Translate

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

460 pessoas morreram nas estradas nos feriados de fim de ano, diz PRF

Foram 380 acidentes fatais e 460 mortes nas estradas do país.

Polícia viu redução de 18% na comparação com o mesmo período de 2010.

A Polícia Rodoviária Federal registrou entre 16 de dezembro de 2011 e 2 de janeiro de 2012, período da Operação Fim de Ano, 380 acidentes fatais que resultaram em 460 mortes nas estradas de todo o Brasil. O balanço dos acidentes e mortes nas rodovias federais durante o fim do ano foi divulgado nesta terça-feira (3).
Segundo os dados, nas festas deste fim de ano houve uma redução de 18% no número de mortos em relação ao período anterior. Entre 17 de dezembro de 2010 a 3 de janeiro de 2011, de acordo com a PRF, morreram 558 pessoas.
O número de feridos, de acordo com a PRF, também sofreu queda, desta vez de 16% em relação ao período anterior. De acordo com a PRF, foram 7.272 feridos nas festas de 2010/2011 e 6.121 em 2011/2012.
Imprudência é a principal causa dos acidentes nas rodovias da BA, diz PRFMortes no trânsito têm queda de 64% nas estradas de MT no fim de anoO número total de acidentes durante as festas de fim de ano registrou redução de 11%. Em 2010/2011 ocorreram 11.785 acidentes. Enquanto em 2011/2012, esse número caiu para 10.523 acidentes. Os acidentes fatais, entre 16 de dezembro de 2011 a 2 de janeiro de 2012, chegaram a 380, contra 442 registrados no período das festas de 2010/11. Na comparação, a redução de acidentes com mortes foi de 15%, segundo a PRF.
Segundo a PRF, a maior redução no número de mortes ocorreu no Réveillon. Entre 30 de dezembro e 2 de janeiro, foram registrados 34 mortes. O levantamento do período anterior identificou 75 acidentes fatais, entre 31 de dezembro de 2010 e 3 de janeiro de 2011. A redução foi de 44%.
Segundo o coordenador-geral de operações da PRF, Giovanni di Mambro, essa foi a maior redução registrada pela Polícia Rodoviária no período. O coordenador atribuiu a redução a um reforço na fiscalização nas áreas que costumam ter tráfego intenso e mais risco de acidentes.

Lei Seca

Durante os 18 dias da operação, 33.285 motoristas assopraram bafômetros e 1.082 foram reprovados e retirados de circulação, de acordo com a PRF. Entre os motoristas reprovados, 462 foram presos no ato da fiscalização por crime de trânsito.

Estados

Segundo a PRF, Minas Gerais foi o estado que registrou mais mortos e feridos nas estradas durante as festas de fim de ano. Foram 66 mortes e 1172 feridos. Minas Gerais também liderou o número de acidentes, com 1.701 ocorrências.
Bahia foi o segundo estado a registrar mais mortes nas estradas , 42, e Santa Catarina, o terceiro, com 32 mortes. Paraná foi o segundo estado com mais vítimas feridas nas estradas, 699, e Santa Catarina, o terceiro, com 689 feridos.

Fonte: g1, .03/01/2012 15h39 - Atualizado em 03/01/2012 16h35

sábado, 29 de dezembro de 2012

Que 2013 todos se permitam abrir novas portas....

Precisamos de um mundo mais justo, digno e seguro, de pessoas focadas, com responsabilidade e capazes de seguir seus sonhos. Náo espere, busque e conquiste.
As pessoas náo mudam o passado, mas podem ter atitudes no presente para mudarem o futuro!
A felicidade esta dentro de cada um, basta saber olhar para dentro e se permitir abrir novas portas em suas vidas é táo simples que se torna difícil, apenas acredite no bem maior que é a vida!
Que 2013 tenha muitas portas para serem abertas um grande abraço para todos que sempre estiveram comigo neste blog, muita paz e luz!
Fique Atento Fique Vivo!

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Mortes em estradas no feriado de Natal aumentam 38%

PRF contabiliza 222 mortes e 1.942 feridos nas rodovias federais.

Número de feridos caiu 1,1%, passando de 1.965 em 2011 para 1.942.
78 comentáriosA Polícia Rodoviária Federal registrou 222 mortes nas rodovias federais em todo o país no feriado de Natal, 38% a mais que no mesmo período do ano passado. Em 2011, foram contabilizados 161 mortos em acidentes.
(Correção: ao ser publicada, esta reportagem errou ao informar que o aumento no número de mortes era de 28%. O dado foi passado pela Polícia Rodoviária Federal, que diz considerar a frota nacional de veículos dos dois anos para fazer o cálculo. O erro foi corrigido às 19h14.)
Segundo balanço parcial, divulgado nesta quarta-feira (26), 1.942 pessoas ficaram feridas em 3.027 acidentes em todo o país, entre a meia-noite de sexta-feira (21) e a meia-noite de terça-feira (25).
O número de feridos diminuiu 1,1%, passando de 1.965 em 2011 para os 1.942 neste ano. Houve queda na quantidade total de acidentes: 8,1%. Foram 3.296 no ano passado e 3.027 em 2012.

Pelo menos 37 pessoas morreram no trânsito do RS no feriado de Natal

Sul de MG registra 32,3% das mortes nas estradas mineiras no Natal

Acidentes nas estradas federais de MG deixam 28 mortos, diz PRF

Estradas federais de SP registram mais mortes no Natal em 2012

Feriado de Natal tem cinco mortes em rodovias federais do DF e Entorno

PRF registra 62 acidentes durante Operação Fim de Ano no Maranhão

O levantamento revela ainda que as ultrapassagens mal sucedidas foram responsáveis por ao menos 30% dos acidentes fatais durante o feriado de Natal.
Em 2012, a PRF atendeu sete acidentes com quatro ou mais vítimas fatais, totalizando 36 mortes. Seis desses acidentes foram colisões frontais, cinco delas envolvendo caminhões.
De acordo com a PRF, o acidente mais graveaconteceu no município de Paramirim, na BR-316, em Pernambuco. Na madrugada do dia 23, um caminhão carregado com placas de gesso bateu de frente com uma van com 14 ocupantes. Onze pessoas morreram no local. De acordo com a polícia, o motorista do caminhão estava embriagado.

