Translate

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Muita luz!

Muita luz para todas as famílias de Santa Maria, uma tragédia sem explicaçáo.
Infelizmente a irresponsabilidade mais uma vez, que os orgáos tomem atitudes mais drásticas refente a segiurança de um modo geral, acidentes até podem acontecer mas muitos podem ser evitados.
Que estas famílias se unam na fé na esperança que cada dia o amor náo tem limite para o coraçáo!
Náo importa aonde cada um se encontra basta saber sentir, a morte náo existe, existe sim um aprendizado de amor maior. Muita luz e paz para cada jovem!

Lisette Feijo

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

A impunidade Leva à irresponsabilidade

CÓDIGO DE TRÂNSITO

Entrevista: Carlos Cateb/advogado especialista em trânsitoO advogado mineiro Carlos Cateb, especialista na área de trânsito, participou das discussões que levaram à elaboração do Código de Trânsito Brasileiro nos anos 1990. Para Cateb, a lei não alcança o efeito esperado pela população devido a problemas como a morosidade para o julgamento dos réus e o tamanho das penas previstas na legislação brasileira. Confira trechos da entrevista concedida por telefone a ZH:

Zero Hora – Por que é tão difícil prender quem mata no trânsito?

Carlos Cateb – Muitos crimes de trânsito prescrevem antes do julgamento no Brasil. Me parece haver uma insensibilidade no Judiciário brasileiro, ou relevam a segundo plano os crimes de trânsito, porque não aceito o argumento de que tem muito processo. No Brasil, a situação do trânsito é clamorosa e vergonhosa pelo número de pessoas que morrem a cada ano, e não tem ninguém preso.

ZH – Só o Judiciário é responsável por isso?

Cateb – Os governos estaduais também são responsáveis, porque o Judiciário reclama que tem muito processo e pouco juiz. Não são instaladas novas varas judiciais, são disponibilizadas verbas para um trabalho mais eficiente. Aqui em Minas há comarcas sem juiz há mais de ano. Cada juiz trabalha em média com 5 mil, 6 mil processos. Então não adianta dizer aos motoristas para pararem de correr, tem de dar estrutura.

ZH – Qual o prazo para prescrição desse tipo de crime?

Cateb – A prescrição varia conforme os atenuantes ou agravantes, se tinha ou não habilitação, se estava embriagado. O problema é que o Código de Trânsito, na época da sua elaboração, saiu da Câmara com uma punição razoável, mas foi atenuado no Senado. Tirou a possibilidade de tipificar o crime de trânsito como doloso.
O tribunal do Rio Grande do Sul tem uma posição interessante. No Rio Grande do Sul, no Paraná, em Minas e em algum outro lugar se aceita o dolo eventual. Para mim, todo caso em que há homicídio ou lesão corporal grave e o motorista estiver embriagado tinha de ser enquadrado como dolo eventual.

ZH – Que mudanças são necessárias na lei?

Cateb – Tem de alterar a pena no Código de Trânsito, que hoje vai de dois a quatro anos para o crime normal (culposo). Com agravantes, como a embriaguez, equipararia ao homicídio no Código Penal, que vai a 20 anos de reclusão. Aí seria muito mais difícil prescrever. A impunidade é muito grande. Aqui em Minas, tivemos uns dois ou três que ficaram presos por um período. A certeza da impunidade leva à irresponsabilidade.

ZH – Mesmo quando há julgamento, é difícil que o criminoso fique preso. Por quê?

Cateb – Uma punição curta permite cumprir a pena em regime semiaberto, ou pagar 10 cestas básicas para compensar a vida de uma pessoa. Como o filho daquele ex-ministro gaúcho (Odacir Klein), que pagou cestas básicas (após atropelar e matar um pedreiro com o carro em que se encontrava acompanhado pelo pai, em 1996). Em um país sério, daria no mínimo 10 anos de cadeia. Temos de ter mais seriedade.

BALANÇO DO CTB

PEGOU

Confira alguns dos dispositivos da lei que ganharam espaço nas vias públicas – e outros que não conseguiram dar a partida:

Cerco ao álcool

Desde que entrou em vigor o novo código, a lei brasileira vem apertando o cerco à embriaguez ao volante. Em 2008, a chamada Lei Seca apertou a fiscalização. Porém, muitos condutores escapavam à fiscalização ao se negar a soprar o bafômetro. Este ano, foi sancionada uma nova norma que dobrou a multa por dirigir bêbado e passou a admitir outras provas, como vídeo e testemunhas, para configurar o crime.

Formação dos condutores

O processo de formação dos novos condutores ficou mais rigoroso. O curso teórico, com carga horária de 30 horas, incluiu noções de trânsito seguro, primeiros socorros e proteção ao ambiente. Além disso, se passar nos exames teórico e prático, o motorista recebe uma permissão para dirigir – que será substituída pela carteira definitiva apenas se não cometer infração grave, gravíssima, ou mais de uma infração média em um ano.

Uso do capacete

Até o CTB entrar em vigor, muitos motociclistas desprezavam o uso obrigatório do capacete. A nova lei multiplicou a multa pelo descumprimento da norma em quase quatro vezes e incluiu a suspensão do direito de dirigir como pena. Depois disso, o equipamento de segurança se tornou constante em ruas e rodovias.

NÃO PEGOU

Kit de primeiros socorros

Em 1999, uma resolução do Contran obrigou os motoristas a levarem um kit de primeiros socorros no carro. A embalagem continha materiais pouco úteis para atender uma vítima de acidente – e muito menos nas mãos de leigos. Depois de críticas, a determinação foi anulada.

Inspeção veicular

O CTB estabeleceu inspeção veicular de rotina a fim de checar itens de segurança e controlar a emissão de poluentes – mas ainda não virou realidade no país. No Estado, a medida esbarra na impopular cobrança de mais uma taxa para a oferta do serviço.

