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quarta-feira, 19 de junho de 2013

Você sabia que é diferente frear com freios ABS?

Instrutor de pilotagem explica que trepidação do pedal é normal e que motorista deve continuar pisando até a parada do veículo Até 2014, todos os carros produzidos no Brasil deverão sair da fábrica com freios ABS - sigla em inglês para Anti-lock Braking System, ou sistema de freios antitravamento. 
O item de segurança funciona a partir de sensores que monitoram a velocidade das rodas, identificando quando alguma delas está prestes a travar e aliviando a pressão para evitar o bloqueio. O controle eletrônico permite que o condutor mantenha o controle do veículo, ou seja, habilita o motorista a desviar do obstáculo. 
Sem o ABS, em uma freada busca, as rodas não obedecem e não é possível evitar a colisão. Em pesquisa realizada pelo Centro de Estudos Automotivos (Cesvi), em 2007, mostrou que, com freio comum, a 70 quilômetros por hora, apenas 21% dos motoristas consegue desviar de um obstáculo, enquanto com o ABS o percentual sobe 81%. Além disso, o sistema antibloqueio faz com que o tempo de parada do carro seja menor. 
Como frear com o ABS Apesar das vantagens do freio ABS, especialistas reclamam que os motoristas não são informados sobre as diferenças de guiar um carro com sistema antitravamento. E você, saberia como agir? Christian Finkelstein, instrutor de pilotagem e proprietário do kartódromo SpeedKart, em Porto Alegre, dá as dicas de como proceder. 
A principal diferença é que, com ABS, o pedal do freio deve ser pisado até o fim, e é preciso mantê-lo acionado durante todo o percurso da frenagem. A maioria das pessoas tende a "aliviar o pé" no meio do caminho, pois imagina que as rodas vão travar - o que aconteceria com freios comuns -, mas esse risco não existe no ABS. 
Com o pedal pressionado, o sistema age plenamente e evita o bloqueio das rodas, garantindo a dirigibilidade do veículo. Outro detalhe importante, relacionado ao primeiro, é a trepidação no pedal. Os condutores, por falta de informação, costumam tirar o pé do freio quando o pedal começa a tremer. Mas a trepidação é normal, pois é causada pela alteração de pressão nas rodas - justamente o que impede o travamento delas. 
A instrução, pois, é manter o pé até o fim, sem medo de bloquear as rodas e sem medo da trepidação. Vale lembrar, ainda, que por causa da estabilidade garantida pelo ABS, é possível manter o pé no freio enquanto se faz curvas. Isso, no entanto, na exime o motorista de fazer conversões em velocidades compatíveis e dentro do indicado pela sinalização no local. Fonte:http://revista.pensecarros.com.br/especial/rs/editorial-veiculos/ -- 

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Respeito a vida!




Infelizmente o ser humano acha que pode tudo...até um dia ele aprender que náo pode!

sábado, 8 de junho de 2013

Carros produzidos no Brasil são "mortais", segundo agência


Estar conduzindo um veículo produzido no Brasil ou a versão feita na Europa do mesmo automóvel pode ser a diferença entre a "vida e a morte", diz reportagem da Associated Press

São Paulo – Estar dirigindo os carros produzidos no Brasil ou os mesmos modelos e similares europeus pode ser a diferença entre a “vida e a morte” em casos de acidentes, aponta uma reportagem da agência Associated Press republicada em veículos de todo o mundo.

Segundo a matéria, a qualidade dos veículos no quarto maior mercado consumidor global – que tem uma nova classe média ávida pelo seu próprio automóvel - está se tornando uma tragédia nacional, com a taxa de mortes em acidentes sendo quatro vezes maior no Brasil que nos Estados Unidos, onde os veículos são mais seguros.

A matéria foi republicada em sites de grande audiência internacional, como The New York Times, Washington Post e Huffington Post.
“Os culpados são os próprios carros, produzidos com soldas mais fracas, itens de segurança escassos e materiais de qualidade inferior em comparação a modelos similares fabricados para os consumidores americanos e europeus. Quatro dos cinco carros mais vendidos do Brasil não conseguiram passar em testes de colisão independentes”, afirma o texto.
A Associated Press menciona os resultados do Latin NCAP, instituto independente que recentemente passou a fazer testes de veículos vendidos na América Latina e apontou, na última edição, a incongruência entre os resultados dos mesmos veículos que, em tese, deveriam ser iguais, independentemente de onde são vendidos. Mas não são. EXAME.com publicou os resultados, há mais de um mês.
A reportagem dispensa ataques à indústria, alegando que se beneficiam de consumidores menos exigentes com segurança para ainda obter margens maiores que em mercados desenvolvidos. Nos EUA, são 3%; no Brasil, 10%, segunda a consultoria IHS.
De acordo com um especialista ouvido pela Associated Press, a diferença prática, no momento de um acidente, pode ser a vida ou a morte.
"A diferença que você está falando é de alguém morto no veículo ou morrendo muito rapidamente, ou então alguém sendo capaz de sair do veículo sozinho", disse David Ward, diretor-geral da Fundação FIA, em Londres.
Nem a presença de airbags e ABS, que se tornarão obrigatórios no Brasil em 2014, são suficientes. Muitas vezes, o problema é estrutural.
“A versão brasileira tem a mesma aparência do lado de fora, mas está faltando peças. Em uma versão, eles incluem o reforço (à estrutura), na outra não ", disse à agência um engenheiro da indústria automotiva que não quis se identificar.
A matéria fala ainda em falta de zonas de deformação e frágeis colunas de direção.
A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) se pronunciou sobre o teor da reportagem em nota intitulada "O automóvel brasileiro é seguro" (veja íntegra abaixo). À agência internacional, montadoras brasileiras deram respostas individuais sobre o desempenho de seus veículos citados. 
Entre outras coisas, elas apontaram que atendem à legislação brasileira.
A reportagem da AP sinaliza que uma mudança neste padrão só ocorrerá se houver reação dos brasileiros, como ocorreu nos Estados Unidos na década de 60, quando as mortes em acidentes chegaram a números estratosféricos.
Além dos fatores veiculares, é preciso lembrar que estradas mal conservadas é outro item no ingrediente das mortes de trânsito no Brasil, como aponta a própria agência americana.
Veja a nota da Anfavea:
A indústria automobilística brasileira tem uma longa experiência na produção de veículos. São quase 60 anos no aperfeiçoamento dos sistemas de fabricação e melhoria de qualidade e segurança. Lamentável, portanto, quaisquer correlações entre o número de vitimas no trânsito com os indicadores de qualidade dos veículos produzidos no Brasil;
Perigosos | 13/05/2013 16:19