Lei Seca

Durante o feriado prolongado do Natal, 25.082 motoristas passaram pelo “bafômetro” nas rodovias federais. Foram 855 reprovados, que pagarão a multa com o novo valor, de R$ 1.915,40.
Do total de motoristas reprovados, 393 ainda foram presos em flagrante por crime de trânsito – por ultrapassarem o índice de 0,30mg de álcool por litro de ar assoprado ou por apresentarem sintomas de embriaguez e se recusarem a realizar o teste.
Desde o último dia 21, estão em vigor as regras que tornaram a Lei Seca mais rígida. O novo texto estabelece novos meios para identificar um condutor alcoolizado, como o testemunho do polícial, testes clinicos e vídeos. Ao motorista cabe realizar a contraprova com o teste do bafômetro

Fonte:26/12/2012 17h43 - Atualizado em 26/12/2012 20h06

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Um Natal doce!

Sempre tem um momento de adoçar a vida que neste natal seja este momemto de energia boa com a família e amigos., hora de agradecer pelo nosso bem maior que é a vida!
Um natal de paz e grandes descobertas e conquistas. Que cada amigo novo seja mais uma estrela  a brilhar no céu.
Beijo a todos meus amigos dos blogs que me prestigiam com um carinho sem igual!

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Ong Alerta recebe homenagen da Sudeste/Projeto Pescar.

Ong Alerta particpa de palestra parea a turma do projeto Pescar e é convidada como homenagiada da turma de 2012.
Na simplicidade da vida é que acontecem grandes feitos!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Previsão do programa nacional era instalar 212 equipamentos até o fim do ano, mas só 75 estão operando e registrando infrações

Em execução desde fevereiro do ano passado para reduzir o número de acidentes em estradas federais, o Programa Nacional de Controle Eletrônico de Velocidade movimenta-se em marcha lenta, de acordo com uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU). O relatório, publicado em outubro, apontou que a implementação do programa no país ocorria em um ritmo muito aquém do previsto pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e que as infrações flagradas por alguns equipamentos não eram traduzidas em multas aos motoristas.

Inicialmente, o cronograma do programa previa que 2.117 equipamentos estivessem em funcionamento em todo o país até o final de 2012. Diante da auditoria, gestores do Dnit, em acordo com as empresas contratadas, reduziram a meta a fim de pôr 1.650 medidores de velocidade em operação até o fim de dezembro. Mas, a um mês do prazo, somente 960 equipamentos estão gerando notificações no Brasil.

No Rio Grande do Sul, a previsão é instalar, até o fim do ano, 212 equipamentos de controle de velocidade para o monitoramento de 234 faixas de tráfego nas estradas federais. Porém, até 20 de novembro, apenas 141 – 91 barreiras e 50 radares – haviam sido colocados em 145 faixas das rodovias.

E o número de equipamentos que realmente gera notificações aos condutores é ainda menor: só 75 estão ligados e aferidos pelo Inmetro, o que significa que menos da metade dos radares e barreiras previstos para começar a funcionar no fim de 2012 está em completa operação.

Ainda segundo o relatório do TCU, embora alguns pardais estejam em operação, as notificações de infrações e de penalidades não estão sendo produzidas, o que impossibilitaria a aplicação de sanções. Esta limitação decorreria, principalmente, da falta de acesso, por parte do Dnit, ao Sistema de Registro Nacional de Infrações (Renainf) para obter informações dos proprietários dos veículos que são necessárias à autuação.

Em resposta, a sede do Dnit, em Brasília, afirmou que o sistema foi ajustado e funciona completamente. Entre 10 de agosto e 29 de novembro, com base nos registros fotográficos feitos pelos equipamentos, mais de 800 mil notificações já foram emitidas. No Estado, o problema também estaria resolvido.

– O Dnit enfrentou problemas com relação à consulta de dados do Renainf, mas isto já foi solucionado e as notificações já estão sendo registradas – explica a engenheira Paula Ariotti, analista de Infraestrutura de Transportes do Dnit no Rio Grande do Sul.

Mais 71 equipamentos estão em fase de aprovação para serem instalados

De acordo com a superintendência regional do Dnit, mais 71 equipamentos devem ser instalados em 89 faixas de tráfego no Estado, mas estão em fase final de aprovação. O superintendente do departamento no Estado, Pedro Luzardo Gomes, afirmou que está em contato com a sede, em Brasília, para acelerar as notas de instalação e as ligações de energia.

Controle e descontrole

Para cumprir a 1ª fase do Programa Nacional de Controle Eletrônico de Velocidade, o Dnit/RS precisa:

- Monitorar 234 faixas de tráfego com 212 equipamentos de velocidade

PORÉM, ATÉ AGORA:

- Foram instalados 141 equipamentos que monitoram 145 faixas.

- Desses, apenas 75 estão em operação e registrando infrações.



domingo, 2 de dezembro de 2012

Este outdoor mostra a realidade!




Fonte:Blog Paradapela Vida Esta campanha mostra a realidade ideal para época de final de ano, bons exemplos deveriam ser copiados.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Transportes irregulares de crianças em motos são flagrados em MG

Flagrantes foram feitos próximos à escolas de Uberlândia.

Falta de capacete e transporte de duas crianças são algumas infrações.
Augusto Medeiros

O Código Brasileiro de Trânsito (CTB) é claro quando diz respeito às infrações de transporte de crianças em motocicletas que comprometam a segurança delas no veículo. Mas em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, alguns motoristas foram flagrados pela reportagem da TV Integração, afiliada Rede Globo, cometendo imprudências como, por exemplo, carregar crianças na garupa e não utilizar o capacete.  
No primeiro flagrante feito pela emissora, um adulto levava duas crianças na garupa da motocicleta e uma delas estava sem o capacete. Em outro flagrante, mesmo com o capacete apropriado, outras duas crianças eram levadas no bagageiro e, no terceiro, a criança dividia o espaço do veículo com mais dois adultos.  

Segundo o comandante de Pelotão de Trânsito, tenente Ronivaldo José Silva, os flagrantes apresentados desrespeitam a legislação vigente. “O condutor de motocicleta que é flagrado transportando uma criança menor de sete anos ou que não tenha condições de cuidar de sua própria segurança, cabe a ele uma autuação por parte da Polícia Militar e uma multa no valor de R$ 191,54, além do recolhimento da Carteira Nacional de Habilitação (CNH)”, afirmou o tenente.