Multa para pedestre

Uma das iniciativas mais insólitas da nova lei prevê a possibilidade de aplicar multa a quem anda a pé. O pedestre que atravessa a via em local inadequado, por exemplo, deveria ser multado em 50% do valor de uma infração leve. O problema, ainda sem solução, é como aplicar a multa na prática.

Cinto no banco de trás

O uso do cinto de segurança nos bancos da frente dos carros disseminou-se. No de trás, onde é mais difícil verificar o descumprimento da regra e há uma maior ilusão de segurança, ainda é comum encontrarem-se passageiros desprotegidos.

Fonte: Zero Hora 06/01/13

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Imprudência no Trânsito: Cerco a motoristas não freia mortes

Após redução em 2011, o número de vítimas da carnificina das vias do Rio Grande do Sul apresentou aumento de 2,62% em 2012. Ainda que as autoridades tenham reforçado a fiscalização e as campanhas de conscientização, foram 53 mortes a mais em relação ao ano anterior, ampliando as tragédias que enlutam as famílias gaúchas.
A imprudência venceu uma batalha contra a prevenção. Mesmo com a guerra declarada pelos órgãos de fiscalização à combinação letal entre álcool e direção, o número de mortes no trânsito gaúcho em 2012 superou o registrado em 2011. A barreira das 2 mil vítimas de acidentes em ruas, avenidas e rodovias foi, pelo terceiro ano seguido, ultrapassada no Rio Grande do Sul.

Dados preliminares divulgados pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran) apontam um aumento de 2,62% no número de mortes nas vias do Estado. Isso significa que houve 53 vítimas de capotagens, colisões ou atropelamentos a mais entre janeiro e dezembro passados na comparação com o mesmo período anterior. Foram 2.078 mortes, contra 2.025 em 2011.

Considerando que o aumento na frota deve ficar em torno de 7% no período, o número de óbitos é interpretado como estável por especialistas. O total (que ainda pode aumentar, pois o Detran monitora feridos que morrem em hospitais até 30 dias após os acidentes), entretanto, é alarmante. O diretor-técnico do Detran, Ildo Mário Szinvelski, lamenta o alto número de mortes e coloca a carnificina na conta de uma velha conhecida das autoridades: a imprudência dos motoristas.

– O número de acidentes é uma questão, em primeiro lugar, da responsabilidade do condutor. Essa questão da consciência das pessoas, da impaciência, imprudência de não observar regras e leis de trânsito – alega.

Szinvelski afirma que o órgão trabalha para intensificar a fiscalização nas rodovias e reforçar ações de educação no trânsito em escolas. Além disso, estão em estudo mudanças nas grades curriculares dos Centros de Formação de Condutores. A ideia é do respeito a pedestres e ciclistas. As alterações estão sendo avaliadas.

Mais homens entre as vítimas

Considerando balanços anuais desde 2007, a trajetória da mortandade apresentou baixa apenas entre 2010 e 2011. O levantamento de 2012 confirma tendências registradas anteriormente, como a predominância de homens entre os mortos e mais óbitos entre sexta-feira e domingo.

Para o especialista em transportes e professor da UFRGS João Fortini Albano, a análise de números absolutos requer precaução. Albano explica que, com o aumento da frota, o número de viagens e de quilômetros percorridos aumenta consideravelmente, resultando em uma exposição maior ao risco de acidentes. Além disso, o professor entende que muitos motoristas inexperientes, que não tinham carro até pouco tempo atrás, passaram a andar em estradas.

– Claro que são 53 mortes a mais. Mas, se fizermos uma taxa dividindo frota por mortos, veremos que o índice baixa nos últimos anos. As campanhas de direção segura e o aumento da fiscalização mantiveram os parâmetros. É preciso melhorar a formação de condutores levando eles às estradas, tornar obrigatório o treinamento nas rodovias – argumenta Albano.

Ausência de radares gera divergênciasEspecialistas e autoridades ouvidos por Zero Hora divergem sobre a contribuição da ausência de radares nas rodovias estaduais (os equipamentos estão desativados há mais de dois anos) e a demora na instalação dos aparelhos em parte das estradas federais para a elevação no número de mortes. É o que pensa o professor de transportes e trânsito do curso de Engenharia Civil da Unisinos, João Hermes Junqueira. Ele ressalta que os pardais ou lombadas eletrônicas resumem a fiscalização a pontos restritos:

– Se tivesse a via toda com o radar, seria diferente, mas não há essa condição. As operações sistemáticas, como a Balada Segura e o Viagem Segura, é que são importantes. Nessas você fala com as pessoas, conscientiza e traz resultados benéficos.

O diretor Ildo Szinvelski entende que a ausência de controladores tem influência sobre o número de mortes, sob o argumento de que o excesso de velocidade é a infração mais recorrente dos motoristas gaúchos.

– A infraestrutura das estradas também não acompanhou o aumento da frota. Temos de aproveitar outros modais, como o transporte hidroviário e os trens – conclui o diretor.

AS PRINCIPAIS AÇÕES

Os órgãos de fiscalização de trânsito do Rio Grande do Sul concentram o ataque à carnificina nas estradas e avenidas em duas grandes frentes, a Operação Balada Segura e o Viagem Segura:

O reforço na fiscalização nas noites de Porto Alegre e Caxias do Sul, por exemplo, já garantiu redução no número de mortes e crescimento representativo nas autuações por embriaguez ao volante. Na Capital, já foram 356 blitze entre o final de setembro de 2011 e dezembro de 2012. Em Porto Alegre, mais de 20 mil testes do bafômetro foram realizados, com 305 condutores presos por dirigirem alcoolizados (com mais de 0,33 miligrama de álcool por litro de ar expelido dos pulmões).