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                          Mariana Moura
Exerça sua cidadania com voto consciente e fiscalização constante.
 

sábado, 1 de junho de 2013

Entenda como funciona o airbag e conheça alguns mitos sobre o item de segurança

De acordo com dados do Centro de Estudos Automotivos (Cesvi), 3.426 vidas poderiam ter sido salvas se os carros envolvidos em acidentes entre 2001 e 2007 tivessem airbags. Graças ao equipamento, 490 brasileiros sobreviveram em acidentes entre janeiro e agosto de 2010. E esse número vai crescer: até 2014, todos os carros produzidos no Brasil deverão sair da fábrica com o item de segurança. 
O que são airbags? Airbags são bolsas que inflam rapidamente em caso de acidentes, protegendo cabeça e toráx dos passageiros em caso de acidentes,  contra impactos em partes do veículo e entre os próprios ocupantes. É comum pensar que o equipamento é acionado quando ocorre a batida, mas o professor de engenharia mecânica da PUC-RS João Carlos Pinheiro Beck explica que o sistema funciona a partir da variação brusca de velocidade. "A colisão gera uma desaceleração violenta, e é isso que aciona o sensor", esclarece. 
O sensor identifica quando a velocidade varia pelo menos 20 quilômetros por hora em um curto espaço de tempo - como em uma colisão. O dispositivo é uma das três partes principais do airbag. Além dele tem-se a bolsa, que infla, e os elementos químicos, que reagem para fazê-la encher. A partir do sinal elétrico do sensor, inicia-se a reação química entre nitrato de potássio e nitreto de sódio. 
Os compostos oxidam, formando nitrogênio, gás que se expande a uma velocidade de aproximadamente 300 quilômetros por hora e infla a bolsa em menos de um segundo. No momento em que o airbag abre, percebe-se a presença de uma nuvem de pó branco no interior do carro. Esse pó nada mais é do que o talco usado para evitar que as dobras do saco de nylon grudem e dificultem a abertura em caso de acidente. "A bolsa é cheia de furinhos, e começa a desinflar logo depois de encher", continua o professor. 
Locais possíveis Os airbags para os ocupantes da frente ficam no volante e no painel. Para os passageiros no banco traseiro, as bolsas podem estar no encosto dos assentos frontais ou nas portas laterais de trás. 
Para os passageiros no banco traseiro, as bolsas podem estar no encosto dos assentos frontais ou nas portas laterais de trás. Há ainda os instalados na parte central do assento traseiro, para proteger os passageiros de se baterem entre si em caso de capotamento ou batida lateral. Também para essa situação, pode-se ter airbags laterais para motorista e carona. Pode-se citar também as bolsas tipo cortina, instaladas na tampa do porta-malas. 
Este modelo serve para impedir que os estilhaços do vidro temperado traseiro, principalmente em colisões laterais, atinjam  os ocupantes dos assentos de trás do veículo. Ainda assim, contra lesões que poderiam ser fatais, o airbag pode causar ferimentos suaves aos passageiros. Isso porque, mesmo que seja uma bolsa inflada, não deixa de ser uma superfície contra a qual o ocupante do veículo tem um choque forte. 
Queimaduras e hematomas leves são comuns quando o equipamento de segurança é acionado. Os pequenos ferimentos causados pelo airbag podem acabar sendo mais graves se os passageiros não estiverem de cinto, que também serve para diminuir a aceleração do corpo e os efeitos do impacto. Sem o uso da proteção, a violência da batida é toda aplacada pela bolsa de ar. "O impacto com o airbag nunca é confortável, e sem o cinto se torna pior", explica Beck. Para minimizar a chance de um machucado em função da bolsa, algumas empresas já desenvolvem airbags que conseguem interpretar o quanto devem encher a partir do o peso do passageiro. 
Outro artifício das fabricantes é fazer a tampa do compartimento da bolsa com encaixe na parte superior, para que, no momento em que o saco de nylon encher, a proteção seja arremessada em direção ao teto, e não para cima do passageiro. Cuidados : Algumas posturas de condutor e caronas também podem evitar danos maiores em caso de acidente e acionamento do airbag. - Passageiros devem manter o corpo mais afastado dos locais onde estão os compartimentos de airbag frontais; - Motoristas deve manter as mãos na extremidade do volante, para que o airbag possa abrir sem dificuldades; essa postura deve ser mantida mesmo em curvas, quando muitos condutores cruzam os braços - se o acidente for nesse momento, o airbag pode causar lesões graves; - Caronas não devem colocar os pés sobre o painel; além de dificultar a abertura do compartimento, a expansão da bolsa pode causar ferimentos no passageiro que estiver com a pernas no caminho da inflagem do airbag; - Não se deve viajar com objetos que, em caso de acionamento do sistema, possam causar ferimentos no impacto com a bolsa; o cuidado serve para coisas no colo, nas mãos e na boca dos ocupantes do veículo; - Não se deve, também, colocar adesivos ou quaisquer materiais que dificultem a abertura do compartimento do airbag; - Qualquer tipo de manutenção no sistema de airbags deve ser feito em uma oficina credenciada pelo fabricante e de acordo com o detalhamento do manual do carro. O airbag só funciona uma vez,e após acionado precisa ser substituído - . http://revista.pensecarros.com.br/especial/rs/editorial-veiculos/