O uso de equipamento de segurança e capacete específico para o tamanho certo da cabeça da criança é fundamental, visto que se não estiver ajustado devidamente, o aparato perde a eficiência, colocando a vida da criança em risco. O ortopedista Leandro Gomide explicou que as crianças não conseguem se proteger como um adulto. “Elas não têm o sistema nervoso ainda feito totalmente, então durante uma queda ela não tem o mecanismo do reflexo para se proteger, principalmente a cabeça e o abdômen”, disse.

Entre os flagrantes da TV Integração, uma mãe foi vista com os dois filhos na rua, sendo que o do meio estava sem o capacete. Ela foi abordada próxima a uma escola pela reportagem que perguntou sobre a segurança da criança. A mãe respondeu que estava com pressa, mesmo sabendo do perigo que submeteu a filha. “Eu sei que é proibido, mas estou com pressa. Sei que é perigoso, até com o capacete é muito perigoso também. Eu geralmente busco um de cada vez, hoje é porque estou com pressa”, justificou.

A reportagem também fez a mesma intervenção com outro pai que cometia a mesma infração, e este explicou que morava perto da escola e que não tinha o costume de transportar os dois filhos na moto. “Pode acontecer o acidente, mas não é o costume. Moro aqui perto, a 15 metros da escola, e infelizmente vou ter que levar ela assim mesmo”, disse o pai. Mas antes de ir embora, o motociclista mudou de ideia e pediu para que os filhos voltassem a pé para a casa.

Mas além destas irregularidades, ainda há outra que precisa ser pensava. Um motociclista que aparentava carregar uma criança adequadamente foi flagrado avançando o sinal vermelho do semáforo. Ele foi multado sob o valor de R$ 191,54 e somou sete pontos na CNH.
Segundo a assessoria de comunicação da Polícia Militar, a fiscalização de trânsito é feita constantemente e a PM intensificou o trabalho de educação nas escolas para orientar os pais a não cometerem esse tipo de infração.
Para ler mais notícias do G1 Triângulo Mineiro, clique em g1.globo.com/triangulo.22/11/2012


 


terça-feira, 20 de novembro de 2012

Feriado prolongado termina com 162 acidentes e 16 mortes, dizem polícias.

PRE e PRF fizeram operações especiais durante feriadão no estado da BA.

No período, 90 pessoas ficaram feridas; PRF ressalta imprudência.

Acidente no trecho de Serrinha deixou 2 mortos, na BR-116, na quinta-feira . A operação realizada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) durante o feriadão da Proclamação da Repúplica terminou com o registro de 122 acidentes, com 68 feridos e 13 mortos nas rodovias federais que cortam a Bahia.

Já a Polícia Rodoviária Estadual (PRE) contabilizou 40 acidentes, com 22 feridos e três mortes na fiscalização especial realiza no feriado. Segundo a PRF, a principal causa das ocorrências graves foi a imprudência dos motoristas. Foram cinco dias de trabalho da PRF no feriadão - entre os dias 14 e 18. No período, os agentes rodoviários federais realizaram 537 testes com o etilômetro, flagrando e notificando 17 condutores por dirigirem alcoolizados. A ação é considerada infração gravíssima, com multa de R$ 957,70.

 Destes, quatro condutores, além de multados e de terem o veículo retido, também foram presos e encaminhados à Delegacia de Polícia Judiciária, onde terão que responder processo criminal, podendo ser condenados a até três anos de prisão por crime de embriaguez no trânsito por ultrapassarem o índice de 0,30 mg de álcool por litro de ar expelido dos pulmões, informou a PRF. Na quinta-feira (15), data do feriado da Proclamação da República, o órgão registrou três acidentes com mortes.

Fonte G1

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Chance de Motociclistas Morrerem no Trânsito é 30 Vezes Maior Que de Motoristas

Um estudo da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos (SP) revela que um motoqueiro tem 30 vezes mais chance de morrer no trânsito do que um motorista. A pesquisa mapeou os acidentes registrados no Brasil durante cinco anos. Há cinco anos, o motofretista Sebastião Lopes usa a moto para trabalhar e já sofreu acidente. “O rapaz atravessou contramão na minha frente, não deu tempo de brecar e eu bati no carro dele.
 E vários colegas já perderam a vida nessa profissão e o dia a dia da gente é sempre arriscando, sempre correndo em cima do perigo”, falou. Os especialistas calcularam o número de acidentes por quilômetros rodados. O objetivo é apontar algumas soluções para o problema. “Passa por todas as áreas necessárias, passa pela área da educação, da fiscalização, pela melhoria da segurança dos nossos veículos, segurança das nossas vias, ou seja, o problema é bastante abrangente e trata de todos os aspectos relacionados com a segurança viária de maneira geral”, explicou Coca Ferraz, professor da USP e autor do livro "Segurança viária", que será lançado em novembro, num congresso em Joinville (SC).
 Lesões O ortopedista Roberto Felício afirmou que cair da moto pode causar diversos tipos de lesões.”A gravidade das lesões vai em decorrência do tipo de fratura que a pessoa apresenta: quanto mais próxima das articulações, mais grave é a fratura e quanto mais grave a fratura, mais possibilidade de sequela funcional provoca naquele membro”, explicou. Segundo Felício, de cada 10 acidentes que atende, pelo menos um tem envolvimento de moto. O mototaxista Edson Perre conhece bem essa história.
 Ele bateu a moto há 12 anos e ainda sente dores por causa do acidente. “Não fica mais a mesma coisa, então, de vez em quando inflama a perna, fica inchada, é bem ruim”, contou. Perre terá que fazer outra cirurgia para extrair um parafuso da perna. Dicas Para enfrentar um trânsito tão violento, os motociclistas precisam ficar atentos a alguns itens de segurança, além do capacete, obrigatório por lei e indispensável na segurança.
“As jaquetas também são importantes porque muitas delas são adaptadas com protetor de ombros, cotovelos e costas com material flexível que, na queda, vai evitar o contato do chão direto com a pele”, orientou o instrutor de autoescola Nelson Santinon. Segundo ele, o calçado ideal deve ser de couro. “Justamente para ter o mesmo efeito da jaqueta, ou seja, ralar o couro primeiro para depois chegar no pé”, reforçou.
 “Tênis também pode, só não pode dirigir de chinelo”, completou. Santinon alertou que sandália e salto alto não combinam com segurança. “Aí nós temos que diferenciar beleza de segurança: fica linda de salto alto, mas não há segurança nenhuma e há um perigo eminente desse salto se enroscar na pedaleira e na hora de botar o pé no chão cair parado, inclusive. O instrutor destacou, ainda, que o motociclista sempre deve usar os dois freios ao mesmo tempo, o do pé e o da mão.
 Fonte: g1