Criada após um estudo que apontou os pontos mais violentos das estradas gaúchas, a Operação Viagem Segura envolve diferentes órgãos de fiscalização de trânsito e de segurança do Estado. Nos feriadões, as autoridades montam barreiras e fiscalizam automóveis, também combatendo o uso de álcool. Até hoje, já foram realizadas 15 edições da ação, com quase 1,4 milhão de veículos fiscalizados.

PEDRO MOREIRA
Fonte: Zero Hora 17/01/13

domingo, 13 de janeiro de 2013

Americanos tuítam que estão dirigindo bêbados a 193 km/h antes de morrer

Carro ultrapassou um semáforo vermelho e capotou.

'Bêbados a 193 km/h derrapando pelas curvas', escreveram.
Carro em que estavam os cinco jovens norte-americanos que tuitaram antes de bater (Foto: Reprodução)Cinco norte-americanos morreram em um acidente de carro na madrugada de domingo (2) após escreverem mensagens no microblog Twitter dizendo que estavam dirigindo bêbados e fazendo derrapagens a 193 km/h, relata a "KTLA".
A polícia diz que o carro seguia por uma avenida de Ontario, Califórnia, ultrapassou um sinal vermelho aproximadamente à 1h40 (horário local), perdeu o controle e capotou, parando no jardim de uma casa.
Tuíte que lê 'Bêbados a 193 km/h derrapando pelas
Dane-se Você só vive uma vez'
Estavam no veículo o motorista Jonathan Watson, 21, e os passageiros Marquell Bogan, 23, JaJuan Bennett, 23, Dylan George, 20, e Ervin McKinness, 21. Quatro foram declarados mortos no local e um, que foi lançado do carro, morreu a caminho do hospital.
No perfil do Twitter de Ervin, lê-se a mensagem "Bêbados a 193 km/h derrapando pelas curvas #Dane-se Você só vive uma vez", postada à 1h19 (veja, em inglês).
A sigla em inglês "Yolo" é relativa à frase "You only live once", ou "Você só vive uma vez".
Fonte: G1

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Cresce 700% o número de mortes em rodovias federais no início de 2013

As estatísticas mostram que houve uma mudança no perfil das vítimas.

'É preciso prudência e respeitar os limites do corpo', diz especialista.

A Imprudência, aliada a um grande fluxo de veículos, é apontada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), como a principal responsável pelas mortes nas rodovias. Nos primeiros sete dias do ano, 14 mortes já foram registradas nas estradas federais que cortam o Piauí, um crescimento de 700% se comparado ao mesmo período do ano passado.

Segundo dados da PRF, nos sete primeiros dias do ano foram registrados 42 acidentes em todo estado, com 41 feridos e 14 vítimas fatais. As estatísticas mostram que houve uma mudança no perfil das vítimas e dos veículos envolvidos em acidentes. Ano passado os motociclistas foram os principais acidentados, já os dados atuais mostram que caminhoneiros e passageiros em viagens lideram os números.

O acidente entre uma Van e uma carreta na BR-316 na manhã de sábado (05) pesou nas estatísticas, foram 10 mortos. O motorista do caminhão teria dirigido por 17h seguidas, já a Van que viajava com excesso de passageiros não passou por nenhuma fiscalização do estado do Ceará até o Piauí.

"Nem todos os postos e os quilômetros de rodovias são fiscalizados 24h com a presença permanente de guardas rodoviários, além disso quem realiza o transporte irregular sempre buscas horários de menos movimentação policial e rotas alternativas para dribla a fiscalização”, disse o inspetor da PRF, Alexandre Cruz.

Para o especialista de trânsito, Bernardo Aguiar, é preciso além de muita prudência, respeitar os limites do corpo antes de pegar a estrada. “O condutor deve está relaxado, e não pode colocar a vida dele em risco retardando o sono porque à medida que o esforço vai sendo continuo os reflexos vão diminuindo”, disse.
Fonte: .07/01/2013 21h46 - Atualizado em 07/01/2013 21h46

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

460 pessoas morreram nas estradas nos feriados de fim de ano, diz PRF

Foram 380 acidentes fatais e 460 mortes nas estradas do país.

Polícia viu redução de 18% na comparação com o mesmo período de 2010.

A Polícia Rodoviária Federal registrou entre 16 de dezembro de 2011 e 2 de janeiro de 2012, período da Operação Fim de Ano, 380 acidentes fatais que resultaram em 460 mortes nas estradas de todo o Brasil. O balanço dos acidentes e mortes nas rodovias federais durante o fim do ano foi divulgado nesta terça-feira (3).
Segundo os dados, nas festas deste fim de ano houve uma redução de 18% no número de mortos em relação ao período anterior. Entre 17 de dezembro de 2010 a 3 de janeiro de 2011, de acordo com a PRF, morreram 558 pessoas.
O número de feridos, de acordo com a PRF, também sofreu queda, desta vez de 16% em relação ao período anterior. De acordo com a PRF, foram 7.272 feridos nas festas de 2010/2011 e 6.121 em 2011/2012.
Imprudência é a principal causa dos acidentes nas rodovias da BA, diz PRFMortes no trânsito têm queda de 64% nas estradas de MT no fim de anoO número total de acidentes durante as festas de fim de ano registrou redução de 11%. Em 2010/2011 ocorreram 11.785 acidentes. Enquanto em 2011/2012, esse número caiu para 10.523 acidentes. Os acidentes fatais, entre 16 de dezembro de 2011 a 2 de janeiro de 2012, chegaram a 380, contra 442 registrados no período das festas de 2010/11. Na comparação, a redução de acidentes com mortes foi de 15%, segundo a PRF.
Segundo a PRF, a maior redução no número de mortes ocorreu no Réveillon. Entre 30 de dezembro e 2 de janeiro, foram registrados 34 mortes. O levantamento do período anterior identificou 75 acidentes fatais, entre 31 de dezembro de 2010 e 3 de janeiro de 2011. A redução foi de 44%.
Segundo o coordenador-geral de operações da PRF, Giovanni di Mambro, essa foi a maior redução registrada pela Polícia Rodoviária no período. O coordenador atribuiu a redução a um reforço na fiscalização nas áreas que costumam ter tráfego intenso e mais risco de acidentes.

