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domingo, 23 de junho de 2013

Há momentos....


Há Momentos

Há momentos na vida em que sentimos tanto
a falta de alguém que o que mais queremos
é tirar esta pessoa de nossos sonhos
e abraçá-la.

Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que se quer.

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.

As pessoas mais felizes
não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor
das oportunidades que aparecem
em seus caminhos.

A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passam por suas vidas.

O futuro mais brilhante
é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida
quando perdoar os erros
e as decepções do passado.

A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar
duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar
porque um belo dia se morre.
Clarice Lispector

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Você sabia que é diferente frear com freios ABS?

Instrutor de pilotagem explica que trepidação do pedal é normal e que motorista deve continuar pisando até a parada do veículo Até 2014, todos os carros produzidos no Brasil deverão sair da fábrica com freios ABS - sigla em inglês para Anti-lock Braking System, ou sistema de freios antitravamento. 
O item de segurança funciona a partir de sensores que monitoram a velocidade das rodas, identificando quando alguma delas está prestes a travar e aliviando a pressão para evitar o bloqueio. O controle eletrônico permite que o condutor mantenha o controle do veículo, ou seja, habilita o motorista a desviar do obstáculo. 
Sem o ABS, em uma freada busca, as rodas não obedecem e não é possível evitar a colisão. Em pesquisa realizada pelo Centro de Estudos Automotivos (Cesvi), em 2007, mostrou que, com freio comum, a 70 quilômetros por hora, apenas 21% dos motoristas consegue desviar de um obstáculo, enquanto com o ABS o percentual sobe 81%. Além disso, o sistema antibloqueio faz com que o tempo de parada do carro seja menor. 
Como frear com o ABS Apesar das vantagens do freio ABS, especialistas reclamam que os motoristas não são informados sobre as diferenças de guiar um carro com sistema antitravamento. E você, saberia como agir? Christian Finkelstein, instrutor de pilotagem e proprietário do kartódromo SpeedKart, em Porto Alegre, dá as dicas de como proceder. 
A principal diferença é que, com ABS, o pedal do freio deve ser pisado até o fim, e é preciso mantê-lo acionado durante todo o percurso da frenagem. A maioria das pessoas tende a "aliviar o pé" no meio do caminho, pois imagina que as rodas vão travar - o que aconteceria com freios comuns -, mas esse risco não existe no ABS. 
Com o pedal pressionado, o sistema age plenamente e evita o bloqueio das rodas, garantindo a dirigibilidade do veículo. Outro detalhe importante, relacionado ao primeiro, é a trepidação no pedal. Os condutores, por falta de informação, costumam tirar o pé do freio quando o pedal começa a tremer. Mas a trepidação é normal, pois é causada pela alteração de pressão nas rodas - justamente o que impede o travamento delas. 
A instrução, pois, é manter o pé até o fim, sem medo de bloquear as rodas e sem medo da trepidação. Vale lembrar, ainda, que por causa da estabilidade garantida pelo ABS, é possível manter o pé no freio enquanto se faz curvas. Isso, no entanto, na exime o motorista de fazer conversões em velocidades compatíveis e dentro do indicado pela sinalização no local. Fonte:http://revista.pensecarros.com.br/especial/rs/editorial-veiculos/ -- 

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Respeito a vida!




Infelizmente o ser humano acha que pode tudo...até um dia ele aprender que náo pode!

sábado, 8 de junho de 2013

Carros produzidos no Brasil são "mortais", segundo agência


Estar conduzindo um veículo produzido no Brasil ou a versão feita na Europa do mesmo automóvel pode ser a diferença entre a "vida e a morte", diz reportagem da Associated Press

São Paulo – Estar dirigindo os carros produzidos no Brasil ou os mesmos modelos e similares europeus pode ser a diferença entre a “vida e a morte” em casos de acidentes, aponta uma reportagem da agência Associated Press republicada em veículos de todo o mundo.

Segundo a matéria, a qualidade dos veículos no quarto maior mercado consumidor global – que tem uma nova classe média ávida pelo seu próprio automóvel - está se tornando uma tragédia nacional, com a taxa de mortes em acidentes sendo quatro vezes maior no Brasil que nos Estados Unidos, onde os veículos são mais seguros.