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Dcas de como reduzir o estresse ao volante

O fim do ano está chegando e, junto, a complicação do trânsito nas metrópoles. Calor, congestionamentos e correria nas ruas são ingredientes que aumentam o estresse de quem está ao volante. "Ficar parada no trânsito é o pior de tudo, fico ansiosa, irritada", diz a ortopedista Elaine Cristina Gonçalves, 38, que trabalha na Pompeia (zona oeste de São Paulo) e frequenta uma academia em Pinheiros (na mesma região).
 Ela chega a levar uma hora e meia para ir do trabalho à malhação. Para a psicóloga Cecília Bellina, o trânsito já é um agente causador de estresse por causa de todos seus sinais e regras e pela exigência de que nosso organismo fique atento para conduzir adequadamente um veículo dentro da lei, lidando com variáveis inesperadas.
A ortopedista Elaine Gonçalves diz perder a linha: "Se fazem algo errado na minha frente, reajo" "Juntando isso a situações como fechadas, congestionamentos e direção de risco, podemos virar uma bomba-relógio quando estamos no trânsito", diz a especialista. Elaine se enquadra no perfil explosivo. "Se fazem algo errado na minha frente, eu reajo. Se alguém me corta, eu dou um jeito de passar na frente depois", diz. Sintomas físicos Segundo o psiquiatra Júlio César Fontana Rosa, professor da Faculdade de Medicina da USP e integrante da Abramet (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego), o estresse ao volante pode causar até mesmo sintomas físicos, como taquicardia, sudorese, queda de pressão e dores de estômago.
 "O motorista também pode ter um estresse silencioso, que no dia a dia vai se refletir em cansaço, dores musculares e insônia", explica. Mas como não se estressar ao volante? O condutor escolar Sergio Matavelli, 51, que há dez anos transporta alunos de uma escola particular em Santo André, dá a receita:
 "Eu sou calmo por natureza, penso que ficar estressado no trânsito não vai resolver nada. Se eu buzinar e xingar, as crianças vão ficar agitadas e assim não irei a lugar nenhum." Matavelli transporta 60 crianças nos períodos da manhã e da tarde e confessa que chega em casa cansado. "Eu costumo caminhar à noite para relaxar.
" O motorista de perua escolar Sergio Matavelli mantém a calma: "Se buzinar e xingar, as crianças vão ficar agitadas"
O motorista de perua Sergio Matavelli mantém a calma: "Se buzinar e xingar, as crianças vão ficar agitadas". Técnicas de relaxamento
O psiquiatra Júlio César Fontana Rosa afirma que o condutor deve pensar em vários fatores antes de sucumbir ao estresse. Primeiro, deve-se refletir sobre as consequências de atos impulsivos e os riscos de provocar ou aceitar provocações.
 "É preciso checar também se a ira que está descarregando tem a ver com a situação do trânsito ou se é o reflexo de outros problemas", recomenda o especialista. Segundo a psicóloga Cecília Bellina, para relaxar nessa situação de estresse o motorista pode desviar o pensamento (sem perder a atenção no trânsito, é claro), ouvir música ou utilizar técnicas de respiração e relaxamento. "Não dá para evitar o estímulo gerador de estresse, mas é possível lidar com ele de forma mais saudável", conclui. Alguns itens podem ajudar o motorista a diminuir a irritação diante de um congestionamento.
 Para Roberto Manzini, proprietário do centro de pilotagem que leva seu nome, o sistema de navegação por GPS, por exemplo, pode ajudar a fugir do trânsito parado ou evitar que o motorista se perca caso resolva desviar de congestionamentos. Um carro bem equipado também ajuda a aliviar a tensão no trânsito. Recursos como direção hidráulica ou elétrica, ar-condicionado e câmbio automático ou automatizado servem de alento na hora de enfrentar os congestionamentos.
Para Fontana Rosa, o sistema de som é um dos maiores aliados contra o estresse. "O motorista pode ter a satisfação de ouvir coisas que gosta, fazendo sua própria programação musical." O mais importante é manter a calma. "Mesmo que seja fechado ou alguém cole na traseira do seu carro, deixe-o passar. Não se abale", aconselha Roberto Manzini.
 Fonte:Agencia Floripa

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Como evitar acidentes em cruzamentos.


 Nas vias urbanas, a maioria dos acidentes ocorre em cruzamentos, assim como em entradas e saídas de veículos. De acordo com dados dos Detrans estaduais, dos acidentes de trânsito ocorridos nas grandes cidades, em média, 35%, foram relativos à colisão transversal (em cruzamentos). A maioria dos cruzamentos com alto índice de acidentes tem algumas características em comum: locais de grande fluxo, com sinalização e semáforos, alguns com a presença da fiscalização eletrônica, poucos com tempo exclusivo para pedestres.
O Código de Trânsito Brasileiro é bem claro quando se trata de prevenção de acidentes em cruzamentos, quando diz em seu artigo 44 que “ao aproximar-se de qualquer tipo de cruzamento, o condutor do veículo deve demonstrar prudência  especiall, transitando em velocidade moderada, de forma que possa deter seu veículo com segurança para dar passagem a pedestre e a veículos que tenham o direito de preferência”. “O aumento da fiscalização, a eliminação das áreas de conflito nas vias e a educação são mudanças que tendem a diminuir os acidentes e, principalmente, as mortes”, explica Elaine Sizilo, especialista em trânsito e consultora do Portal.
Outro item importante, segundo a especialista, é a sinalização. “A sinalização vertical e horizontal sempre deve existir nos cruzamentos e o motorista deve estar atento às placas, pois elas regulamentam os trechos”, afirma. Segundo os dados dos Departamentos Estaduais de Trânsito, boa parte dos acidentes ocorre em vias sinalizadas, inclusive com semáforos. “Muitos acidentes poderiam ser evitados se os motoristas obedecessem a sinalização de trânsito, porém, se analisarmos as infrações mais cometidas nas grandes cidade, o avanço de sinal vermelho destaca-se entre elas”, diz Sizilo.
Quando aproximar-se de um cruzamento, é importante redobrar a atenção e sempre respeitar à preferência das vias. Se não houver sinalização, a preferência é de quem se aproxima pela direita. “Além disso, quem estiver circulando por rodovias e em rotatórias também tem a preferência. Porém mesmo tendo a preferência, é necessário aproximar-se do cruzamento com cuidado”,  completa Sizilo.
Cruzamentos com via férrea exigem parada obrigatória. “Colisões com trens são gravíssimas e muito mais frequentes do que se pode supor”, diz Sizilo. É preciso estar atento com os procedimentos de conversão, principalmente à esquerda. Lembrar-se também de dar preferência a pedestres e veículos não motorizados. “Uma regra importante e que pode evitar acidentes é não ultrapassar nos cruzamentos ou em suas proximidades”, conclui Sizilo.
 Fonte: Portal do Trânsito.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Ótima opçáo!