Lei Seca

Durante os 18 dias da operação, 33.285 motoristas assopraram bafômetros e 1.082 foram reprovados e retirados de circulação, de acordo com a PRF. Entre os motoristas reprovados, 462 foram presos no ato da fiscalização por crime de trânsito.

Estados

Segundo a PRF, Minas Gerais foi o estado que registrou mais mortos e feridos nas estradas durante as festas de fim de ano. Foram 66 mortes e 1172 feridos. Minas Gerais também liderou o número de acidentes, com 1.701 ocorrências.
Bahia foi o segundo estado a registrar mais mortes nas estradas , 42, e Santa Catarina, o terceiro, com 32 mortes. Paraná foi o segundo estado com mais vítimas feridas nas estradas, 699, e Santa Catarina, o terceiro, com 689 feridos.

Fonte: g1, .03/01/2012 15h39 - Atualizado em 03/01/2012 16h35

sábado, 29 de dezembro de 2012

Que 2013 todos se permitam abrir novas portas....

Precisamos de um mundo mais justo, digno e seguro, de pessoas focadas, com responsabilidade e capazes de seguir seus sonhos. Náo espere, busque e conquiste.
As pessoas náo mudam o passado, mas podem ter atitudes no presente para mudarem o futuro!
A felicidade esta dentro de cada um, basta saber olhar para dentro e se permitir abrir novas portas em suas vidas é táo simples que se torna difícil, apenas acredite no bem maior que é a vida!
Que 2013 tenha muitas portas para serem abertas um grande abraço para todos que sempre estiveram comigo neste blog, muita paz e luz!
Fique Atento Fique Vivo!

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Mortes em estradas no feriado de Natal aumentam 38%

PRF contabiliza 222 mortes e 1.942 feridos nas rodovias federais.

Número de feridos caiu 1,1%, passando de 1.965 em 2011 para 1.942.
78 comentáriosA Polícia Rodoviária Federal registrou 222 mortes nas rodovias federais em todo o país no feriado de Natal, 38% a mais que no mesmo período do ano passado. Em 2011, foram contabilizados 161 mortos em acidentes.
(Correção: ao ser publicada, esta reportagem errou ao informar que o aumento no número de mortes era de 28%. O dado foi passado pela Polícia Rodoviária Federal, que diz considerar a frota nacional de veículos dos dois anos para fazer o cálculo. O erro foi corrigido às 19h14.)
Segundo balanço parcial, divulgado nesta quarta-feira (26), 1.942 pessoas ficaram feridas em 3.027 acidentes em todo o país, entre a meia-noite de sexta-feira (21) e a meia-noite de terça-feira (25).
O número de feridos diminuiu 1,1%, passando de 1.965 em 2011 para os 1.942 neste ano. Houve queda na quantidade total de acidentes: 8,1%. Foram 3.296 no ano passado e 3.027 em 2012.

Pelo menos 37 pessoas morreram no trânsito do RS no feriado de Natal

Sul de MG registra 32,3% das mortes nas estradas mineiras no Natal

Acidentes nas estradas federais de MG deixam 28 mortos, diz PRF

Estradas federais de SP registram mais mortes no Natal em 2012

Feriado de Natal tem cinco mortes em rodovias federais do DF e Entorno

PRF registra 62 acidentes durante Operação Fim de Ano no Maranhão

O levantamento revela ainda que as ultrapassagens mal sucedidas foram responsáveis por ao menos 30% dos acidentes fatais durante o feriado de Natal.
Em 2012, a PRF atendeu sete acidentes com quatro ou mais vítimas fatais, totalizando 36 mortes. Seis desses acidentes foram colisões frontais, cinco delas envolvendo caminhões.
De acordo com a PRF, o acidente mais graveaconteceu no município de Paramirim, na BR-316, em Pernambuco. Na madrugada do dia 23, um caminhão carregado com placas de gesso bateu de frente com uma van com 14 ocupantes. Onze pessoas morreram no local. De acordo com a polícia, o motorista do caminhão estava embriagado.

Lei Seca

Durante o feriado prolongado do Natal, 25.082 motoristas passaram pelo “bafômetro” nas rodovias federais. Foram 855 reprovados, que pagarão a multa com o novo valor, de R$ 1.915,40.
Do total de motoristas reprovados, 393 ainda foram presos em flagrante por crime de trânsito – por ultrapassarem o índice de 0,30mg de álcool por litro de ar assoprado ou por apresentarem sintomas de embriaguez e se recusarem a realizar o teste.
Desde o último dia 21, estão em vigor as regras que tornaram a Lei Seca mais rígida. O novo texto estabelece novos meios para identificar um condutor alcoolizado, como o testemunho do polícial, testes clinicos e vídeos. Ao motorista cabe realizar a contraprova com o teste do bafômetro

Fonte:26/12/2012 17h43 - Atualizado em 26/12/2012 20h06

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Um Natal doce!

Sempre tem um momento de adoçar a vida que neste natal seja este momemto de energia boa com a família e amigos., hora de agradecer pelo nosso bem maior que é a vida!
Um natal de paz e grandes descobertas e conquistas. Que cada amigo novo seja mais uma estrela  a brilhar no céu.
Beijo a todos meus amigos dos blogs que me prestigiam com um carinho sem igual!

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Ong Alerta recebe homenagen da Sudeste/Projeto Pescar.