terça-feira, 28 de maio de 2013

Game ensina educação no trânsito para jovens

Para participar de uma corrida que acontece na cidade fictícia de Santa Fé, um adolescente que acaba de completar 18 anos precisa tirar sua primeira carta de habilitação e mostrar que conhece todas as regras de trânsito, sem cometer infrações. Esse é o enredo principal do game educativo Vrum, criado pela startup Think Box, nos padrões de jogos queridos dos adolescentes como o GTA – sigla de Grand Theft Auto, série de games que simula locais fictícios modelados em cidades norte-americanas.

O Vrum, que é direcionado a estudantes do 6o ao 9o ano, tem o intuito de ensinar aos jovens, desde cedo, a serem mais responsáveis no trânsito. A proposta é levá-los a conhecer melhor a sinalização, as questões que envolvem a segurança dos motoristas e dos pedestres, os órgãos e entidade do trânsito. E ainda, os prepara melhor para as etapas de obtenção da carteira de habilitação, simulando exames como o psicotécnico e até exercícios de baliza.

“Decidimos trabalhar na educação do trânsito pela inexistência de iniciativas preocupadas com isso. A ideia é que o jogo também ajude os professores a trabalhar o tema de modo transversal no currículo, já que o Código de Trânsito Brasileiro, de 1998, afirma que educação no trânsito deve ser aplicada em todo o ensino básico”, afirma Pedro Alves, diretor de desenvolvimento da Think Box. “No Brasil, infelizmente, o governo gasta bilhões remediando o que acontece depois dos acidentes e com campanhas publicitárias sobre o assunto, e esquecem de criar programas mais efetivos nas escolas”, completa.

O game começa com a chegada do jogador à autoescola, acompanhado pela mãe. Na cidade fictícia, em um ambiente 3D, ele caminha, anda de bicicleta, pega ônibus e dirige e, ao longo de todo o processo, é desafiado a respeitar as regras de trânsito. “Queremos também descontruir a figura do carro como único meio de transporte. Por isso, no game o jogador precisa usar o transporte público, como ônibus e trem, para entender que esses meios podem gerar menor impacto ambiental, diminuição de trânsito, entre outros aspectos”, afirma.

Na autoescola, o personagem se submete, por exemplo, a procedimentos para tirar a carteira de habilitação, como as simulações dos exames de vista, psicotécnico e teórico, realizados no Denatran. Realiza ainda os treinamentos básicos, como dirigir em circuitos e pela cidade, realizar a prova do Detran, fazer o emplacamento do carro e entender a importância do transporte público. “A cada dois minutos, um acidente de trânsito acontece em alguma via do país, ou seja, uma média de 30 acidentes por hora. Nosso sonho maior é formar jovens que se tornem motoristas e pedestres mais educados, responsáveis e conscientes de seus direitos e deveres”, diz.

Todas as ações do personagem são convertidas em duas formas de pontuação. A primeira se refere à pontuação relacionada à carteira de motorista do jogador e a segunda à pontuação do ranking geral, que representa os bônus pelas ações e missões que o jogador realiza na cidade de Santa Fé.

O game é gratuito, porém, por enquanto, está disponível apenas para escolas públicas da Paraíba que fazem parceria com o Detran. A startup também vem contatando o órgão junto a secretárias de educação, para a comercialização do projeto em grande escala para instituições de todo o país.

A proposta é não só oferecer o game, mas o Programa Brincando e Aprendendo Sobre o Trânsito, metodologia para implementação da educação para o trânsito nas escolas. O programa inclui a capacitação dos professores, suporte técnico e a ajuda para analisar gráficos e relatórios que são gerados a partir da atuação dos alunos nos games.

 “Será possível ter um diagnóstico do aluno ao decorrer do jogo, mostrando sua evolução. Por exemplo, saber se ele conseguiu diminuir o limite de velocidade, quantas vezes respeitou a faixa de pedestres e sinalização”, diz. Também são realizadas ações motivacionais, selecionando e premiando os melhores jogadores por escola ou cidade por meio do ranking.

Os criadores do jogo sonham também em expandir a iniciativa para outros países. O nome da cidade fictícia Santa Fé foi escolhido estrategicamente. De fácil pronúncia pelos vizinhos latinos, Santa Fé também a capital do estado norte-americano do Novo México. “Dos dez países do mundo com mais problemas no trânsito, nove estão na América Latina. O Brasil está em quinta colocação. No futuro, também planejamos criar um jogo voltado para o público latino-americano”, afirma Alves.

Fonte: 17/04/13 /http://porvir.org/porfazer/game-ensina-educacao-transito-para-jovens/20130417

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Respeite a faixa! Respeite a vida!