Sempre podemos fazer escolhas na vida!


domingo, 28 de outubro de 2012

Proteção Desativada: Há Quase Dois Anos Estradas sem Radares

Há quase dois anos as estradas estaduais gaúchas não são fiscalizadas por controladores eletrônicos de velocidade. A inoperância é fruto do escândalo que colocou sob suspeita licitações dos equipamentos. Os aparelhos foram desligados em 25 de novembro de 2010 e, desde então, o Departamento Autônomo de Estradas e Rodagem (Daer) tenta realizar uma licitação para reativar o sistema.
Mas o procedimento esbarra em exigências técnicas feitas por auditores estatais. Odiretor de Operação Rodoviária do Daer, Cleber Domingues, anunciou recentemente que a nova licitação deve disponibilizar 70 pardais em 18 rodovias no Estado, monitorando cem faixas de tráfego ao longo de 28 municípios. Um dos diferenciais é que a concorrência será internacional.
A licitação chegou a ser iniciada, mas parou porque a Procuradoria-geral do Estado (PGE), a Controladoria e a Auditoria-geral do Estado (Cage), órgãos de fiscalização, questionaram vários itens. O principal impasse é que os auditores exigem a elaboração dos estudos técnicos de cada equipamento antes do edital, para só depois autorizar a escolha dos fabricantes.
Em anos passados, esse estudo era feito somente após a escolha do vencedor da licitação. A exigência da PGE é feita para evitar a suspeita de que o pardal foi colocado em local inapropriado, motivo do desligamento dos aparelhos há dois anos. Batalhão Rodoviário deve analisar locais de instalação Os 80 pardais implantados em 29 rodovias estaduais foram desligados após a exibição de reportagem no Fantástico, da Rede Globo, mostrando suposta fraude na relação entre prefeituras e fabricantes dos controladores. Parte das denúncias ainda tramita, outra resultou em arquivamento, mas os aparelhos permanecem desativados.
O Daer já não arrisca uma previsão de quando os pardais serão reativados nas estradas estaduais. Isso porque o tempo que levará esse estudo justificando a localização de cada controlador ainda está indefinido. Levantamentos devem ser elaborados pelo Batalhão Rodoviário, para só depois a engenharia elaborar análises, a fim de atender as exigências dos estudos e, então, licitar os serviços.
Controladores multavam 345 motoristas por dia Os equipamentos para controle de velocidade instalados nas rodovias estaduais multavam, até novembro de 2010, uma média de 345 motoristas por dia. Isso significa que cerca de 238 mil multas deixaram de ser aplicadas desde então. O número de acidentes nas rodovias antes fiscalizadas cresceu cerca de 6% (6,3 mil em 2010, 6,7 mil em 2011), aumento similar ao da frota de veículos.
A redução em multas só não é tão expressiva porque a polícia rodoviária vem multando com o uso de 60 radares móveis. Nesse tipo de equipamento, portátil, houve um incremento de 6% nas autuações. Professor de Engenharia na Universidade do Vale do Sinos (Unisinos) e especialista em transportes, João Hermes Junqueira lamenta que os pardais estejam inoperantes. Ele admite que o trâmite de licitações é mesmo demorado e que muitas vezes as autoridades lutam com obstáculos jurídicos, como no caso atual. – Há senso em exigir um estudo técnico apurado.
Pardal tem de ser colocado onde é preciso, não de forma aleatória. Uma pena que a sociedade, nesse período, fique privada da segurança propiciada pelo controlador – critica. Obstáculos ultrapassados Dúvidas entre a Procuradoria-geral do Estado (PGE) e o Daer que já foram solucionadas: - Tipo de licitação: a PGE acreditava que deveria ser apenas pelo menor preço, e o Daer defendia técnica e preço. Venceu técnica e preço. - Cooperativas de servidores: necessidade de incluir no edital a impossibilidade de as cooperativas de servidores participarem da licitação.
A informação foi incluída no edital. - Encargos trabalhistas: ficou definido que o Daer não se responsabilizará pelos encargos trabalhistas dos prestadores de serviço. Desta forma, os licitantes deverão incluir em seus preços todos os valores correspondentes a despesas trabalhistas, sociais e previdenciárias. - Quem contrata: houve questionamento sobre se o contrato seria firmado com o Estado ou com o Daer. Foi esclarecido que o contrato será com o Daer.
humberto.trezzi@zerohora.com.br HUMBERTO TREZZI
Fonte: ZERO HORA 26/

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

RS tem pelo menos 26 mortes em fim de semana violento no trânsito.