Ong Alerta particpa de palestra parea a turma do projeto Pescar e é convidada como homenagiada da turma de 2012.
Na simplicidade da vida é que acontecem grandes feitos!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Previsão do programa nacional era instalar 212 equipamentos até o fim do ano, mas só 75 estão operando e registrando infrações

Em execução desde fevereiro do ano passado para reduzir o número de acidentes em estradas federais, o Programa Nacional de Controle Eletrônico de Velocidade movimenta-se em marcha lenta, de acordo com uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU). O relatório, publicado em outubro, apontou que a implementação do programa no país ocorria em um ritmo muito aquém do previsto pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e que as infrações flagradas por alguns equipamentos não eram traduzidas em multas aos motoristas.

Inicialmente, o cronograma do programa previa que 2.117 equipamentos estivessem em funcionamento em todo o país até o final de 2012. Diante da auditoria, gestores do Dnit, em acordo com as empresas contratadas, reduziram a meta a fim de pôr 1.650 medidores de velocidade em operação até o fim de dezembro. Mas, a um mês do prazo, somente 960 equipamentos estão gerando notificações no Brasil.

No Rio Grande do Sul, a previsão é instalar, até o fim do ano, 212 equipamentos de controle de velocidade para o monitoramento de 234 faixas de tráfego nas estradas federais. Porém, até 20 de novembro, apenas 141 – 91 barreiras e 50 radares – haviam sido colocados em 145 faixas das rodovias.

E o número de equipamentos que realmente gera notificações aos condutores é ainda menor: só 75 estão ligados e aferidos pelo Inmetro, o que significa que menos da metade dos radares e barreiras previstos para começar a funcionar no fim de 2012 está em completa operação.

Ainda segundo o relatório do TCU, embora alguns pardais estejam em operação, as notificações de infrações e de penalidades não estão sendo produzidas, o que impossibilitaria a aplicação de sanções. Esta limitação decorreria, principalmente, da falta de acesso, por parte do Dnit, ao Sistema de Registro Nacional de Infrações (Renainf) para obter informações dos proprietários dos veículos que são necessárias à autuação.

Em resposta, a sede do Dnit, em Brasília, afirmou que o sistema foi ajustado e funciona completamente. Entre 10 de agosto e 29 de novembro, com base nos registros fotográficos feitos pelos equipamentos, mais de 800 mil notificações já foram emitidas. No Estado, o problema também estaria resolvido.

– O Dnit enfrentou problemas com relação à consulta de dados do Renainf, mas isto já foi solucionado e as notificações já estão sendo registradas – explica a engenheira Paula Ariotti, analista de Infraestrutura de Transportes do Dnit no Rio Grande do Sul.

Mais 71 equipamentos estão em fase de aprovação para serem instalados

De acordo com a superintendência regional do Dnit, mais 71 equipamentos devem ser instalados em 89 faixas de tráfego no Estado, mas estão em fase final de aprovação. O superintendente do departamento no Estado, Pedro Luzardo Gomes, afirmou que está em contato com a sede, em Brasília, para acelerar as notas de instalação e as ligações de energia.

Controle e descontrole

Para cumprir a 1ª fase do Programa Nacional de Controle Eletrônico de Velocidade, o Dnit/RS precisa:

- Monitorar 234 faixas de tráfego com 212 equipamentos de velocidade

PORÉM, ATÉ AGORA:

- Foram instalados 141 equipamentos que monitoram 145 faixas.

- Desses, apenas 75 estão em operação e registrando infrações.



domingo, 2 de dezembro de 2012

Este outdoor mostra a realidade!




Fonte:Blog Paradapela Vida Esta campanha mostra a realidade ideal para época de final de ano, bons exemplos deveriam ser copiados.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Transportes irregulares de crianças em motos são flagrados em MG

Flagrantes foram feitos próximos à escolas de Uberlândia.

Falta de capacete e transporte de duas crianças são algumas infrações.
Augusto Medeiros

O Código Brasileiro de Trânsito (CTB) é claro quando diz respeito às infrações de transporte de crianças em motocicletas que comprometam a segurança delas no veículo. Mas em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, alguns motoristas foram flagrados pela reportagem da TV Integração, afiliada Rede Globo, cometendo imprudências como, por exemplo, carregar crianças na garupa e não utilizar o capacete.  
No primeiro flagrante feito pela emissora, um adulto levava duas crianças na garupa da motocicleta e uma delas estava sem o capacete. Em outro flagrante, mesmo com o capacete apropriado, outras duas crianças eram levadas no bagageiro e, no terceiro, a criança dividia o espaço do veículo com mais dois adultos.  

Segundo o comandante de Pelotão de Trânsito, tenente Ronivaldo José Silva, os flagrantes apresentados desrespeitam a legislação vigente. “O condutor de motocicleta que é flagrado transportando uma criança menor de sete anos ou que não tenha condições de cuidar de sua própria segurança, cabe a ele uma autuação por parte da Polícia Militar e uma multa no valor de R$ 191,54, além do recolhimento da Carteira Nacional de Habilitação (CNH)”, afirmou o tenente.

O uso de equipamento de segurança e capacete específico para o tamanho certo da cabeça da criança é fundamental, visto que se não estiver ajustado devidamente, o aparato perde a eficiência, colocando a vida da criança em risco. O ortopedista Leandro Gomide explicou que as crianças não conseguem se proteger como um adulto. “Elas não têm o sistema nervoso ainda feito totalmente, então durante uma queda ela não tem o mecanismo do reflexo para se proteger, principalmente a cabeça e o abdômen”, disse.

