de multas, como fazem os países que conseguiram vencer a guerra do trânsito.
Rosane de Oliveira
Fonte: zero hora 03/01/2014

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Saiba o que cada tipo de estrada exige do seu carro


Subir e descer a serra desafia o sistema de arrefecimento e a embreagem.
As mais bem pavimentadas 'denunciam' falta de balanceamento.

Denis MarumEspecial para o G1
Todo mundo sabe que é importante fazer a revisão no carro antes de pegar estrada, mas o que muita gente se esquece, é que, dependendo da estrada, alguns itens devem ser revisados com mais critério. Veja abaixo o que cada tipo de estrada ou situação exige do veículo.
"Tapetes"

Trecho da Rodovia Carvalho Pinto (Foto: Divulgação/ Ecopistas)Trecho da Rodovia Carvalho Pinto, em SP
(Foto: Divulgação/ Ecopistas)

Estradas muito bem pavimentadas, com pouca curva, como as principais de São Paulo, sugerem uma velocidade média maior. Atente para respeitar os limites, ainda que veja “colegas” voando nessas pistas.
Falta de alinhamento e de balanceamento são os itens que mais incomodam quando se anda em velocidades altas. Quando o problema é falta de alinhamento, o motorista passa a viagem inteira corrigindo a trajetória do carro, que puxará para um dos lados da pista. No caso da falta de balanceamento das rodas, o volante trepida entre 100 km/h e 120 km/h.
Em pistas molhadas, pneus carecas favorecem a aquaplanagem, que pode ser mais frequente em época de chuva, como o verão.  Para sair de uma situação destas, alivie o freio e acelere levemente, para retomar a aderência com o solo.
Previna-se: leve o carro para avaliação dos pneus, substituía os que estão em mau estado (não esqueça do estepe), balanceamento de rodas e verificação dos fluidos e pastilhas de freio.

Sobe e desce da serra


serra de petrópolis (Foto: Chandy Teixeira)serra de petrópolis (Foto: Chandy Teixeira)
Descer e subir qualquer serra um pouco mais longa exigirá um esforço extra do sistema de arrefecimento, da embreagem e das correias.
O sistema de arrefecimento, campeão em deixar os motoristas na estrada, é responsável por manter a temperatura do motor ao redor dos 90 graus. Em subidas prolongadas, normalmente o motorista reduz a marcha e aumenta a rotação do motor, para não perder força nem diminuir a velocidade. Este aumento de rotação acaba por gerar grande quantidade de calor que deve ser eliminada pelo sistema de arrefecimento.
Já a embreagem tem a função de transmitir o torque e a rotação do motor para o câmbio e, consequentemente, para as rodas. Portanto, quanto mais pesado o carro estiver em uma subida, mais exigida ela será.
sistema de arrefecimento (Foto: Denis Marum/G1)Sistema de arrefecimento (Foto: Denis Marum/G1)
Quando descemos a serra também temos o costume de utilizar o freio motor, que nada mais é do que reduzir a marcha para não sobrecarregar o sistema de freio. O problema é que estas reduções repentinas podem quebrar a correia dentada. Isto costuma ocorrer quando as correias possuem mais de três anos, ou a quilometragem já atingiu os 50.000 km.
Previna-se: se seu carro já possui alguma anomalia como maior consumo de água, mangueiras inchadas e poça de água na garagem, trate de checar o sistema antes de por o pé na estrada. Se o pedal de embreagem já estiver muito duro ou se você já sentiu que a embreagem patina na primeira marcha e na marcha ré, não arrisque: o guincho vai custar mais caro que o kit de peças a ser substituído. E fique atento para a hora de trocar a correia dentada: via de regra, quando a ela quebra, principalmente com o motor em alto giro, o prejuízo é grande.