A matéria foi republicada em sites de grande audiência internacional, como The New York TimesWashington Post e Huffington Post.
“Os culpados são os próprios carros, produzidos com soldas mais fracas, itens de segurança escassos e materiais de qualidade inferior em comparação a modelos similares fabricados para os consumidores americanos e europeus. Quatro dos cinco carros mais vendidos do Brasil não conseguiram passar em testes de colisão independentes”, afirma o texto.
A Associated Press menciona os resultados do Latin NCAP, instituto independente que recentemente passou a fazer testes de veículos vendidos na América Latina e apontou, na última edição, a incongruência entre os resultados dos mesmos veículos que, em tese, deveriam ser iguais, independentemente de onde são vendidos. Mas não são. EXAME.com publicou os resultados, há mais de um mês.
A reportagem dispensa ataques à indústria, alegando que se beneficiam de consumidores menos exigentes com segurança para ainda obter margens maiores que em mercados desenvolvidos. Nos EUA, são 3%; no Brasil, 10%, segunda a consultoria IHS.
De acordo com um especialista ouvido pela Associated Press, a diferença prática, no momento de um acidente, pode ser a vida ou a morte.
"A diferença que você está falando é de alguém morto no veículo ou morrendo muito rapidamente, ou então alguém sendo capaz de sair do veículo sozinho", disse David Ward, diretor-geral da Fundação FIA, em Londres.
Nem a presença de airbags e ABS, que se tornarão obrigatórios no Brasil em 2014, são suficientes. Muitas vezes, o problema é estrutural.
“A versão brasileira tem a mesma aparência do lado de fora, mas está faltando peças. Em uma versão, eles incluem o reforço (à estrutura), na outra não ", disse à agência um engenheiro da indústria automotiva que não quis se identificar.
A matéria fala ainda em falta de zonas de deformação e frágeis colunas de direção.
A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) se pronunciou sobre o teor da reportagem em nota intitulada "O automóvel brasileiro é seguro" (veja íntegra abaixo). À agência internacional, montadoras brasileiras deram respostas individuais sobre o desempenho de seus veículos citados. 
Entre outras coisas, elas apontaram que atendem à legislação brasileira.
A reportagem da AP sinaliza que uma mudança neste padrão só ocorrerá se houver reação dos brasileiros, como ocorreu nos Estados Unidos na década de 60, quando as mortes em acidentes chegaram a números estratosféricos.
Além dos fatores veiculares, é preciso lembrar que estradas mal conservadas é outro item no ingrediente das mortes de trânsito no Brasil, como aponta a própria agência americana.
Veja a nota da Anfavea:
A indústria automobilística brasileira tem uma longa experiência na produção de veículos. São quase 60 anos no aperfeiçoamento dos sistemas de fabricação e melhoria de qualidade e segurança. Lamentável, portanto, quaisquer correlações entre o número de vitimas no trânsito com os indicadores de qualidade dos veículos produzidos no Brasil;
Perigosos | 13/05/2013 16:19


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                          Mariana Moura
Exerça sua cidadania com voto consciente e fiscalização constante.
 