Todo motorista um dia é pedestre também de exemplo de bom comportamento como cidadão!



domingo, 19 de maio de 2013

10 sugestões paliativas da FGV para o trânsito de SP

A cada dia que passa, São Paulo perde mais dinheiro por causa do trânsito. O valor chega a R$ 40 bi por ano. Estudo da FGV faz sugestões paliativas para amenizar esse prejuízo São Paulo – Entre janeiro de 2003 e setembro de 2012, 2.540.659 veículos foram adicionados à já enorme frota de São Paulo. Isso representou 730 novos carros, caminhões ou ônibus nas ruas paulistanas todos os dias, segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). 
Tantos veículos não saem de graça para a cidade. Pior, são sinônimos de prejuízo para o município e o Brasil. Um estudo feito pela Fundação Getúlio Vargas e divulgado nesta sexta-feira mostrou que a capital paulista perde R$ 40 bilhões por ano - cerca de 1% do PIB nacional - com engarrafamentos. As maiores perdas se dão por causa do custo de oportunidade, ou seja, aquilo que deixamos de produzir porque estamos ociosos no trânsito, mas há ainda os custos adicionais de combustíveis e de transporte de mercadorias. 
Carros são parte do problema, sim, mas a FGV não isenta o planejamento urbano – ou a falta dele – da responsabilidade pelos congestionamentos. Afinal, segundo o estudo, Nova York, nos Estados Unidos, tem cinco vezes a densidade de veículos de São Paulo, mas congestionamentos menos intensos. O problema, segundo a FGV, é a ideia de que o trânsito só poderá ser resolvido quando o transporte público se tornar decente, o que pode demorar décadas e gera certa imobilidade das autoridades para combater o prejuízo hoje. 
Afinal, a cidade está perdendo dinheiro diariamente. E os cidadãos, paciência e qualidade de vida. Com isso, o estudo “Os custos dos congestionamentos na cidade de São Paulo” pensou em 10 soluções - apenas paliativas - para ajudar a diminuir o problema desde já. 
De curto, médio e longo prazos, algumas delas são mais conhecidas, outras mais polêmicas, como a adoção do pedágio urbano. 
 Confira: 
 1. Redirecionar recursos das grandes obras para aquelas que valorizem o sistema paralelo de ruas e permita que as grandes vias sejam desafogadas
; 2. Fiscalizar com rigor veículos velhos e inseguros;
3. Restringir a circulação de caminhões de grande porte ao horário das 22h às 6h;
4. Investir em terminais de embarque e desembarque para evitar longas filas de ônibus vazios, um esperando o outro;
5. Implantar pedágio urbano, como em Londres, Milão, Estocolmo, Cingapura e Oslo;
6. Utilizar combustíveis não poluentes em toda frota de ônibus (a médio e longo prazo);
7. Utilizar o IPVA para desestimular o uso de carros antigos, com o tributo mais caro para veículos antigos;
8. Acelerar a expansão da malha metroviária através de parcerias entre as diferentes esferas de poder; 9. Utilizar as ferrovias da CPTM para implantar metrôs de superfície;
10. Tributar o uso do veículo, não seu preço.
 Trânsito
18/05/2013 07:55 Fonte: leia mais em http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/10-sugestoes-para-melhorar-o-transito-em-sp-segundo-a-fgv

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Dilma Rousseff não nega “Bolsa Prostituição” em reunião na Granja do Torto

Dilma Rousseff não nega “Bolsa Prostituição” em reunião na Granja do Torto
A presidente eleita, Dilma Rousseff, se reuniu na noite desta terça-feira (16) com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Granja do Torto para a discussão de diversos projetos de governo. Uma proposta de novo projeto discutida na ocasião, levada ao conhecimento do público por declaração de Clara Ant, ex-assessora especial da Presidência, causou polêmica ao ser apelidada de “bolsa prostituição”.
Em sua concepção, este novo projeto social, segundo o texto repassado pela ex-assessora para o jornal Folha de São Paulo, visa o “desenvolvimento sustentável e recolocação assistida da parcela da população feminina em trabalho sexual ilegal”. Analistas já consideravam provável a divulgação de um projeto de legalização e formalização da prostituição no Brasil para os próximos anos, mas a surpreendente proposta vai além dos benefícios e direitos normalmente concedidos ao trabalhador com carteira assinada.

“É direito da trabalhadora sexual um auxílio financeiro compatível com seu tempo de trabalho”, diz a redação prévia do projeto, ainda estabelecendo um vínculo entre o valor do beneficio e a idade da recebedora, visto que “decai precipitadamente sua capacidade (de trabalho) com o avançar da idade”.
Representantes de diversas parcelas da sociedade manifestaram repúdio ao texto da nova lei. “É a profissionalização da prostituição”, diz o pastor Ermenegildo Costa, da Igreja da Sagrada Assunção, no Espírito Santo, “de forma que, se aprovada, recairá com certeza sobre a sociedade a culpa para com Deus”.
Além do setor religioso, vários representantes dos setores comerciais varejistas divulgaram notas alertando sobre o perigo econômico que representa o imposto sobre o serviço sexual. Guihermando de Farias e Farias, representante da Conselho de Comerciantes da Região Sul-Brasil e subsecretário de Finanças da cidade de Silveira Pedrosa, no Paraná, foi um dos mais severos na crítica: “Se o brasileiro for obrigado a pagar imposto na prostituição, não se vende mais leite em pó, chocolate, qualquer outra coisa”.

 Farias criticou também o modo como foi apresentada a proposta, ao afirmar que a nova lei, se aprovada, trata-se de tentativa do governo para recuperar o dinheiro do Bolsa Família, cobrando um novo imposto. “Bolsa Família vai virar arroz, feijão e puta”, declarou sustentando essa afirmação o representante da oposição, deputado federal Márcio Ivo Tobias.
A crítica mais inesperada, no entanto, partiu de um grupo com menor expressão política, mas em uma declaração pitoresca. Um enorme pênis de borracha, de cinco metros de extensão, foi pendurado na Avenida Paulista, São Paulo, entre as 10h45minh e aproximadamente 12h00minh do dia de hoje, até ser retirada pela polícia. Lia-se nele o protesto do “Grupo dos Homens Profissionais do Sexo” do Estado de São Paulo, que em linguajar chulo perguntava à Presidenta eleita Dilma Rousseff se ela acreditava que homens ejaculam dinheiro, e por isso não carecem do benefício. O enorme pênis foi atração durante o tempo em que esteve exposto, com várias pessoas posando para a foto ao seu lado e assinando o abaixo assinado afixado em um enorme testículo de isopor.