Curvas e mão dupla


rodovia de mão dupla ultrapassagem (Foto: Inter TV)Rodovias de mão dupla exigem atenção redobrada
e agilidade na ultrapassagem (Foto: Inter TV)
As estradas mineiras possuem altos índices de acidentes, porque, além da grande quantidade de curvas, em função da topografia do estado, boa parte delas são demão dupla, exigindo muita atenção do motorista nas ultrapassagens. Para se manter na estrada, seu carro precisará estar com asuspensão em dia: amortecedores e molas garantirão que você tenha estabilidade nas curvas.
Estradas deste tipo também exigem retomadas rápidas e intensas, onde o motorista aumenta o giro do motor repentinamente, assim como na descida da serra. Acelerações repentinas podem romper as correias e causar sério dano ao motor.
Previna-se: atente para o estado dos amortecedores e molas. Se seu carro possui direção hidráulica, verifique também a correia serpentina, pois a quebra dela provoca o endurecimento inesperado da direção, o que pode levar o carro para o sentido contrário da pista.

Buraqueira

buraco em estrada de mato grosso (Foto: TV Centro América)Em algumas estradas, buracos desafiam até
caminhões (Foto: TV Centro América)

Estradas esburacadas como as encontradas no Sul da Bahia e norte de Minas são umconvite para estourar um pneu e amassar as rodas, por isso diminuir a velocidade e ter o estepe em ordem, é um bom começo.
Para rodovias onde o asfalto não é o ponto forte, é importante verificar os pivôs, terminais de direção, buchas das bandejas, molas e amortecedores. Uma pequena trinca, em qualquer um destes itens, pode causar um grave acidente.
A quebra de um pivô ou terminal de direção fará você perder o controle do carro. Se os pneus possuem alguma bolha ou estão carecas, é grande a probabilidade de você acordar dentro de um hospital.
amortecedores e molas (Foto: Denis Marum/G1)Mesmo uma trinca em amortecedores e molas
pode causar acidentes (Foto: Denis Marum/G1)
Previna-se: mande revisar pivôs, terminais de direção, buchas das bandejas, molas e amortecedores, além do estado dos pneus.
Bons motoristas são reconhecidos pelo pouco desgaste das pastilhas e discos de freio, mas, na dúvida peça, para o mecânico verificar, principalmente se faz mais de 20.000 km que seu carro não visita uma oficina.


Neblina
Muita gente só lembra de verificar as palhetas e o detergente na água doreservatório do limpador de para-brisaquando está no meio do nevoeiro, comum nas primeiras horas do dia e em serras.
Previna-se: aproveite e faça um check-up em todas as luzes externas, faróis, lanternas, piscas e luzes de freio. 

Vai ter trânsito?

Trânsito intenso no sentido litoral de São Paulo na Rodovia Anchieta, na altura do município de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista (Foto: Márcio Fernandes/Estadão Conteúdo)Trânsito intenso no sentido litoral de SP na Rodovia
Anchieta, no último feriado de 15 de Novembro
(Foto: Márcio Fernandes/Estadão Conteúdo)

Em algumas estradas, oscongestionamentos em determinadas datas são inevitáveis. Descobrir que o ar-condicionado não está funcionando é desagradável, principalmente quando temos crianças dentro do carro.
Previna-se: faça uma revisão no ar-condicionado, aproveite para trocar o filtro e fazer uma higienização do sistema.
Poucas pessoas se esquecem de verificar a água e o óleo, mas nunca é demais lembrar: aproveite a parada para encher o tanque e calibrar os pneus, além de economizar combustível seu carro terá mais estabilidade.


Vale para qualquer estrada
Não ponha sua família em risco: a qualquer barulho estranho ou sintoma de que algo não vai bem, procure um mecânico. Não esqueça, na estrada tudo fica mais difícil.

Denis Marum coluna Oficina do G1 (Foto: Fábio Tito/G1)

Dono de oficina em São Paulo, Denis Marum é formado em engenharia mecânica e tem 29 anos de experiência com automóveis. Nesta coluna no G1, dá dicas sobre cuidados com o carro.
 Fonte:g1

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Um Natal de paz!



A magia da vida esta em cada momento onde podemos criar novas fórmulas de viver!
Valorize a vida ela é um instante, onde o futuro se torna passado muito rápido!

Um Natal cheio de magia no ar....

Lisette Feijó 2013.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Especialista em carros dá dicas para atravessar alagamentos na cidade

Saber a maneira adequada de atravessar um trecho pode evitar prejuízos.
O maior risco é a água entrar no motor e danificar as peças internas.