sábado, 1 de junho de 2013

Entenda como funciona o airbag e conheça alguns mitos sobre o item de segurança

De acordo com dados do Centro de Estudos Automotivos (Cesvi), 3.426 vidas poderiam ter sido salvas se os carros envolvidos em acidentes entre 2001 e 2007 tivessem airbags. Graças ao equipamento, 490 brasileiros sobreviveram em acidentes entre janeiro e agosto de 2010. E esse número vai crescer: até 2014, todos os carros produzidos no Brasil deverão sair da fábrica com o item de segurança. 
O que são airbags? Airbags são bolsas que inflam rapidamente em caso de acidentes, protegendo cabeça e toráx dos passageiros em caso de acidentes,  contra impactos em partes do veículo e entre os próprios ocupantes. É comum pensar que o equipamento é acionado quando ocorre a batida, mas o professor de engenharia mecânica da PUC-RS João Carlos Pinheiro Beck explica que o sistema funciona a partir da variação brusca de velocidade. "A colisão gera uma desaceleração violenta, e é isso que aciona o sensor", esclarece. 
O sensor identifica quando a velocidade varia pelo menos 20 quilômetros por hora em um curto espaço de tempo - como em uma colisão. O dispositivo é uma das três partes principais do airbag. Além dele tem-se a bolsa, que infla, e os elementos químicos, que reagem para fazê-la encher. A partir do sinal elétrico do sensor, inicia-se a reação química entre nitrato de potássio e nitreto de sódio. 
Os compostos oxidam, formando nitrogênio, gás que se expande a uma velocidade de aproximadamente 300 quilômetros por hora e infla a bolsa em menos de um segundo. No momento em que o airbag abre, percebe-se a presença de uma nuvem de pó branco no interior do carro. Esse pó nada mais é do que o talco usado para evitar que as dobras do saco de nylon grudem e dificultem a abertura em caso de acidente. "A bolsa é cheia de furinhos, e começa a desinflar logo depois de encher", continua o professor. 
Locais possíveis Os airbags para os ocupantes da frente ficam no volante e no painel. Para os passageiros no banco traseiro, as bolsas podem estar no encosto dos assentos frontais ou nas portas laterais de trás. 
Para os passageiros no banco traseiro, as bolsas podem estar no encosto dos assentos frontais ou nas portas laterais de trás. Há ainda os instalados na parte central do assento traseiro, para proteger os passageiros de se baterem entre si em caso de capotamento ou batida lateral. Também para essa situação, pode-se ter airbags laterais para motorista e carona. Pode-se citar também as bolsas tipo cortina, instaladas na tampa do porta-malas. 
Este modelo serve para impedir que os estilhaços do vidro temperado traseiro, principalmente em colisões laterais, atinjam  os ocupantes dos assentos de trás do veículo. Ainda assim, contra lesões que poderiam ser fatais, o airbag pode causar ferimentos suaves aos passageiros. Isso porque, mesmo que seja uma bolsa inflada, não deixa de ser uma superfície contra a qual o ocupante do veículo tem um choque forte. 
Queimaduras e hematomas leves são comuns quando o equipamento de segurança é acionado. Os pequenos ferimentos causados pelo airbag podem acabar sendo mais graves se os passageiros não estiverem de cinto, que também serve para diminuir a aceleração do corpo e os efeitos do impacto. Sem o uso da proteção, a violência da batida é toda aplacada pela bolsa de ar. "O impacto com o airbag nunca é confortável, e sem o cinto se torna pior", explica Beck. Para minimizar a chance de um machucado em função da bolsa, algumas empresas já desenvolvem airbags que conseguem interpretar o quanto devem encher a partir do o peso do passageiro. 
Outro artifício das fabricantes é fazer a tampa do compartimento da bolsa com encaixe na parte superior, para que, no momento em que o saco de nylon encher, a proteção seja arremessada em direção ao teto, e não para cima do passageiro. Cuidados : Algumas posturas de condutor e caronas também podem evitar danos maiores em caso de acidente e acionamento do airbag. - Passageiros devem manter o corpo mais afastado dos locais onde estão os compartimentos de airbag frontais; - Motoristas deve manter as mãos na extremidade do volante, para que o airbag possa abrir sem dificuldades; essa postura deve ser mantida mesmo em curvas, quando muitos condutores cruzam os braços - se o acidente for nesse momento, o airbag pode causar lesões graves; - Caronas não devem colocar os pés sobre o painel; além de dificultar a abertura do compartimento, a expansão da bolsa pode causar ferimentos no passageiro que estiver com a pernas no caminho da inflagem do airbag; - Não se deve viajar com objetos que, em caso de acionamento do sistema, possam causar ferimentos no impacto com a bolsa; o cuidado serve para coisas no colo, nas mãos e na boca dos ocupantes do veículo; - Não se deve, também, colocar adesivos ou quaisquer materiais que dificultem a abertura do compartimento do airbag; - Qualquer tipo de manutenção no sistema de airbags deve ser feito em uma oficina credenciada pelo fabricante e de acordo com o detalhamento do manual do carro. O airbag só funciona uma vez,e após acionado precisa ser substituído - . http://revista.pensecarros.com.br/especial/rs/editorial-veiculos/