Entre os flagrantes da TV Integração, uma mãe foi vista com os dois filhos na rua, sendo que o do meio estava sem o capacete. Ela foi abordada próxima a uma escola pela reportagem que perguntou sobre a segurança da criança. A mãe respondeu que estava com pressa, mesmo sabendo do perigo que submeteu a filha. “Eu sei que é proibido, mas estou com pressa. Sei que é perigoso, até com o capacete é muito perigoso também. Eu geralmente busco um de cada vez, hoje é porque estou com pressa”, justificou.

A reportagem também fez a mesma intervenção com outro pai que cometia a mesma infração, e este explicou que morava perto da escola e que não tinha o costume de transportar os dois filhos na moto. “Pode acontecer o acidente, mas não é o costume. Moro aqui perto, a 15 metros da escola, e infelizmente vou ter que levar ela assim mesmo”, disse o pai. Mas antes de ir embora, o motociclista mudou de ideia e pediu para que os filhos voltassem a pé para a casa.

Mas além destas irregularidades, ainda há outra que precisa ser pensava. Um motociclista que aparentava carregar uma criança adequadamente foi flagrado avançando o sinal vermelho do semáforo. Ele foi multado sob o valor de R$ 191,54 e somou sete pontos na CNH.
Segundo a assessoria de comunicação da Polícia Militar, a fiscalização de trânsito é feita constantemente e a PM intensificou o trabalho de educação nas escolas para orientar os pais a não cometerem esse tipo de infração.
Para ler mais notícias do G1 Triângulo Mineiro, clique em g1.globo.com/triangulo.22/11/2012


 


terça-feira, 20 de novembro de 2012

Feriado prolongado termina com 162 acidentes e 16 mortes, dizem polícias.

PRE e PRF fizeram operações especiais durante feriadão no estado da BA.

No período, 90 pessoas ficaram feridas; PRF ressalta imprudência.

Acidente no trecho de Serrinha deixou 2 mortos, na BR-116, na quinta-feira . A operação realizada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) durante o feriadão da Proclamação da Repúplica terminou com o registro de 122 acidentes, com 68 feridos e 13 mortos nas rodovias federais que cortam a Bahia.

Já a Polícia Rodoviária Estadual (PRE) contabilizou 40 acidentes, com 22 feridos e três mortes na fiscalização especial realiza no feriado. Segundo a PRF, a principal causa das ocorrências graves foi a imprudência dos motoristas. Foram cinco dias de trabalho da PRF no feriadão - entre os dias 14 e 18. No período, os agentes rodoviários federais realizaram 537 testes com o etilômetro, flagrando e notificando 17 condutores por dirigirem alcoolizados. A ação é considerada infração gravíssima, com multa de R$ 957,70.

 Destes, quatro condutores, além de multados e de terem o veículo retido, também foram presos e encaminhados à Delegacia de Polícia Judiciária, onde terão que responder processo criminal, podendo ser condenados a até três anos de prisão por crime de embriaguez no trânsito por ultrapassarem o índice de 0,30 mg de álcool por litro de ar expelido dos pulmões, informou a PRF. Na quinta-feira (15), data do feriado da Proclamação da República, o órgão registrou três acidentes com mortes.

Fonte G1

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Chance de Motociclistas Morrerem no Trânsito é 30 Vezes Maior Que de Motoristas

Um estudo da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos (SP) revela que um motoqueiro tem 30 vezes mais chance de morrer no trânsito do que um motorista. A pesquisa mapeou os acidentes registrados no Brasil durante cinco anos. Há cinco anos, o motofretista Sebastião Lopes usa a moto para trabalhar e já sofreu acidente. “O rapaz atravessou contramão na minha frente, não deu tempo de brecar e eu bati no carro dele.
 E vários colegas já perderam a vida nessa profissão e o dia a dia da gente é sempre arriscando, sempre correndo em cima do perigo”, falou. Os especialistas calcularam o número de acidentes por quilômetros rodados. O objetivo é apontar algumas soluções para o problema. “Passa por todas as áreas necessárias, passa pela área da educação, da fiscalização, pela melhoria da segurança dos nossos veículos, segurança das nossas vias, ou seja, o problema é bastante abrangente e trata de todos os aspectos relacionados com a segurança viária de maneira geral”, explicou Coca Ferraz, professor da USP e autor do livro "Segurança viária", que será lançado em novembro, num congresso em Joinville (SC).
 Lesões O ortopedista Roberto Felício afirmou que cair da moto pode causar diversos tipos de lesões.”A gravidade das lesões vai em decorrência do tipo de fratura que a pessoa apresenta: quanto mais próxima das articulações, mais grave é a fratura e quanto mais grave a fratura, mais possibilidade de sequela funcional provoca naquele membro”, explicou. Segundo Felício, de cada 10 acidentes que atende, pelo menos um tem envolvimento de moto. O mototaxista Edson Perre conhece bem essa história.
 Ele bateu a moto há 12 anos e ainda sente dores por causa do acidente. “Não fica mais a mesma coisa, então, de vez em quando inflama a perna, fica inchada, é bem ruim”, contou. Perre terá que fazer outra cirurgia para extrair um parafuso da perna. Dicas Para enfrentar um trânsito tão violento, os motociclistas precisam ficar atentos a alguns itens de segurança, além do capacete, obrigatório por lei e indispensável na segurança.
“As jaquetas também são importantes porque muitas delas são adaptadas com protetor de ombros, cotovelos e costas com material flexível que, na queda, vai evitar o contato do chão direto com a pele”, orientou o instrutor de autoescola Nelson Santinon. Segundo ele, o calçado ideal deve ser de couro. “Justamente para ter o mesmo efeito da jaqueta, ou seja, ralar o couro primeiro para depois chegar no pé”, reforçou.
 “Tênis também pode, só não pode dirigir de chinelo”, completou. Santinon alertou que sandália e salto alto não combinam com segurança. “Aí nós temos que diferenciar beleza de segurança: fica linda de salto alto, mas não há segurança nenhuma e há um perigo eminente desse salto se enroscar na pedaleira e na hora de botar o pé no chão cair parado, inclusive. O instrutor destacou, ainda, que o motociclista sempre deve usar os dois freios ao mesmo tempo, o do pé e o da mão.
 Fonte: g1