É preciso cautela para atravessar trechos alagados como este que se formou em Palmas após a chuva desta segunda (9) (Foto: Sérgio Augusto Lorentino/Acervo pessoal)É preciso cautela para atravessar trechos alagados como o que se formou em Palmas nesta segunda (9) (Foto: Sérgio Augusto Lorentino/Acervo pessoal)
Durante o período chuvoso é comum encontrar ruas alagadas em algumas cidades do país, como Palmas, capital do Tocantins. Tentar atravessar estes trechos pode causar prejuízo para os motoristas, principalmente para quem dirige carros menores. Sérgio Antônio, especialista em carros e dono de uma oficina de jipes para trilhas, dá algumas dicas sobre o que fazer nessas situações.
O ideal é não passar em ruas com alagamento, mas se o motorista for pego de surpresa ou tiver algum compromisso importante na hora da chuva, existem algumas medidas que podem ser tomadas para evitar prejuízos.
Escolha o lado mais ‘raso’ da rua
Segundo Sérgio Antônio, em carros menores, o duto que capta o ar que vai para o motor fica localizado em uma parte baixa. Se este duto for coberto pela água, ele pode sugá-la para dentro do motor e causar o chamado calço hidráulico.
O calço hidráulico acontece quando a água preenche os cilindros e impede que o motor gire. Este tipo de problema pode causar torção das peças internas e até fundir o motor. Por causa disso, é preciso procurar a parte mais ‘rasa’ da rua. Antônio lembra que olhar para o meio-fio é uma boa maneira de medir qual o nível do alagamento.
Atravesse devagar
O especialista lembra que o motorista deve sempre evitar que a água chegue perto do filtro de ar. Se o dono do carro acelerar, a água pode cair sobre o motor e acabar causando o temido calço hidráulico. Antes de entrar na água, é preciso engatar a 1ª marcha e não trocar marchas antes de terminar a travessia que deve ser feita em velocidade baixa e constante.
As camionetes não enfrentam este tipo de dificuldade, pois são preparadas para atravessar trechos com água. Mesmo assim, o recomendado é que os motoristas destes veículos evitem correr. Com esta medida a água não cobre outros carros, situação que poderia até provocar  um acidente.
Tenha paciência
Para Antônio, paciência é fundamental na hora de atravessar uma rua alagada. Ele lembra que é preciso evitar medidas desesperadas, pois elas podem causar prejuízo. “Não adianta o motorista ficar afoito e querer passar por onde uma camionete passa que ele vai se dar mal”, explica.
E se o carro desligar no meio da parte alagada?
O especialista explica que se o carro ‘morrer’ no meio do alagamento, não se deve tentar ligá-lo novamente. “Se o carro apagou é por que já entrou água no motor. Se o motorista tentar dar partida, o motor vai sugar mais água e piorar a situação”, argumenta.
Neste caso, a única coisa a fazer é ligar o pisca-alerta para sinalizar que o carro está com problemas e levar o carro para uma oficina em um reboque. “Na oficina os mecânicos vão tirar a água que entrou e verificar se alguma peça estragou”, complementa.
Avenida Theotônio Segurado em Palmas, capital do Tocantins, alagada após chuva  (Foto: Fabrício Soveral/G1)Avenida Theotônio Segurado em Palmas, capital do Tocantins, alagada após chuva
(Foto: Fabrício Soveral/G1)
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domingo, 8 de dezembro de 2013

Passeio Ciclistico

A Academia Bodytech em parceria com a ONG ALERTA, realizou neste domingo, 8 de dezembro, as 10h, o primeiro Passeio Ciclistico em Porto Alegre, com o apoio da EPTC de bike.
Os participantes percorreram 12km pelo corredor de ônibus que todos domingo se encontra fechado para atividades, como pedalar, caminhar, andar skate ou simplesmente passear, na Av Carlos Gomes, até o Jardim Botânico, contaram com carro de apoio, frutas e hidratação e participação de alguns professores da academia.
Interagir a bicicleta a vida diária do cidadão, nosso foco! Ong Alerta.