 RS tem pelo menos 26 mortes em fim de semana violento no trânsito Acidente mais grave ocorreu na manhã de segunda em Ijuí, com 3 mortes. Outras duas pessoas morreram nesta segunda, em Giruá e Veranópolis. Acidente provocou a morte de três pessoas no local.
O final de semana foi violento nas estradas do Rio Grande do Sul. Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Brigada Militar (BM), pelo menos 26 pessoas perderam a vida entre as 12h de sexta-feira (19) e as 12h desta segunda-feira (22).
 Acidente com 3 veículos na BR-285 causa mortes no RS, diz PRF Carro capota e condutor cai de uma ponte de 15 metros na Serra do RS.
O acidente mais grave ocorreu por volta das 9h desta segunda na BR-285, em Ijuí, no Noroeste do estado. Uma colisão entre dois carros e um caminhão causou três mortes. Outras seis pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas ao Hospital de Caridade de Ijuí. Também nesta segunda, um homem de 54 anos morreu após o carro que conduzia colidir contra um caminhão por volta das 7h30 em Giruá, no Noroeste gaúcho.
Vítimas do trânsito no fim de semana Segunda (5)
Veranópolis
(1) - Um homem morreu após o caminhão que conduzia colidir contra uma árvore por volta das 10h no km 180 da RSC-470 entre Bento Gonçalves e Veranópolis, na Serra do Rio Grande do Sul, informa o Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM). Segundo a polícia, o motorista, que trabalhava para a prefeitura do município, havia ultrapassado um ônibus.
Com o choque, ele foi projetado para fora do veículo e atropelado pelo ônibus. Carro ficou destruído com o choque em acidente na BR-285.
 Ijuí
(3) - Um acidente envolvendo dois carros e um caminhão causou pelo menos três mortes no km 455 da BR-285, informou a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Seis pessoas ficaram feridas, sendo uma delas em estado grave. A colisão ocorreu por volta das 9h.
Giruá
(1) - Um homem de 54 anos morreu após o carro que conduzia colidir de frente com um caminhão por volta das 7h30 na ERS-344, na localidade de Bela Vista em Giruá, informou o CRBM. Cada veículo caiu para um lado da pista.
O motorista do caminhão escapou ileso. Segundo a polícia, chovia forte no local do acidente. Domingo (11) Condutor da caminhonete não resistiu a choque com caminhão.
Farroupilha
(1) – Um homem de 52 anos morreu após a caminhonete que ele conduzia colidir contra um caminhão por volta das 18h50 no km 48 da ERS-122. Um homem de 64 anos ficou ferido e foi levado para o Hospital São Carlos, em Farroupilha. Coronel Barros
(2) – Um homem de 42 anos e uma mulher de 31 morreram após colisão contra uma árvore na BR-285, diz a PRF. Quatro crianças que estavam no carro ficaram feridas, duas delas em estado grave. Independência
(1) – Um homem de 74 anos morreu em acidente no km 61 da ERS-342, conforme o Comando Rodoviário da Brigada Militar. Outars duas pessoas escaparam ilesas.
São Leopoldo
(1) – Um homem não identificado morreu atropelado na BR-116, durante a madrugada. O acidente ocorreu no km 247, em São Leopoldo, no sentido Porto Alegre-Interior.)
São João da Urtiga
(1) – Jovem de 17 anos sem carteira de habilitação morreu ao colidir de moto contra uma árvore, por volta da 1h na ERS-126.
Carlos Barbosa
(1) – Durante a madrugada, um jovem de 23 anos morreu em acidente na ERS-446, em Carlos Barbosa, na Serra. Ele foi arremessado para fora do veículo e caiu de uma altura de 15 metros após o carro bater na mureta de uma ponte e capotar.
Coxilha
 (1) – Um motociclista de 27 anos morreu por volta de 7h10min da manhã na ERS-135, na saída de Passo Fundo para Coxilha. Ele teria cruzado a pista quando foi atingido por um caminhão.
Tapera
(1) – Uma capotagem na ERS-223 por volta das 7h da manhã deixou uma pessoa morta e outras duas feridas no km 37 da rodovia.
Sapucaia do Sul
(1) – Um jovem de 28 anos morreu após ser atropelado na BR-116, durante a madrugada. O motorista do veículo fugiu sem prestar socorro. O carro foi encontrado abandonado na ERS-118.
 Porto Alegre
(1) – Um jovem de 26 anos morreu após o carro que ele conduzia colidir contra uma árvore na na Avenida Pinheiro Borda, no bairro Cristal. Segundo a Brigada Militar, ele estaria trafegando entre 130 e 140 Km/h. Sábado (10)
Passo Fundo
(1) – Uma pessoa não identificada perdeu a vida na ERS-153, após colisão entre um caminhão e um carro. Segundo a Brigada Militar, outros dois ocupantes do carro fugiram do local. O motorista do caminhão não se feriu.
Tapejara
(1) - O ex-prefeito da cidade, de 69 anos, morreu após capotagem na ERS-126. Ele foi socorrido e levado ao Hospital São Vicente de Paulo, de Passo Fundo, mas não resistiu aos ferimentos.
Vale Real
(1) – A colisão frontal de uma moto contra um carro no km 13 da ERS-452 resultou na morte do condutor da motocicleta.
São Gabriel

(1) - Um jovem de 19 anos morreu em acidente no bairro Santo Antônio. A motocicleta que ele conduzia colidiu contra um poste de concreto por volta das 2h.
Sertão
(1) - Por volta das 4h, o veículo conduzido por um jovem de 22 anos colidiu contra um barranco na ERS-135, resultando na mora do condutor.
Sananduva
(2) – Dois homens morreram após a colisão de um veículo Audi contra uma árvore na RS-343, no km 39. As vítimas não haviam sido identificadas.
Faxinal do Soturno
(1) - Na ERS-149, km 146, um homem morreu atropelado por volta das 18h30. O motorista fugiu do local.
Encantado
(1) – Uma mulher morreu atropelada no km 45 da ERS-332. Sananduva (1) – Um adolescente de 17 anos morreu em acidente de trânsito em Sananduva. Ele pilotava uma moto na ERS-126, quando saiu da pista e bateu em uma árvore. Para ler mais notícias do G1 Rio Grande do Sul, clique em g1.com.br/rs.
Siga também o G1 RS no Twitter e por RSS. tópicos: Carlos Barbosa, Coronel Barros, Coxilha, Encantado, Farroupilha, Faxinal do Soturno, Giruá, Ijuí, Independência, Passo Fundo, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Sananduva, Sapucaia do Sul, Sertão, São Gabriel, São João da Urtiga, São Leopoldo, Tapejara, Tapera, Vale Real, Veranópolis veja também Acidentes de trânsito fazem mais de 20 vítimas no RS no fim de semana há 7 horas Carro capota e condutor cai de uma ponte de 15 metros na Serra do RS 21/10/2012 Com cerca de 280 ocorrências, TRE do RS considera eleições tranquilas 07/10/2012
Homem morre em colisão na RS-155 em Chiapeta, RS Rodovias registraram grande movimento desde às 12h de quarta-feira. Desde o começo do feriado, 15 pessoas já morreram nas rodovias do estado 23/09/2012
Fonte:g1

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Pare de tomar multa no semáforo.