O governo não apresentou ainda nenhuma confirmação acerca da existência do projeto ou seu teor, mas questionada por jornalistas, a secretária de imprensa de Dilma Rousseff divulgou nota em que a Presidenta eleita “não nega nem confirma as informações em pauta”.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Moto exige, educação e respeito a vida!

Para dirigir moto tem de ter responsabilidade, experiência e respeito pela sua vida e a de outras pessoas!

terça-feira, 7 de maio de 2013

Ser Mãe...

Quando ouço notícias de mães que largam filhos em lixos, que maltratam, que vendem seus filhos fico chocada, porque te-los?
Enfim defendo uma linha que muitas mulhares não deveriam ter filhos, que muitas mulheres não deveriam ser mães...mas quem sou eu para julgar estas mulheres, o que posso dizer é que deveríamos invetsir em educação, mostrar para estas mulheres o significado de ser mãe ou mesmo como se cuidar para não ter filhos...talvez nosso País avance na prevenção.
Mas na realidade o que posso dizer como mãe que foi meu maior desejo na vida ter uma família, é um dom, é mágico poder pegar uma criança e fazer dela um adulto, ensinar a  amar acima de qualquer coisa, um filho é poder dar mais luz ao mundo!
Que todas as Mães possam ser simplesmente mães, não existe receita apenas tentar fazer o seu melhor, na realiade cada um tem seu tempo e um caminho a ser seguido, porque nada dura para sempre e sim o tempo necessário. Vamos fazer deste tempo algo eterno para nosso coração, um dia especial para cada mãe não importa aonde seu filho esteja ele faz parte de seu coração sempre!
Uma MÃE chamada Lisette Feijo.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

A importância da Educação para o Trânsito

";Os grandes centros urbanos, como São Paulo - metrópole marcada por desigualdades sociais e crescimento desordenado - apresentam questões relacionadas à mobilidade, que precisam ser conhecidas e discutidas amplamente. A busca de soluções implica uma postura crítica, atuante e coerente com os princípios de cidadania. 
O papel da educação voltada para o comportamento seguro no trânsito teve sua importância reiterada no último CTB - Código de Trânsito Brasileiro - de 1997, que coloca o trânsito seguro como um direito de todo cidadão, e estabelece que “a educação para o Trânsito é um direito de todos e constitui dever prioritário para os componentes do Sistema Nacional de Trânsito” (capítulo VI, art. 74). 
Cabe à escola a função de transmissão da cultura e do saber historicamente acumulado pela sociedade, com o objetivo de formar e capacitar os indivíduos para participar como agentes na construção dessa sociedade. É a educação que pode oferecer as ferramentas para a construção da cidadania, implicando a incorporação de novos valores e atitudes e envolvendo direitos e deveres.
 Há mais de duas décadas, a atuação dos técnicos em educação para o trânsito do CETET com os alunos de educação básica vem obtendo resultados positivos, mas o papel dos educadores, nas redes de ensino pública e privada, é fundamental para tornar este trabalho permanente. A formação de agentes multiplicadores pelo curso de Capacitação para Profissionais de Educação atinge um número maior de alunos e pais e torna a educação de trânsito um processo contínuo.
 A importância da Educação para o TrânsitoEmbora o tema trânsito não tenha sido eleito como um dos temas transversais instituídos pelos Parâmetros Curriculares Nacionais, ele pode ser abordado pela escola de forma transversal e interdisciplinar, ou mesmo dentro dos temas transversais: Ética e Meio Ambiente. Trabalhar o tema Trânsito de forma interdisciplinar implica a integração dos diferentes campos de conhecimento, levando em conta a inter-relação e a influência que se estabelece entre eles.
Assim, não basta que cada professor em sua matéria aborde o tema trânsito de forma fragmentada e dissociada das outras áreas do conhecimento; é fundamental que haja um planejamento conjunto, discutido e executado por todos os professores. A orientação teórico-metodológica adotada para as capacitações prioriza para a apresentação de novos conceitos, o respeito à fase de maturidade em que a criança se encontra, e a participação ativa que propicia ao educador multiplicador e ao aluno a vivência prática dos conhecimentos adquiridos.
 Mais do que o produto construído pelo projeto de educação para o trânsito, o importante é o processo de construção, isto é, o caminho percorrido pela criança para assimilar o conceito. Desta forma, a capacitação reitera o papel fundamental do lúdico, do brincar e da arte como recursos para pensar e agir sobre a realidade.
O lúdico e a arte ajudam a dar significado e sentido aos conteúdos, uma vez que reúne o cognitivo e o afetivo na construção dos conceitos de comportamento seguro e ético nos espaços públicos e em especial no trânsito.
 A proposta de o educador não apenas informar as crianças sobre as regras de segurança no trânsito, mas de realizar um projeto de educação para o trânsito na escola, reitera a afirmação da educadora e filósofa Terezinha Azerêdo Rios, de que a superação dos problemas e a criação de recursos para a transformação da realidade se concretizam na elaboração de projetos, lembrando que todo projeto educativo deve considerar a realidade que temos e o que precisamos para construir a realidade que queremos (RIOS, 2001). Arlete Cipolini e Elizabeth S. Lopes de Macedo - Educadoras de Trânsito da CET SP http://cetspeducacao.blogspot.com.br/

terça-feira, 30 de abril de 2013

Direitos de trânsito como uma ciência.




Fixar um percentual da arrecadação em multas para aplicação em ciclovias e projetos educativos é uma ação que encontra adeptos entre especialistas em trânsito e grupos de cicloativistas.