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Dcas de como reduzir o estresse ao volante

O fim do ano está chegando e, junto, a complicação do trânsito nas metrópoles. Calor, congestionamentos e correria nas ruas são ingredientes que aumentam o estresse de quem está ao volante. "Ficar parada no trânsito é o pior de tudo, fico ansiosa, irritada", diz a ortopedista Elaine Cristina Gonçalves, 38, que trabalha na Pompeia (zona oeste de São Paulo) e frequenta uma academia em Pinheiros (na mesma região).
 Ela chega a levar uma hora e meia para ir do trabalho à malhação. Para a psicóloga Cecília Bellina, o trânsito já é um agente causador de estresse por causa de todos seus sinais e regras e pela exigência de que nosso organismo fique atento para conduzir adequadamente um veículo dentro da lei, lidando com variáveis inesperadas.
A ortopedista Elaine Gonçalves diz perder a linha: "Se fazem algo errado na minha frente, reajo" "Juntando isso a situações como fechadas, congestionamentos e direção de risco, podemos virar uma bomba-relógio quando estamos no trânsito", diz a especialista. Elaine se enquadra no perfil explosivo. "Se fazem algo errado na minha frente, eu reajo. Se alguém me corta, eu dou um jeito de passar na frente depois", diz. Sintomas físicos Segundo o psiquiatra Júlio César Fontana Rosa, professor da Faculdade de Medicina da USP e integrante da Abramet (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego), o estresse ao volante pode causar até mesmo sintomas físicos, como taquicardia, sudorese, queda de pressão e dores de estômago.
 "O motorista também pode ter um estresse silencioso, que no dia a dia vai se refletir em cansaço, dores musculares e insônia", explica. Mas como não se estressar ao volante? O condutor escolar Sergio Matavelli, 51, que há dez anos transporta alunos de uma escola particular em Santo André, dá a receita:
 "Eu sou calmo por natureza, penso que ficar estressado no trânsito não vai resolver nada. Se eu buzinar e xingar, as crianças vão ficar agitadas e assim não irei a lugar nenhum." Matavelli transporta 60 crianças nos períodos da manhã e da tarde e confessa que chega em casa cansado. "Eu costumo caminhar à noite para relaxar.
" O motorista de perua escolar Sergio Matavelli mantém a calma: "Se buzinar e xingar, as crianças vão ficar agitadas"
O motorista de perua Sergio Matavelli mantém a calma: "Se buzinar e xingar, as crianças vão ficar agitadas". Técnicas de relaxamento
O psiquiatra Júlio César Fontana Rosa afirma que o condutor deve pensar em vários fatores antes de sucumbir ao estresse. Primeiro, deve-se refletir sobre as consequências de atos impulsivos e os riscos de provocar ou aceitar provocações.
 "É preciso checar também se a ira que está descarregando tem a ver com a situação do trânsito ou se é o reflexo de outros problemas", recomenda o especialista. Segundo a psicóloga Cecília Bellina, para relaxar nessa situação de estresse o motorista pode desviar o pensamento (sem perder a atenção no trânsito, é claro), ouvir música ou utilizar técnicas de respiração e relaxamento. "Não dá para evitar o estímulo gerador de estresse, mas é possível lidar com ele de forma mais saudável", conclui. Alguns itens podem ajudar o motorista a diminuir a irritação diante de um congestionamento.
 Para Roberto Manzini, proprietário do centro de pilotagem que leva seu nome, o sistema de navegação por GPS, por exemplo, pode ajudar a fugir do trânsito parado ou evitar que o motorista se perca caso resolva desviar de congestionamentos. Um carro bem equipado também ajuda a aliviar a tensão no trânsito. Recursos como direção hidráulica ou elétrica, ar-condicionado e câmbio automático ou automatizado servem de alento na hora de enfrentar os congestionamentos.
Para Fontana Rosa, o sistema de som é um dos maiores aliados contra o estresse. "O motorista pode ter a satisfação de ouvir coisas que gosta, fazendo sua própria programação musical." O mais importante é manter a calma. "Mesmo que seja fechado ou alguém cole na traseira do seu carro, deixe-o passar. Não se abale", aconselha Roberto Manzini.
 Fonte:Agencia Floripa

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Como evitar acidentes em cruzamentos.