  1. Pare de tomar multa no semáforo Motorista é uma terminologia dada a qualquer pessoa capaz de dirigir um veículo automotor, porém dentro desta definição estão inclusos os barbeiros, os domingueiros, os apressadinhos, os zelosos e outros que poderíamos perder um bom tempo tentando definir. Enfim, a patologia é vasta, mas uma coisa todos tem em comum: sempre levam multas em farol, principalmente por passarem no vermelho. Como diria o comentarista esportivo: “a regra é clara”. No verde o cruzamento está liberado, no amarelo requer atenção (e pode-se seguir adiante **com atenção!**) e no vermelho devemos parar. Porém ainda fica aquela dúvida. Esta no amarelo e será que dá tempo de passar? Freio e levo uma buzinada, ou pior, uma pancada na traseira ou acelero e tento passar sem ganhar uma (ou mais uma) multa? Que dúvida cruel… É incrível a quantidade de motoristas que levam multas diariamente, simplesmente pelo fato de desconhecerem algumas informações básicas contidas nos semáforos. E fica parecendo loteria. Vou ou não vou? Aiii… Vai dar… Vixe! Tomei uma multa! Na foto ao lado pode-se observar um caso típico de sinal que acabou de ser aberto e os carros saindo. Porém, se observar melhor, verá que desde a faixa de pedestre há uma faixa contínua de alguns metros no sentido da via bem no meio das duas filas de carros. Alguém já notou isso? Esta faixa tem uma importância muito grande, pois é ela que determina o tempo exato de você ser multado ou não ao passar no amarelo em um semáforo. Em outras palavras, se você esta chegando no semáforo e o sinal fica amarelo, mas você já “adentrou” na extensão desta faixa e esta no limite de velocidade permitido para a via, você conseguirá fazer o cruzamento sem ser multado, pois dará tempo tranquilamente. Por outro lado, se você esta chegando no cruzamento e o sinal ficou amarelo e você ainda não chegou até esta faixa contínua, você deve frear, pois fatalmente não conseguirá atravessar e ficará vermelho antes de você realizar este procedimento. Caso não tenha percebido, passe a olhar para esta faixa sempre que chegar em um semáforo e vai notar que elas tem comprimentos diferentes, pois leva em consideração a velocidade permitida para a via e o tempo de sinal amarelo daquele semáforo. Enfim, é um cálculo médio de um tempo precioso que te salva te “herdar” uma multa e alguns pontos em sua CNH. Um detalhe: dentro do Código de Trânsito Brasileiro não há informações sobre este assunto, porém as empresas responsáveis pelas faixas e construções de via, utilizam deste cálculo para construir esta faixa comentada acima e também é passado para os alunos dos cursos de formação de condutores.

domingo, 14 de outubro de 2012

Para reflexão: Alto número de mortes assusta.

Alto número de mortes assusta Grande quantidade de vítimas em menos de dois dias deve servir de alerta para o próximo feriadão O número elevado de mortes no fim de semana deve servir como reflexão para os motoristas que enfrentarão o trânsito nas estradas gaúchas no feriadão de Nossa Senhora Aparecida, que começa nesta sexta-feira. Para algumas pessoas, serão quatro dias de folga. Isto porque segunda-feira, 15 de outubro, se comemora o Dia do Professor. Aquantidade de mortos em menos de 48 horas, de sexta-feira e sábado, foi semelhante à registrada em alguns dos últimos feriadões no Estado – no de Corpus Christi, foram 16 vítimas, no do Trabalho, 17, e na Páscoa, 15. Já nos feriados de 20 de setembro e da Independência, ocorreram 18 e 21 mortes, respectivamente. Com o fim do inverno, a previsão é de que mais gente viaje para as praias, aumentando as chances de acidente. Para coibir a violência no trânsito, será realizada, a partir de quinta-feira, a operação Nossa Senhora, que também englobará mais uma edição da Viagem Segura, parceria entre Departamento Estadual de Trânsito (Detran/RS) e órgãos fiscalizadores (Polícia Rodoviária Federal, Brigada Militar e Comando Rodoviário da BM). O objetivo é realizar ações de fiscalização nos feriadões, com foco nos pontos críticos. Detalhes da operação serão definidos hoje Haverá um reforço no efetivo policial nos dias e nos horários de maior movimentação – os números ainda não estão fechados, pois os detalhes da operação serão definidos em uma reunião hoje. Chefe de comunicação da Polícia Rodoviária Federal, Alessandro Castro salienta, porém, que a responsabilidade dos motoristas é mais importante do que os reforços na fiscalização: – As pessoas têm de ter ciência de que ter mais ou menos policiais não vai dar segurança para elas na estrada. E, sim, é o motorista conduzindo corretamente seu veículo e evitando operações arriscadas, como excesso de velocidade e ultrapassagem em lugar proibido. Para não vacilar no volante O coordenador da operação Viagem Segura, Adelto Rohr, ressalta alguns cuidados fundamentais para o motorista evitar acidentes, não só nos feriadões mas também no dia a dia: - Fazer um planejamento de todas as viagens com antecedência. É preciso programar um tempo suficientemente grande para chegar descansado e não precisar correr. - Respeitar a sinalização de trânsito, em especial o limite de velocidade. - Ultrapassagens devem ser feitas somente em local permitido. O condutor deve ter certeza de que vai conseguir concluir a ultrapassagem. - Usar o cinto de segurança, inclusive no banco traseiro. - Revisar as condições do veículo antes da viagem, como a sinalização elétrica, a quantidade de combustível e o estado dos pneus. - Não ingerir bebidas alcoólicas antes de pegar o volante. - Não utilizar telefone celular enquanto estiver dirigindo. Fonte:-- Zero Hora 08/10/12