O diretor do Departamento de Trânsito e Segurança do Instituto dos Advogados do Rio Grande do Sul (Iargs), André Luís Souza de Moura, sustenta a legalidade de propostas dessa natureza. Ao salientar a importância do recurso, apoia-se no artigo 320 do Código de Trânsito Brasileiro e na Lei de Mobilidade Urbana, de 2012. O CTB diz que a “receita arrecadada com a cobrança das multas de trânsito será aplicada, exclusivamente, em sinalização, engenharia de tráfego, de campo, policiamento, fiscalização e educação de trânsito”.

– Nós temos que fazer os municípios identificarem os direitos de trânsito como uma ciência. Todo o gestor tem de cumprir com as normas federal, estadual e municipal. Se a educação só não dá conta, vem esses aspectos legais. Acho que está muito certo e tem de cumprir. Aliás, se o gestor público não cumprir, temos de ter uma forma de responsabilização.

Vereador e militante do movimento ciclístico, Marcelo Sgarbossa (PT) enfatiza a necessidade de aplicação 20% para que Porto Alegre desenvolva seu sistema cicloviário e que campanhas educativas da prefeitura possam ser efetivas.

– Estamos com 12 quilômetros de ciclovias, e a fala dos gestores é “nunca se fez tanta ciclovia na história da cidade”. Dá uma ideia para a opinião pública que está sendo feita muita coisa. A cidade está parada, e as pessoas estão querendo andar. Já estão indo por conta própria, pegando sua bicicleta mesmo sem ter ciclovia – critica Sgarbossa.
Fonte:  ZH 30/4/13


sábado, 27 de abril de 2013

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Atenção previne acidentes

Apesar de serem importantes itens de segurança no trânsito, os retrovisores não são a única alternativa para evitar acidentes, de acordo com o instrutor prático de direção veicular, Luís Azevedo Lima.
Lima explicou que obedecer a todas as leis de trânsito é indispensável. “Se a via exigevelocidade máxima de 40 km/h, quem está acima entra em grupo de risco”, analisou. Ele recomendou ainda atenção e respeito à sinalização.
O instrutor explicou que o retrovisor central deve possibilitar ver a imagem do vidro traseiro. Os retrovisores externos devem permitir ver um pouco da lateral do carro, mas a maior parte do campo de visão deve ser a rua. O ajuste deve ser feito a cada vez que o motorista vai se posicionar, em especial se houver o uso de várias pessoas.
Para Lima, não é possível eliminar totalmente os pontos cegos, por isso a necessidade de redobrar a atenção.Ele não recomenda usar espelhos côncavos porque podem deformar o ângulo de visão.
Para ter ainda mais segurança, o ideal é não confiar apenas nas imagens que os retrovisores mostram, segundo o gerente da Auto Peças Padre Cícero Filial 2, Fabiano Barros. Segundo ele, muitas vezes os motoqueiros não são vistos do lado direito por conta do “ponto cego”.
Uma medida que evita o acidente é ficar atento aos sons do trânsito. “Escutando o barulho da moto, você sabe que tem que ficar atento porque o motoqueiro está perto de você”, recomendou.
Fonte: O Povo Online

Mariana CzerwonkaPortal do Trânsito17/04/13


quinta-feira, 18 de abril de 2013

No trânsito, a escolha é sua!

Fonte: parada pela vida

domingo, 14 de abril de 2013

Lei Seca reduz mortes, mas não inibe acidente que mais mata nas rodovias

Colisão frontal é a principal causa de mortes nas estradas no país, diz PRF.

Governo discute pacote para endurecer lei neste mês, diz secretário ao G1.

A nova Lei Seca ajudou a reduzir o número de mortes nas estradas federais no feriado de Páscoa, mas a Polícia Rodoviária Federal (PRF) ainda está em alerta para a principal causa de óbitos nas rodovias brasileiras: a colisão frontal. Com o objetivo de reduzir esse tipo de acidente, o governo planeja aprovar um pacote de medidas ainda este mês no Congresso, endurecendo multas e reforçando a fiscalização, a exemplo do que ocorreu em dezembro para coibir a mistura entre álcool em direção.

Segundo a PRF, a Lei Seca por si só não é capaz de reduzir a colisão frontal, porque esse tipo de acidente é resultado de outros fatores, como a disposição das estradas brasileiras e a imprudência dos motoristas, mesmo sem consumo de álcool. Além disso, a fiscalização é dificultada, já que a colisão pode ocorrer em qualquer ponto ao longo das rodovias, principalmente na zona rural, onde a maioria conta com apenas uma pista para ida e outra para volta.

"É um acidente muito fatal. Se vem um carro a 100 km/h e outro, no sentido oposto, também a 100 km/h, é a mesma coisa que pegar um carro e bater num muro de concreto a 200 km/h", afirma o inspetor da PRF Stênio Pires. "Por isso que nós queremos endurecer a legislação. É praticamente um homicídio, correndo o risco de matar uma pessoa de uma forma muito alta", completa.

Em 2011, foram 2.652 mortes nesse tipo de acidente, quase 2.200 em zona rural. Segundo a PRF, apesar de representar 3,5% dos acidentes, essa modalidade provoca 40% dos óbitos. Os números de 2012 ainda estão sendo auditados e não foram divulgados, mas a instituição utiliza dados dos últimos feriados para avaliar que a Lei Seca não conseguiu inibir essas mortes nas estradas federais.

No feriado de Páscoa, o número de acidentes nas estradas foi 9% menor do que no ano anterior, mas a maioria das mortes ocorreu em razão de colisão frontal. Em Minas Gerais, 76% das mortes tiveram esse motivo.

SC tem trecho mais crítico de acidentes entre rodovias federaisG1 lista 100 trechos mais críticos das rodovias federais brasileirasA colisão frontal continua representando cerca de 44% das mortes nas estradas federais, apesar de, no Carnaval deste ano, ter havido o menor número de mortes em rodovias em dez anos, segundo o governo, em razão da Lei Seca. Foram 100 colisões frontais provocando a morte de 70 pessoas, e mais 25 mortes em razão de ultrapassagens indevidas.