 Nas vias urbanas, a maioria dos acidentes ocorre em cruzamentos, assim como em entradas e saídas de veículos. De acordo com dados dos Detrans estaduais, dos acidentes de trânsito ocorridos nas grandes cidades, em média, 35%, foram relativos à colisão transversal (em cruzamentos). A maioria dos cruzamentos com alto índice de acidentes tem algumas características em comum: locais de grande fluxo, com sinalização e semáforos, alguns com a presença da fiscalização eletrônica, poucos com tempo exclusivo para pedestres.
O Código de Trânsito Brasileiro é bem claro quando se trata de prevenção de acidentes em cruzamentos, quando diz em seu artigo 44 que “ao aproximar-se de qualquer tipo de cruzamento, o condutor do veículo deve demonstrar prudência  especiall, transitando em velocidade moderada, de forma que possa deter seu veículo com segurança para dar passagem a pedestre e a veículos que tenham o direito de preferência”. “O aumento da fiscalização, a eliminação das áreas de conflito nas vias e a educação são mudanças que tendem a diminuir os acidentes e, principalmente, as mortes”, explica Elaine Sizilo, especialista em trânsito e consultora do Portal.
Outro item importante, segundo a especialista, é a sinalização. “A sinalização vertical e horizontal sempre deve existir nos cruzamentos e o motorista deve estar atento às placas, pois elas regulamentam os trechos”, afirma. Segundo os dados dos Departamentos Estaduais de Trânsito, boa parte dos acidentes ocorre em vias sinalizadas, inclusive com semáforos. “Muitos acidentes poderiam ser evitados se os motoristas obedecessem a sinalização de trânsito, porém, se analisarmos as infrações mais cometidas nas grandes cidade, o avanço de sinal vermelho destaca-se entre elas”, diz Sizilo.
Quando aproximar-se de um cruzamento, é importante redobrar a atenção e sempre respeitar à preferência das vias. Se não houver sinalização, a preferência é de quem se aproxima pela direita. “Além disso, quem estiver circulando por rodovias e em rotatórias também tem a preferência. Porém mesmo tendo a preferência, é necessário aproximar-se do cruzamento com cuidado”,  completa Sizilo.
Cruzamentos com via férrea exigem parada obrigatória. “Colisões com trens são gravíssimas e muito mais frequentes do que se pode supor”, diz Sizilo. É preciso estar atento com os procedimentos de conversão, principalmente à esquerda. Lembrar-se também de dar preferência a pedestres e veículos não motorizados. “Uma regra importante e que pode evitar acidentes é não ultrapassar nos cruzamentos ou em suas proximidades”, conclui Sizilo.
 Fonte: Portal do Trânsito.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Ótima opçáo!








Sempre podemos fazer escolhas na vida!


domingo, 28 de outubro de 2012

Proteção Desativada: Há Quase Dois Anos Estradas sem Radares

Há quase dois anos as estradas estaduais gaúchas não são fiscalizadas por controladores eletrônicos de velocidade. A inoperância é fruto do escândalo que colocou sob suspeita licitações dos equipamentos. Os aparelhos foram desligados em 25 de novembro de 2010 e, desde então, o Departamento Autônomo de Estradas e Rodagem (Daer) tenta realizar uma licitação para reativar o sistema.
Mas o procedimento esbarra em exigências técnicas feitas por auditores estatais. Odiretor de Operação Rodoviária do Daer, Cleber Domingues, anunciou recentemente que a nova licitação deve disponibilizar 70 pardais em 18 rodovias no Estado, monitorando cem faixas de tráfego ao longo de 28 municípios. Um dos diferenciais é que a concorrência será internacional.
A licitação chegou a ser iniciada, mas parou porque a Procuradoria-geral do Estado (PGE), a Controladoria e a Auditoria-geral do Estado (Cage), órgãos de fiscalização, questionaram vários itens. O principal impasse é que os auditores exigem a elaboração dos estudos técnicos de cada equipamento antes do edital, para só depois autorizar a escolha dos fabricantes.
Em anos passados, esse estudo era feito somente após a escolha do vencedor da licitação. A exigência da PGE é feita para evitar a suspeita de que o pardal foi colocado em local inapropriado, motivo do desligamento dos aparelhos há dois anos. Batalhão Rodoviário deve analisar locais de instalação Os 80 pardais implantados em 29 rodovias estaduais foram desligados após a exibição de reportagem no Fantástico, da Rede Globo, mostrando suposta fraude na relação entre prefeituras e fabricantes dos controladores. Parte das denúncias ainda tramita, outra resultou em arquivamento, mas os aparelhos permanecem desativados.
O Daer já não arrisca uma previsão de quando os pardais serão reativados nas estradas estaduais. Isso porque o tempo que levará esse estudo justificando a localização de cada controlador ainda está indefinido. Levantamentos devem ser elaborados pelo Batalhão Rodoviário, para só depois a engenharia elaborar análises, a fim de atender as exigências dos estudos e, então, licitar os serviços.
Controladores multavam 345 motoristas por dia Os equipamentos para controle de velocidade instalados nas rodovias estaduais multavam, até novembro de 2010, uma média de 345 motoristas por dia. Isso significa que cerca de 238 mil multas deixaram de ser aplicadas desde então. O número de acidentes nas rodovias antes fiscalizadas cresceu cerca de 6% (6,3 mil em 2010, 6,7 mil em 2011), aumento similar ao da frota de veículos.
A redução em multas só não é tão expressiva porque a polícia rodoviária vem multando com o uso de 60 radares móveis. Nesse tipo de equipamento, portátil, houve um incremento de 6% nas autuações. Professor de Engenharia na Universidade do Vale do Sinos (Unisinos) e especialista em transportes, João Hermes Junqueira lamenta que os pardais estejam inoperantes. Ele admite que o trâmite de licitações é mesmo demorado e que muitas vezes as autoridades lutam com obstáculos jurídicos, como no caso atual. – Há senso em exigir um estudo técnico apurado.
Pardal tem de ser colocado onde é preciso, não de forma aleatória. Uma pena que a sociedade, nesse período, fique privada da segurança propiciada pelo controlador – critica. Obstáculos ultrapassados Dúvidas entre a Procuradoria-geral do Estado (PGE) e o Daer que já foram solucionadas: - Tipo de licitação: a PGE acreditava que deveria ser apenas pelo menor preço, e o Daer defendia técnica e preço. Venceu técnica e preço. - Cooperativas de servidores: necessidade de incluir no edital a impossibilidade de as cooperativas de servidores participarem da licitação.
A informação foi incluída no edital. - Encargos trabalhistas: ficou definido que o Daer não se responsabilizará pelos encargos trabalhistas dos prestadores de serviço. Desta forma, os licitantes deverão incluir em seus preços todos os valores correspondentes a despesas trabalhistas, sociais e previdenciárias. - Quem contrata: houve questionamento sobre se o contrato seria firmado com o Estado ou com o Daer. Foi esclarecido que o contrato será com o Daer.
humberto.trezzi@zerohora.com.br HUMBERTO TREZZI
Fonte: ZERO HORA 26/