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

A dinâmica do Atropelamento

A gravidade dos atropelamentos mantém direta relação com as características físicas e com a dinâmica dos corpos em conflito. O fato de a energia cinética aumentar em proporção muito maior do que a velocidade, confere aos atropelamentos conseqüências particulares severas dada a vulnerabilidade de um corpo frente a um veículo.
No mais freqüente tipo de atropelamento, cerca de 80% dos casos, o pedestre é atingido pela dianteira de um veículo. A idéia de que em um atropelamento o veículo "passa por cima" do pedestre não coincide com o que ocorre na maior parte dos casos. Situações em que o carro passa por sobre o corpo do atropelado podem ocorrer em casos como acidentes envolvendo ônibus ou caminhões.
Em choques com veículos comerciais (particularmente veículos pesados), ASHTON observa uma maior incidência de contatos laterais e traseiros, sendo graves as conseqüências nos choques em que os pedestres, ao serem lançados ao solo, são esmagados pela(s) roda(s) traseira(s) do veículo.
No entanto a dinâmica do atropelamento mais provável é aquela em que o pedestre, após o choque com a frente de um veículo, rola por sobre o capô e pára-brisa do carro que o atinge. O que ocorre após o choque depende de uma série de fatores, dentre os quais a velocidade do veículo e a altura do pedestre relativamente à frente do veículo e o pára-choque.
O local do contato inicial (normalmente, os membros inferiores) no choque contra o veículo influencia a gravidade da lesão do pedestre.Estudos sobre lesões de pedestres pelo INSURANCE INSTITUTE FOR HIGHWAY SAFETY, indicam que praticamente todos os traumas e fraturas na região pélvica e nas pernas dos pedestres são causados pelo contato com o veículo e não com o pavimento.
Os contatos com os pára-choques foram responsáveis por mais da metade (55%) das lesões pesquisadas pelo IIHS, sendo o contato com a estrutura frontal dos veículos acima do pára-choque responsável pela outra quase-metade (42%) das lesões verificadas. Os levantamentos deste estudo também revelam que fraturas de joelhos são mais prováveis quanto a altura dos pára-choques está 1/4 ou 1/3 da altura dos pedestres.
A probabilidade de lesões fatais é maior nos choques frontais do que nos laterais.
Em choques a velocidade acima de 60 km/h, o pedestre, em geral, rola por sobre a dianteira do carro após o segundo contato (provavelmente o da cabeça) contra o veículo, com o corpo dobrando-se e as pernas podendo atingir o teto do habitáculo. Dado as forças aplicadas ao pedestre, resultantes do choque, o corpo do pedestre é acelerado à velocidade do veículo e, ocorrendo a frenagem (e este é, geralmente, o caso), o pedestre prossegue na velocidade adquirida. Com a frenagem brusca, o carro reduz sua velocidade em uma proporção maior que a do corpo do pedestre. O pedestre é então, arremessado adiante do veículo em desaceleração, antes de atingir o solo.
A probabilidade do segundo contato ser o da cabeça contra o carro aumenta na proporção direta da velocidade do impacto e inversamente em relação à altura do veículo. A velocidade no impacto determina, também, o local do carro em que ocorre o choque da cabeça. A partir de 50 km/h, virtualmente todo pedestre sofrerá o choque da cabeça contra o veículo.
Em crianças com idades abaixo de cinco anos BRISON J.Y. and STULGINSKAS, J.V apontam a preponderância de lesões na cabeça e pescoço, a partir da explicação provável da lesão se dar devido à altura da criança em relação aos pára-choques dos veículos envolvidos. Segundo ASHTON, a criança é atingida, geralmente, pelo pára-choque na parte mais alta dos membros inferiores, e no torso pela dianteira do capô.
A percepção de que quanto mais alta a velocidade do veículo, maior o dano imprimido ao pedestre pode parecer por demais óbvia para demandar averiguação científica. Ainda assim, tal relação tem tido vasta documentação na literatura nas áreas de trânsito e transporte. O NATIONAL HIGHWAY TRAFFIC SAFETY ADMINISTRATION (NHTSA) identificou mais de 600 referências consideradas relevantes, com o objetivo de reafirmar e quantificar a relação velocidade do veículo-gravidade dos atropelamentos. Dentre estes, destacam-se os estudos do FATAL ACCIDENT REtoda PORT SYSTEM (FARS), que revelam tanto a relação direta da mortalidade-velocidade quanto os efeitos em diferentes grupos etários, demonstrando a extrema vulnerabilidade de pedestres acima de 65 anos de idade. O DEPARTAMENT OF TRANSPORT TRAFFIC britânico comprova a relação entre a velocidade do veículo no impacto e a grabvidade das lesões em estudo que demonstra que:

a 32 km/h, 5% dos pedestres atingidos morrem, 65% sofrem lesões e 30% sobrevivem ilesos;
a 48 km/h, 45% morrem, 50% sofrem lesões e 5% sobrevivem ilesos;
a 64 km/h, 85% morrem e os 15% restantes sofrem algum tipo de lesão.

Estes dados assemelham-se aos de PASANEN, que estima em 5% a parcela de pedestres que morreriam em atropelamentos a 32 km/h; 40% em choques a 48 km/h; 80% em choques a 64 km/h e aproximadamente 100% em velocidades acima de 80 km/h.

Efeito de um atropelamento:

Uma pessoa atropelada a uma velocidade de 60Km/h equivale a uma queda do 11º andar de um prédio, a 80Km/h do 20º andar e se for a 120Km/h como se fosse do 45º andar.

Fonte: http://www.atividadesrodoviarias.pro.br/

Exerça sua cidadania com voto consciente e fiscalização constante

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Acidentes de trânsito mataram 90 ciclistas em 2012 no RS

Em Sapiranga, são 40 mil bicicletas para 75 mil habitantes.

Imprudência e má sinalização aumentam as chances de acidentes graves.

Os acidentes de trânsito em 2012 no Rio Grande do Sul já mataram 90 ciclistas, segundo o Departamento de Trânsito do estado (Detran). A média mensal de vítimas supera a registrada no ano passado. Os ciclistas são a parte mais vulnerável nas ruas e avenidas. Em Sapiranga, são 40 mil bicicletas para 75 mil habitantes, pelas contas da prefeitura da cidade da Região Metropolitana de Porto Alegre.
"De manhã, de tarde, de noite a gente só anda de bicicleta", disse a empregada doméstica Dilce Boniarte, moradora de Sapiranga.
Ciclista morre em acidente no Noroeste do Rio Grande do Sul Três ciclistas morreram em acidentes de trânsito no RSOs ciclistas do município se arriscam diariamente ao cruzar a perigosa rodovia que divide a cidade. Essa grande quantidade de bicicletas andando em uma estrada por onde passam milhares de carros diariamente, torna o trecho da RS-239 um dos mais perigosos do estado para quem anda de bicicleta. Três ciclistas morreram em acidentes nos últimos 60 dias no local.
Segundo o Tenente César Fonseca, do Comando Rodoviário da Brigada Militar de Sapiranga, a maioria das mortes ocorre por desrespeito às leis de trânsito.
"O ciclista não atravessa nos lugares adequados e também os veículos que trafegam em alta velocidade não tomam os cuidados necessários", disse o policial.
Imprudência e má sinalização aumentam as chances de graves acidentes, segundo um gestor de segurança no trânsito.
"Quanto menos visão, mais cautela ele precisa ter. Mais atenção. Precisa diminuir a velocidade, alternar farol com alto e baixo", explica o gestor de segurança no trânsito, Evérton Cassere.

Fonte: g1, 25/09/2012 22h02 - Atualizado em 25/09/2012 22h02