Conforme Pires, as viaturas da PRF têm se deslocado ao longo das rodovias para observar o trânsito e inibir as ultrapassagens. "Só que hoje a autuação da ultrapassagem forçada tem um valor da multa é muito pequeno, e como é o que mais mata, a gente está trabalhando junto com diversos ministérios para modificar essa infração específica", afirma.

Ultrapassagens na subida não são as mais comuns, mas são mais gravesMortes nas rodovias federais caem 10% no feriado de Páscoa, diz PRFProposta quer multiplicar por 7 a multa atual, de R$ 191, e penalizar com 7 pontos na carteira quem forçar ultrapassagem perigosa, em local proibido ou acostamento.

A ideia é aumentar o rigor, aproveitando esse processo da Lei Seca, e atacar também outros pontos extremamente problemáticos que a gente tem no trânsito"Marivaldo Pereira, secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da JustiçaMulta multiplicada por 7

Para coibir a ultrapassagem proibida, Congresso e Executivo têm discutido um pacote de medidas relacionadas à melhoria na segurança do trânsito, e a expectativa é que seja aprovado ainda este mês, aumentando multas para esse tipo de infração, afirmou ao G1 o secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Marivaldo Pereira.

"A ideia é aumentar o rigor, aproveitando esse processo da Lei Seca, e atacar também outros pontos extremamente problemáticos que a gente tem no trânsito. A ultrapassagem não é o maior número de acidentes, mas o índice de fatalidade é extremamente alto", afirma.

Pelo texto em discussão, a proposta é multiplicar por 7 a multa atual, de R$ 191, mais 7 pontos na carteira de motorista para quem forçar a ultrapassagem perigosa, em local proibido ou pelo acostamento. O governo também quer investir em campanhas educativas, está prevista a realização de operações integradas de fiscalização, federal, estaduais e municipais.

"A Lei Seca não optou pela questão penal, mas teve um efeito muito mais importante: pautou o assunto e atingiu um ponto bastante sensível, que é o bolso. O rigor da multa sensibilizou muito mais do que projetos da questão penal", afirma o secretário.

"Há uma decisão em fazer essa modificação", afirmou o presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Trânsito Seguro, deputado federal Hugo Leal (PSC-RJ). "Hoje a multa é muito baixa. Haverá também alguns casos de suspensão imediata da CNH, por exemplo, para quem ultrapassar na contramão", diz.

Segundo Leal, o texto deve ser apresentado na próxima semana, e a expectativa é que seja aprovado até o fim do mês. "Estamos escolhendo alguns projetos de lei e adequando com esse desejo de fazer o aumento das punições."

A Lei Seca elevou a multa para quem dirige sob efeito de álcool ou outra substância entorpecente, de R$ 957,70 para R$ 1.915,40. O valor que pode dobrar em caso de reincidência.

O objetivo é tirar de circulação os poucos maus condutores que trazem um risco muito grande ao cidadão que circulam de forma adequada" Stênio Pires, inspetor da PRF"Nas cidades, a Lei Seca já mostrou resultado, mas nas estradas, a mistura de álcool com direção é a quinta causa de mortes", complementa Leal. "Agora vamos diminuir as mortes também nas estradas."

Também devem ser apresentadas propostas para aumentar o rigor para disputa de racha, visando a simplificação do processo administrativo para perda da carteira de motorista e para simplificar e reduzir os prazos para o leilão de veículos abandonados nos órgãos de trânsito, com a desvinculação das multas e tributos do novo proprietário.

Segundo o secretário do Ministério da Justiça, o tema é sensível, "mas a maioria dos parlamentares concordaram em agilizar os projetos existentes". "Estamos nos reunindo semanalmente."

Para o inspetor da PRF, a intenção não é multar os motoristas, mas evitar acidentes. "A grande maioria de cidadãos brasileiros respeitam o Código de Trânsito Brasileiro. O objetivo nunca é penalizar todos os cidadãos. O objetivo é tirar de circulação os poucos maus condutores que trazem um risco muito grande ao cidadão que circulam de forma adequada", conclui.
FonteL G1, .13/04/2013 09h39 - Atualizado em 13/04/2013 10h18 Rosanne D'Agostino

terça-feira, 9 de abril de 2013

Educação no trânsito: direito e dever de todos




EDUCAÇÃO NO TRÂNSITO:
 Direito e dever de todos Considera-se trânsito a utilização das vias (ruas) por pessoas, veículos e animais, isoladas ou em grupo, conduzidos, para fins de circulação, parada, estacionamento e operação de carga ou descarga. Fazem parte do trânsito o homem, o veículo e a via.
 Quando andamos a pé, de bicicleta ou até mesmo de cavalo ou carroça fazemos parte do trânsito. Deste modo, percebe-se que o trânsito surgiu bem antes do automóvel. Acontece, porém, que o trânsito fica mais agitado e até difícil com a presença dos veículos.
Os automóveis surgem na história da humanidade, para resolver problemas de locomoção e transportes e mudar significativamente a vida das pessoas, pois eles encurtam distâncias, facilitando as coisas, contudo trazem alguns problemas. Os primeiros tipos de transportes do mundo foram movidos por animais.
 No ano de 1790 foi inventada a bicicleta. No ano de 1771 começam as primeiras experiências com automóveis que eram a vapor. No ano de 1886 o alemão Carl Benz registra o que ficou conhecido como primeiro automóvel do mundo, era uma espécie de triciclo. Com os veículos surgem os acidentes de trânsito...
O primeiro atropelamento com morte, conhecido pela história, aconteceu em 1846. Assim, a necessidade de orientar as pessoas que andam pelas ruas sempre foi importante, pois deveriam ser criadas as leis para organizar o trânsito e evitar os acidentes. O primeiro automóvel do Brasil pertenceu a Henrique Santos Dumont, irmão de Alberto Santos Dumont (inventor do avião), mas ele não era visto pelas ruas, pois dizem que foi comprado para fins de estudo.
 O segundo automóvel foi do jornalista José do Patrocínio. Ele convidou o poeta Olavo Bilac para um passeio e saiu pelas ruas “espalhando pânico” entre os moradores. José confiou o volante ao amigo e ele bateu em uma árvore, deslizando por um barranco, nada muito grave, acontecendo aí o primeiro acidente de trânsito com automóvel do país.
Como se pode notar os acidentes são comuns, porém mudam a vida das pessoas, por isso foram criadas as legislações de trânsito, que são as normas que disciplinam as atividades que envolvem o trânsito. Todos têm direitos e deveres no trânsito, inclusive os pedestres. Atualmente o trânsito é regido pelo CTB – Código de Trânsito Brasileiro. A lei é bastante rígida, mas nem sempre é cumprida e muitos acidentes ainda acontecem.
A Organização Mundial de Saúde – OMS e as pesquisas comprovam que o trânsito é uma das maiores causas de mortes no mundo e no Brasil. Isso acontece principalmente por causa da imprudência e distração das pessoas. É comum vermos motoristas dirigindo alcoolizados e andando em alta velocidade, o que é proibido.
Os pedestres não respeitam faixas e semáforos. Os motoqueiros, ciclistas e carroceiros também desrespeitam as normas. Desta forma, todos acabam contribuindo para um trânsito problemático. A segurança no trânsito é direito de todos, mas para isso as pessoas devem colaborar!
Os motoristas devem seguir as normas da legislação e as pessoas devem andar nas ruas com atenção e sempre que estiverem em locais movimentados observar a sinalização, atravessando nos locais onde houver faixas de pedestres e semáforos. Muitas são as vítimas da violência no trânsito.
Você certamente conhece, conheceu ou ouviu falar de alguém. O trânsito só será melhor quando as pessoas se conscientizarem da importância da educação no trânsito e passarem a contribuir de maneira significativa na construção de um trânsito mais humano e cidadão.

Fonte: http://pt.shvoong.com/humanities/

sábado, 6 de abril de 2013

Respeito!

Simples e difícil de ser executado! As pessoas se transformm quando estáo na direçáo de seus veículos!

domingo, 31 de março de 2013

Basta querer!

Fonte: Tránsito Gentil.

quinta-feira, 28 de março de 2013

PRF inicia na Paraíba a Operação Semana Santa

Operação começa nesta quinta-feira (28) e termina no domingo (31).

Confira as dicas da PRF para uma viagem segura.Assim como em todo o país, a Polícia Rodoviária Federal na Paraíba inicia à 0h desta quinta-feira (28) a Operação Semana Santa. De acordo com a assessoria de imprensa, a operação terá como objetivos intensificar as fiscalizações nas estradas federais que cortam o estado, combater o excesso de velocidade e embriaguez ao volante. A Operação Semana Santa termina à meia-noite do domingo (31).

A PRF informou que houve um reforço nas escalas de serviço nos 11 postos fixos e nas rondas que fazem o patrulhamento móvel. Durante as fiscalizações, serão utilizados etilômetros – o popular bafômetro – e radares. Ações educativas contra acidentes também integram a mobilização da PRF para o feriado prolongado. Durante a abordagem, o motorista que cometer algum tipo de infração de trânsito será convidado a assistir a filmes de curta duração, do projeto “Cinema Rodoviário”. Segundo a PRF, o objetivo é sensibilizar os motorista quanto às consequências do desrespeito à legislação do Código Brasileiro de Trânsito.

Durante as fiscalizações, a PRF informou que dará maior atenção à BR-230, sobretudo nos trechos que ligam o litoral ao interior da Paraíba. A BR-101 também receberá atenção dos policiais rodoviários federais, principalmente nas proximidades de acesso às praias. Na Operação Semana Santa de 2012, a Polícia Rodoviária Federal na Paraíba registrou 49 ocorrências de acidentes com 32 feridos e três mortos.

Dicas para uma viagem segura

Entre as recomendações da PRF para quem vai viajar estão dirigir com atenção e cautela, ser tolerante no trânsito e praticar a direção defensiva. Antes de pegar a estrada, fazer uma revisão no carro ou moto, examinar as condições de freio, fluídos, suspensão, pneus e estepe.

A PRF orienta ainda que os equipamentos obrigatórios e o sistema de iluminação também precisam ser observados e não esquecer da documentação obrigatória, tanto pessoal quanto a do veículo.

Durante a viagem

A PRF ainda orienta que durante a viagem, o motorista deve manter uma distância segura do veículo seguinte. Respeito à sinalização e aos limites de velocidade também são recomendadas pela PRF. Todos os ocupantes do veículo são obrigados a usar cinto de segurança.

Antes de fazer qualquer manobra, o motorista deve sinalizar e só ultrapassar pela esquerda, nos locais com sinalização. Ainda de acordo com a PRF, crianças com até dez anos de idade devem ser transportadas nos assentos traseiros. Dispositivos de segurança para essa faixa etária não podem ser esquecidos, como o bebê-conforto, cadeirinha ou assento de elevação.

A cada duas horas de direção, a PRF recomenda parar o veículo e fazer um descanso por 15 minutos e não fazer uso de bebida alcoólica se for dirigir.

A PRF disponibiliza o telefone 191 (disque PRF) que atende 24 horas. O serviço deve ser usado para a comunicação de acidentes, denúncia, orientação, queixa de roubo ou furto de veículos e outras informações. A ligação, ainda de acordo com a PRF, é gratuita.
Fonte: g1, 27/03/2013 09h13 - Atualizado em 27/03/2013 09h13